Filosofia Matemática

Aqui se reúnem homens e mulheres LIVRES PENSADORES!

14/5/11

Inanimados

Enquanto os seres que pensam, sofrem e se dividem
em vários fragmentos
dentro de si mesmos,
numa dicotomia triste
entre passado futuro presente,

os outros seres vivos simplesmente
vivem por inteiro,
seus breves momentos,
eles são o que são,
o tempo todo
nada lhes é imposto,
são felizes,
não abraçam, nada querem, nada desejam
tudo tem
do quanto merecem
não amam, pois o amor neles já se expressa,
não há compromisso, nem paciente espera,
apenas existe vida , apenas um conjunto de sensações,
sempre intensas, sempre bem resolvidas.

Os inanimados não sonham, os inanimados não possuem personalidade
sem consciência do cumprimento de uma função
que é o que eles fazem-
interagem
fazem sentir sua toada,
como uma muda oração,
não pensam, não fingem
vivem,
pura e simplesmente são felizes,
porque existem.

Enviado por: NIHIL

criado por williamrobson    06:50:13 — Arquivado em: Nihil

100 Comentários »

  1. Comentário por williamrobson — sábado, 14 de maio de 2011 @ 07:02:02

    http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=jasmim&gbv=2

    http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=jasmins&gbv=2

  2. Comentário por bom dia,sr.William! — sábado, 14 de maio de 2011 @ 08:30:12

    h h h h h ´!

    Valeu!

  3. Comentário por canção da velha guarda — sábado, 14 de maio de 2011 @ 13:35:28

    Formosa,
    não faz assim
    carinho não é ruim
    mulher que nega
    não sabe não
    tem uma coisa de menos no seu coração,

    Baden Powell,Vinicius de Morais,

    -dedico à sobrinha “Attis”.

    Para ela não ficar chata que nem eu fiquei-depois que cresci.
    Para que venha a saber temperar personalidade e amabilidade,desde o começo da sua adultez,pois eu sei que ela também irá “amadurecer mais tarde”- que ela não terá uma crise de adolescência reconhecida como tal.

    Ela é simpática em demasia,procura agradar todo mundo- meio por acomodação.
    Ou esconde suas reais opiniões,ou não tem uma grande dimensão de quem é.

    O que eu desejo para ela é que o “despertar dela para a vida’ não seja com sofrimento,mas que seja com tranquilidade.
    Enfim,que ela não precise ficar uns anos, “estapeando todo mundo”.

    Gostaria muito que ela aprendesse a ter autoconhecimento,desde já.

    Talvez, - ela tenha que entrar em contato com outras midias,para se reconhecer em alguma coisa.
    Ainda está na fase daqueles joguinhos da Barbie…

    °
    °
    °
    Bom almoço aos que andaram passando por aqui.
    Procurem se manter atualizados sobre si mesmos,também.

    (kkkk…)

    É tão bonitinho o sambinha acima.

    Acho que eu devo ter escutado muito nas rádios, quando tive poucos meses de vida,e por isso,me comove tanto.

    (snif…)

  4. Comentário por boa noite — sábado, 14 de maio de 2011 @ 22:09:11

    °

  5. Comentário por dia das mães — sábado, 14 de maio de 2011 @ 22:11:14

    http://filosofiamatematica.blog.terra.com.br/2011/05/08/dia-das-maes/#comments

  6. Comentário por dia das mães 1 — sábado, 14 de maio de 2011 @ 22:13:24

    linkagem do campo busca anterior,para favorecer a sequência das minhas mensagens.

  7. Comentário por Encrenca 362 — sábado, 14 de maio de 2011 @ 22:46:15

    Hoje, eu procurei de novo no Google,sobre “Safo no espiritismo”.
    Então eu achei o blog da Cláudia,que também é do Blogger.
    Já voltou ao ar.
    Fiquei desapontada.
    Ela é uma senhorita interessada em literatura, e adepta do espiritismo,que junta poemas da literatura universal,e poesias espíritas,em seu blog.
    Não mostrou nada de novo sobre Safo.
    Publicou o poema mais famoso dela- aquele que foi escrito para Áttis.
    Aliás,como ela escreveu vários poemas para Áttis,então direi que ela publicou o mais famoso deles,e aquele que eu tentei imitar em 1.980,sem sequer saber que existia.
    “Semelhante aos deuses será o homem de quem você gostar…” etc,etc, já postei no blog três vezes, sem contar com as vezes nas quais eu postei os links com a biografia dela,e esse poema apareceu.

    Cláudia se diz um “espírito do pós bardo” que tem um blog.
    É bonito, e inspirado.
    Ela é competente no que faz.

  8. Comentário por Encrenca 363 — sábado, 14 de maio de 2011 @ 23:23:40

    Aliás, a web inteira - em seus sites e links sobre a literata grega, se restringe a três ou quatro poemas dela.
    É incrível.
    É só aparecer um Benedito que simpatiza com ela e com o que ela escreveu,e eu até já sei quais são os poemas dela que ele colocou no blog dele.

    Sempre são aquele famosíssimo poema para Áttis, a “cobertura” do casamento de Hector e Andromaka, a poesia em que Áttis chora,por deixar a escola de dança- e a prece a Vênus, para solicitar o entendimento com um futuro amor. Essa última,eu decidi não publicar do meu próprio punho aqui no blog.

    A impressão que eu tenho,é que todos os blogueiros- e donos de sites pessoais copiaram uns aos outros,ou copiaram a wikipedia,e o site Brasil Escola.
    Que não leram nenhum livrinho de bolso com as poesias dela.
    Sei que aqui no Brasil,não é tão fácil comprar um livrinho “silhouetté” dela, como antigamente era fácil comprar em qualquer banca de jornal, um livro de poesias do Bocage,ou um livro de trovas nordestinas- mas eles existem nos sebos, por tudo o que andei pesquisando até agora.
    Mas parece que hoje em dia, a maior fonte de informação que todos andam consultando,é a web.
    Então o que não tem na web,acaba não sendo sabido.
    Isso será um lembrete para eu jamais me desfazer dos meus livros,porque eu tenho uma internet agora.
    Posso me desfazer de grande parte das revistas,mas aos livros, será de “bom tom” conservar.
    E mesmo,poderei continuar comprando,desde que essa compra de livros seja mais espaçada a partir de agora.

    Eu li um grande número de poesias dela a mais, no livro do sr.Joaquim Fontes,e se eu fôsse começar meu blog de crônicas e poesias, eu ia fazer “ela” ser a madrinha de abertura dele.
    E seus “fragmentos” constariam nas primeiras quatro páginas.
    (as poesias que os que gostam dela - expõem em seus blogs, nunca alcançam meia página.)

    Eu ofereceria algo melhor aos leitores.
    E tenho certeza que em dois anos,os blogs e sites desses simpáticos a ela, já iam ter mais fragmentos do tipo.
    Em parte do tempo,teriam sido copiados do meu blog.(hahahaha…)

    Mas,como eu disse ao sr.William hoje,na tripitaka 194,em texto de réplica à mensagem dele de hoje,em destaque,entitulada “Sobre o Ridículo”, não há referências do “espírito de Safo” cumprindo qualquer função no espiritismo.
    Não encontrei.
    Então,os espíritas não são mentirosos,porque Safo realmente não teria como fazer isso.
    Ou eles não se interessam por ela.
    Numa livraria espírita na qual eu fui antigamente,encontrei romances psicografados em nome de muita gente.
    Sr.Chico Xavier psicografou vários poetas brasileiros do Romantismo,e do Parnasianismo.
    Então,eu achei realmente que eu ia encontrar alguma literatura recente,atribuída à alma da moça de Mitilene.
    Estava até disposta a comprar o livro.
    Só para rir do que eu ia ler.
    Mas- ninguém fez isso. (hahaha…)
    Teve um site espírita no qual ela foi mencionada,mas a preocupação do site era com o problema da “inversão”.
    No final,fizeram menções a alguns personagens históricos que foram desse jeito,e Safo estava na lista.
    Mas,eles supuseram o mesmo que eu,e que sr.Máximo de Tiro,achamos.
    Que ela não fez nada do que disse que fez,que suas poesias exaltando “essa situação” na verdade,foram mentirosas, e que ela só escreveu o que escreveu,por ter ouvido conversas semelhantes na Grécia daquele tempo,onde todo mundo- fôsse desse jeito de verdade,ou não, passava um tempo vivendo assim.
    Quer dizer, esses espíritas foram bacanas com ela-mais do que eu esperava.

    Eu realmente queria acreditar nisso.
    Ainda -mesmo depois desses meses analisando essa história da vida dela, não “senti em mim’ nada que me desse certeza se ela viveu assim ou não.
    De todo jeito,e mesmo que tudo o que ela escreveu tiver sido só uma coleção de palavras bem arranjadas,ela fez algum mal,porque historicamente, influenciou às avessas os jovens daquele tempo, e dos tempos futuros a uma conduta “diferente”- o que não é nunca recomendável- e ainda por cima,mentindo ou falando a verdade sobre sua melhor aluna,provocou a saída dela da escola.

    Séculos depois, a obra dela foi destruída, e as poesias nas quais temos nos baseado para nossas especulações- nós- que nos interessamos pelos escritos dela, fazem parte dos duzentos fragmentos que foram achados séculos atrás,enterrados no chão de uma cidade da Grécia.

    Já tenho bastante motivos,contudo,para especular que os livros dela foram queimados-por pessoas que ela ficou perturbando para que fizessem isso.
    Porque - havia uma parcela de poemas eróticos nesses livros- e ela já não podia mais fazer a separação do que seria útil ao mundo,e do que não seria útil.
    Portanto,achou mais fácil influenciar para que tudo fôsse para “o espaço’.
    Eu costumo ser assim.
    Passo anos escrevendo de tudo- desde poesias,passando por ensaios e contos.
    Quando cismo,metade vai para o lixo.

    Um pouco antes de ficar incluída digitalmente, usando um pc ainda antigo,-desses onde digitávamos aqueles comandos que já não existem mais,como Input,por ex.- eu pus uns cds roms,onde continuei tentando literatura.
    Depois de ler seu conteúdo, e sem gostar do mesmo conteúdo, apaguei tudo de uma só vez.

  9. Comentário por Encrenca 364 — domingo, 15 de maio de 2011 @ 00:31:06

    Tentarei continuar o tema iniciado na Encrenca 359,e que prosseguiu na 361,que foi sobre o desembaraço verbal de Safo.

    Eu “peguei de herança” uma parte desse desembaraço,mas não peguei direito o jeito direto com o qual ela falava na “alegria de viver” em seres humanos.
    Mas, conforme eu comentei,o jeito dela de falar nessa parte do amor,era primitivo- e nada sofismático.
    Andei lendo outras poesias eróticas ultimamente- além das dela- isso porque naturalmente,depois de ter conhecido os escritos dela,fiquei curiosa sobre esse tipo de poesia.
    Vinícius de Morais,Manuel Bandeira, Castro Alves, e mais alguns fizeram parte da lista.
    O jeito de todos eles (e delas) escreverem sobre isso,também é direto, e um pouco “cafona’,mas eles não possuem o primitivismo que ela teve nisso.
    Não há neles um exagero, não há exuberâcia, o erotismo é tratado como uma hora qualquer do dia,ou como uma rotina comum.
    Vinícius então,costuma ser muito delicado para falar de nós mulheres,do nosso temperamento- do nosso corpo,e mesmo ele fez uma poesia para uma namorada muito desenvolta,chamando-a de “cadela”,mas de uma forma tão provinciana,que a gente não se espanta.
    Caso eu fôsse escrever poemas desse tipo,teria que aprender com eles, e teria que assimilar a delicadeza desses literatos.
    Safo não poderia ser minha mestra nessa parte,- quando fiz minhas as palavras que ela escreveu naquela poesia famosíssima dela,para a aluna,- garanto que corei até a raiz dos cabelos.

    O “culto à repressão” dos nossos tempos,nem sempre obriga a uma repressão propriamente dita nesse assunto.
    Em parte “do dia”, essa repressão é menos do objeto,e mais da importância que a ele se dá. Ou do jeito de nos referirmos ao objeto.
    Os poetas atuais que desaguaram sua “alegria de viver” em suas rimas, levaram em consideração uma série de coisas existindo junto do erotismo.
    Foram humanistas.

    Safo falava que nem uma menina na puberdade.
    Preocupava-se mais com as próprias sensações do que com a pessoa amada,ao menos- na gramática que ela usava.
    Sabemos que ela amou sinceramente,mesmo aos desafortunados aos quais ela importunou.
    Inclusive,eu “sinto em mim” que ela deixou de cantar e de compor poesias,por desgosto pelo que ocorreu à Áttis.
    Mas,em seus escritos,ela parece mais uma apaixonada pelo amor,ou pelo próprio erotismo,do que ela parece apaixonada de fato,por pessoas.
    Diz que esse era um jeito grego de se escrever,naquele período,mas era um jeito infantil.
    E limitado em sua expressão de consideração amorosa.

    Claro que naqueles textos em que ela expressou sua tristeza -quando sua aluna foi retirada da escola- aí é que percebemos que ela gostava dela de fato,e que não a usou- ou que caso tenha feito isso,não teve só essa intenção em relação a ela.
    Foi na tristeza profunda, que ela começou a humanizar sua literatura,e a adquirir os sofismas de quem realmente ama,e se importa com o bem da pessoa a quem ama.

    Eu cheguei a postar um pouco da choradeira dela aqui no blog,mas não continuei isso,porque seria cansativo aguentar aquela lamentação toda.
    Eu li.
    Naqueles dias eu ficava pensando em quem seria essa Áttis,para quem eu tinha dado prejuízo.
    Foi com um nó na garganta que acompanhei a história.
    Então eu me lembrei …
    …já falei nela hoje, e foi o suficiente, (chega,chega…atualmente eu escondo todos os amigos…e acho que foi naquele tempo que peguei esse hábito)

    Mas,voltando ao erotismo da poesia de Safo,nos seu dias mais despreocupados-
    como eu disse,nem ela nem Castro Alves,nem Bocage- serão meus mestres nesse tipo de poesia,que na verdade,não pretendo escrever “oficialmente”.
    Meus diários antigos tem algumas que foram bem sucedidas- depois de muitas tentativas.
    Uma delas ficou risível, e eu nem postaria,por vergonha do quanto parece inocente.

    Mas quem escreve sobre a vida e sobre seus eventos vitais,tem que saber escrever sobre a libido,porquanto, deverei adquirir outros sofismas ou clichês literários para saber como escrever sobre isso.
    Mas, isso não será frequente em minha literatura.
    Meu “erotismo de antigamente” acabou sendo transferido para o ideal do Amor comum, e genérico,e para o apreço à natureza,bem como para a preocupação com a ecologia.
    Ainda assumiu a forma de devoção religiosa.
    Aliás, na vida de Safo mesmo,isso já aconteceu.
    Ao passo que seus primeiros fragmentos se compõem de poesia erótica- ou sobre a natureza, -depois que Áttis foi embora,e ela superou a tristeza pela separação de ambas- ela passou a escrever preces aos deuses.
    Uma dessas preces,inclusive ,foi feita a favor do irmão Cáraxos,que fôra para o Egito à procura de Dhorikka/Rodópis,para recuperar o patrimônio que ela lhe levara.
    Para eu é evidente que ele fracassou na empresa,e que posteriormente,acabou retornando à Grécia,empobrecido.
    (coitado do Cáraxos,e coitada também da Dhorikka, que talvez fugiu - em primeiro lugar,porque soube que ele não ia casar com ela.)

    Voltando a falar só de poesia,e deixando de lado esses melodramas sentimentais- sobre os quais eu já prosei,
    sim- eu pretendo “recuperar” o desembaraço literário.
    Mas será com a ajuda de outros poetas.
    E minha escrita- à semelhança do que ocorre com a poesia especialmente dos brasileiros mais tradicionalistas,será sempre um apreço à natureza do planeta,e uma cantoria sobre as questões vitais da existência.
    Poderei falar de amor, e e de “amor fálico’.
    Isso não tem nada demais,é até muito bonito.
    Mas,não serei mais ingênua nesse tipo de prosa.
    Ela precisa ser eminentemente humanista,e honrar inteiramente todos os bons valores emotivos da deusa Vênus.
    Acho que encontrei o pensamento certo.
    O que Safo mais desejou em sua vida,foi que sua vida,em todos os tempos,honrasse sempre todos os nobres valores da deusa Vênus,deusa do amor,da fecundidade,e da elevação do nível mental dos seres vivos. Plena de beleza e de misericórdia por todos os seres vivos.
    Ela nunca jamais deixaria,nem deixará de honrar a essa deusa, cuja existência por si só,já é uma muda promessa de salvação espiritual do mundo.
    Sua função,entre outras,é resgatar em todos os seres que pensam,o apreço por si mesmos, e por todos os que não pensam.
    Mesmo pelo que ainda não existe, que é o futuro,com suas perspectivas.
    Talvez, a deusa já salvou o mundo em outros tempos,e deverá salvá-lo outras vezes.

    Se existe uma relação entre Arjuna e Safo- o primeiro, em estado de choque por milênios,pelas consequências da guerra do Mahabaratta, talvez foi cuidado pela deusa,até estar em condição de tentar reaprender a viver.

    Eu imagino que para a nossa terra,haverá misericórdia.
    Que existe mais amor e boa vontade,do que supomos existir.

    A salvação espiritual,é a salvação da absoluta alegria humana,em seu estado puro.
    É a evolução do sentimento de apreço e de unidade com tudo.
    Todos os deuses e anjos haverão de nos ajudar.
    Quem sabe,eu nunca deixei de acreditar nesses ideais.

  10. Comentário por 364, acréscimo — domingo, 15 de maio de 2011 @ 07:34:19

    Bom dia aos leitores.
    Ontem, eu tive que desligar depressa,não deu para me despedir- pois eu já dormia em cima do pc.

    Tenho um acréscimo.

    Os fãs e estudiosos da poesia da dona Safira- entenderam que uma parte dessa obra dela era narcisística,assim como eu vi com mais clareza,ao tentar escrever como ela escreveu.
    Falei isso na parte anterior.
    Que ela deu a impressão- que eu sei que foi bem equivocada- mas ela não sabia mesmo escrever de outro jeito- ela deu a impressão de que gostava mais do sentimento amoroso,do que dos seus alvos. Ou do que dos alvos desses sentimentos.

    Era meio desse jeito que se cantava e que se escrevia na Grécia daquele tempo.

    Minhas primeiras poesias datam de 1.976.
    Depois,eu ficaria uns anos sem escrever,e voltaria a começar,em 1.980.
    No começo,elas foram assim.
    Eu me concentrava mais nas “viagens mentais” do que em seus destinos.
    Um dia, eu acabei aprendendo que quando escrevemos versos,temos que nos concentrar mais no alvo desses versos,do que nas sensações que eles nos despertam.

    Ou seja,o mais importante numa canção de amor,é a pessoa amada, o mais importante numa canção ecológica,é a natureza,e por aí vai.
    Os temas são tão relevantes quanto o interesse que eles me despertam.

    Incrivelmente,foi difícil a transição entre um modo de escrever e outro.
    Mas, em sete, oito anos,acabei conseguindo mudar um pouco.
    E achei que o resultado ficou melhor.

    Isso aí.

    Por enquanto,uma boa manhã.

    Voltarei mais tarde,e ainda por cima,hoje é dia de “saída”.

    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  11. Comentário por boa noite — segunda-feira, 16 de maio de 2011 @ 20:12:57

    hohohohó!

  12. Comentário por Encrenca 366 — segunda-feira, 16 de maio de 2011 @ 20:27:32

    Eu andei passando da posição de pré-filósofa que sempre ocupei,em todas as formas de pensar,para a de “filósofa provisória” em meus textos Encrencas 359,361,364 e 365(texto escrito em réplica à crônica do sr.William de hoje(bem humorada) entitulada, ‘Sem filtro”.
    Mas já vou retroceder desse ponto,pois ser uma “pensadora -solo” é complicado,e é necessário discernir entre aspas e vírgulas,todo o tempo.
    Já estou satisfeita com minha prosa sobre “poesia erótica” e com a prosa sobre os desdobramentos dessa preocupação linguística.
    Continuarei falando sobre Safira,mas em outros assuntos.
    O sr.William - com sua cronicona de hoje,me levou a falar de alguma coisa que eu não teria falado,ou na qual eu ia demorar para pensar,se não fôsse por ele,ou se não fôsse pela crônica dele.
    Foi então que eu vi a “barafunda” na qual entrei,há dias.
    Eu sei dessas coisas mais para eu mesma,e me surpreende atualmente que eu possa falar a respeito.
    Me dou por feliz por isso.
    Consegui ter clareza em dissertações menos fáceis,isso é muito bom.

    Mas,acho que essa conversa sobre essa desenvoltura verbal dela,desse modo como a levei,por esses dias,acabou.

  13. Comentário por Encrenca 367 — segunda-feira, 16 de maio de 2011 @ 23:01:33

    Hoje, o sr.Marciano Alado postou no blog da Selma, a “Safo brasileira”.
    Ele postou uma poesia da poeta Gilka Machado(1893-1980),e então,eu fui conferir uma página dela na wikipedia,que mostra alguns dos seus poemas,que não são as divagações comuns a nós mulheres,e que são intimistas sim,mas de uma forma exuberante.
    Ela teve em seus versos e rimas,um grande sentimentalismo erótico.
    Foi mais agressiva nas palavras do que a musa grega com quem provavelmente aprendou tudo o que pôs em prática.
    Suas palavras foram muito belas,e ela foi chamada,não sei se com justiça ou sem,de “maior poeta brasileira”.
    Isso porque para se escrever sobre a vida pessoal,é preciso estarmos sobrecarregados de inspiração,e é preciso darmos muito colorida às palavras.
    Isso ocorreu a ela.

    Ela - e mais alguns, irão me devolver o desembaraço para falar em sentimentos mais específicos.
    Mas voltarei a afirmar que, “dessa vez”,esse tipo de prosa não será mais meu grande objetivo.
    É algo que eu tenho que saber como fazer, para eu por em prática,quado eu cismar com isso,sem passar pelas duras penas em relação ao caso,que passei antigamente.
    Mas,não será mais meu “arroz com feijão” como foi para Safo.
    Meu interesse específico atual,é principalmente a ecologia.
    Antes dele, eu poderia pensar em escrever sobre temas diversificados.
    Esse tipo de conversa reveladora de intimidades o tempo todo, “não me interessa mais”.

    Safo foi conhecida como poeta erótica.
    Se eu me tornar uma prosadora lírica conhecida,não vou ser conhecida assim.
    Aliás,mesmo quando classificaram Safo como “poeta erótica”- isso foi um exagero,pois mais da metade das poesias dela também não foram eróticas nem sexualizadas.
    As que foram assim, ficaram barulhentas demais.
    Se eu tento escrever que nem ela escreveu essas palavras,posso corar até a raiz dos cabelos.
    Mas, essa foi uma parte da obra dela.

    Também ela,na maior parte do tempo,escreveu sobre a natureza, sobre flores,sobre os pássaros, sobre o vento,a chuva, sobre o céu estrelado de noite.
    Contou sobre festas, e sobre casamentos.
    Escreveu preces aos deuses,e escreveu frases clichê que eu classificaria como “prototurbilhões”.(hahaha…)
    Uma das razões pelas quais ela ficou conhecida como escritora de poesias lúbricas, foi porque essas poesias foram suas produções pessoais que mais chamaram a atenção dos leitores,ou dos ouvintes- na época.(ela cantava os versos)
    Umas vezes, os interessados em qualquer tipo de arte,ficam atraídos em primeiro lugar, àquela parte de uma obra,com mensagens sobre a “alegria de viver’. Isso é do ser humano,e tem a ver com nossa “fixação naquilo”,dado nosso instinto de sobrevivência e de conservação.
    Idem Safo foi competente ao escrever essas poesias,e além disso,elas criaram os conhecidos sofismas sobre o amor- e o amor em geral,parece interessar mais a todo mundo,do que os demais temas interessam.

    Alguém faça a experiência de entrar num gd de psicanálise por ex.
    Acham que alguém costuma escrever para uma psicanalista perguntando sobre arte,sobre filosofia,ou pedindo opiniões acadêmicas?
    Não,cem por cento dos que escrevem para uma psicanalista,estão com dramas em namoros,casamentos, ou envolvidos em problemas familiares.
    Então,qualquer cidadão que possua uma obra literária onde tenha uma divisão na qual ele falou bastante a respeito do amor- fica mais famoso por essa subdivisão em sua obra,do que pelo restante.
    Ele pode até ficar marcado como um escritor de contos amorosos,por ex,mesmo que ele na verdade,tiver sido,por ex,um escritor de ficção científica.
    Mas se ele escreveu vinte contos,e se nove contos dele foram sobre o tema amoroso,e onze de ficção cientifíca pura,ele, além de vender mais os livros “sobre o amor”,ainda vai ficar conhecido como um “contista do amor”,ainda que seu mote principal tiver sido ficção científica.
    Isso aconteceu à Safo.
    As poesias amorosas e eróticas que ela escreveu- foram um pouco menos da metade do que ela fez.
    Mas ela ficou marcada como “poeta de poesias eróticas”.

    Atualmente, isso terá poucas chances de me ocorrer,porque mesmo que eu vier a escrever muita prosa desse tipo,essa em geral, irá aparecer menos.
    Para os leitores, eu desejarei oferecer principalmente, aqueles temas supracitados.
    Que na verdade,eu acho que também foi o conteúdo não suficientemente valorizado da Safo de Lesbos.
    É como se eu ainda fôsse ela,voltando à vida,como Safo de Lesbos, sem ter mudado muito,e falasse:
    _Prestem atenção em meus outros assuntos também.
    Eles são tão ou mais importantes que minhas “melodias de amor”.

    Eu já tenho feito isso há um tempo.
    Quando comecei a escrever em sites da web, não foi como “poeta de poemas de amor” que eu apareci.
    Comecei escrevendo sobre temas genéricos, depois fiquei um ano mais ou menos concentrada no tema religioso,e depois em seguida, passei a temas mais diversificados.
    Comecei a série Turbilhão- e escrevi uma tentativa de romance sobre a loucura humana.
    O meu Angulimala,foi um personagem sofrido e melodramático,e não foi nem de longe algum ícone que a imaginação popular pensa que poderia ter sido um protagonista de um romance escrito por Safo.
    Os que a conhecem apenas pela poesia escrita para a Áttis, pela poesia contando sobre o casamento de Hektor e Andromaka, pelos versos que mostram a resposta dela à corte feita pelo Alceu, pela poesia em que ela contou a saída de Áttis da escola, - imaginariam que um protagonista de conto dela teria que ser um Adônis- um deus grego,ou se fôsse hoje em dia,-um Antonio Banderas.
    Mas,meu primeiro conto escrito para o público mostrou um “deus plutão”. Foi sobre um louco de hospício.
    Eu tenho falado nesse tempo todo - com alguma propriedade e conhecimento,sobre um monte de temas de interesse.
    E assim são- e serão minhas poesias.
    Só que dessa vez, eu não vou conseguir- e nem vou querer ter aquele verbo grandioso,porém primitivo e emocional demais,que caracterizou a prosa poética dela.
    Quando muito,eu poderia chegar a ser que nem Cora Coralina.
    Quero ser mais especializada,mais científica,mais pertinente,menos emotiva.

    Todo aquele interesse nas coisas de Eros e nas coisas do amor- evoluíram rápido,naquela vida mesmo que ela teve,para um interesse mais provinciano.
    Do sempre colossal tema do amor,ela passou às expressões múltiplas e variadas dessa história toda.
    Ou seja, os que estudam literatura,mas que não conhecem Safira como eu conheço agora,poderão continuar à vontade ,chamá-la de poeta de poesias eróticas,ou como a grande e primeira poeta sobre o amor que o ocidente teve.
    Que ela foi a primeira prosadora ritmada sobre o amor que o ocidente teve,- eu sei.
    Mas,ela não foi basicamente,uma poeta cujo principal assunto tenha sido esse.
    Ela passou por uma transição,ainda em vida.
    O grande interesse dela,era a devoção a Vênus e a Eros,sob todas as suas formas.

    segue

  14. Comentário por 367,continuação — segunda-feira, 16 de maio de 2011 @ 23:48:11

    Ou seja, o interesse dela era mesmo o “amor’,mas não o tempo inteiro circunscrito à vida particular.
    Ela tinha um interesse metafísico, e religioso nisso.
    Foi uma pré-filósofa sobre como o “grande afeto presente na natureza” se espraia em tores,cons,vibrações,vida, relações entre as pessoas- e sentimentos.
    É assim que sou.
    Um metafísica com jeito de materialista.
    Meu tom,será abstrato e indireto.
    Não estou interessada em falar em “coisas de casa”,mas em como as casas são produzidas,e para que finalidade elas servem.
    Enquanto todo mundo pensa e diz - sabão- eu penso nas bolhas transparentes que voam no ar.
    No fundamento e na consequência das histórias.

    Então, eu tenho que continuar a ser uma prosadora de temas diversificados,e tenho que ser uma poeta que irá falar de ecologia-e que talvez irá falar de saúde mental.
    Eu sei que o meio mais fácil de um escritor ficar conhecido,é falar sobre a “vida pessoal”.
    Desde que ele(ou ela) saiba como fazer isso,e desde que consiga produzir boas poesias a respeito, ele (ou ela) já fica a um passo da academia de letras de qualquer lugar onde more.
    Mas,esse não é o meu interesse.
    Nem quero aparecer só por aparecer.
    Ficar famosa só pela fama.
    Desejo,em tudo o que eu fizer,honrar meus reais sentimentos pessoais,meus reais ícones,meus reais santos ou deuses- e continuar(ou recomeçar) uma coleção de canções só com palavras,que honrem todos esses valores,com os quais sou sentimentalmente comprometida.
    Safo- em certa altura da vida,recusou-se a continuar com tanta fama,porque ela queria ser apenas coerente consigo própria.
    Essa é minha vontade.

    Eu não vou ser diferente de nenhuma poeta comum.
    Não vou me equiparar à sra Gilka Machado- e aliás,eu acho que ela vai ficar que nem eu.
    Cedo ou tarde.

    Se eu - com o que eu escrever- ou falar,não colaborar enormemente com o curso das coisas,nem com a melhoria do mundo- também não vou parar de escrever nem de falar,mas essa vai ficar sendo para eu,uma segunda atividade.
    E farei algo a mais,que me dê essa sensação de poder realizar meus desejos mais conectados à “sra de Vênus”- de uma forma prática.
    Talvez,ensinando artesanato aos carentes,sei lá,sei lá,depende de quais serão minhas reais possibilidades doravante.

    Mas eu sei o que está pensando,o leitor.
    Eu sei.
    Que se eu virar psicanalista,como eu já disse tantas vezes que desejo ser- eu vou reencarnar,mesmo à minha revelia,a fama que Safo teve, de ter sido uma mulher eminentemente preocupada com questões eróticas.
    O que ela não foi.
    Ela foi preocupada com isso sim,mas não desse modo tão ostensivo que os mais desavisados supõem.
    Em grande parte do tempo,ela se dedicou a lamentações sobre uma aluna que foi tirada da sua escola- entre outros interesses que teve.

    Psicanalista estuda muito.
    Se eu quiser ter tal formação,vou precisar fazer vários cursos na Sociedade Brasileira de Psicanálise.
    A leitura contínua e sistemática,é da maior importância.
    Mas,isso tudo serve para formar uma profissional que no fim das contas,vai passar o tempo todo atendendo casais em desavença.
    É só com isso que psicanalista trabalha.
    Isso quando ele(ou ela) passa longe de questões graves,como uso de drogas,e tudo o mais.

    Então, isso seria para eu uma espécie de “retorno de uma função que Safo pareceu ter,mas que no fim das contas,ela acabou evitando”.
    Inclusive,Safo aconselhava as meninas que passavam por sua escola sobre questões matrimoniais,enquanto procurava prepará-las para o casamento,e andou organizando muitas festas de casamento para alunas suas que iam embora da escola,depois de terem encontrado seus parceiros.

    Que coincidência,não?
    E eu querendo ser psicanalista.
    Não sei não se eu teria estrutura para lidar com tanta gente problemática, e talvez eu farei qualquer outra coisa com a Psicanálise,se nela eu me formar- menos clinicar.
    Preferiria mesmo usar os conhecimentos na mesma aprendidos,para ir trabalhar numa instituição de caridade,posteriormente,mas sinto que não teria muita vontade de ficar resolvendo “dramas eróticos” das pessoas,cujas vidas pessoais parece umas vezes,ser um problema que nunca acaba.
    Eu até tenho pena de saber,mas não sei se eu teria condições de orientar os que me procurassem algum dia,por muito tempo- já que eu também não sou nenhum exemplo de equilbrio.

    Esse texto,acho que acabou.

  15. Comentário por Encrenca 368 — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 00:00:51

    Em todas as histórias conhecidas em nichos específicos,sempre existiram certos personagens- e suas antíteses.
    Por ex, o pintor Francisco Goya,eu vejo como uma antítese do Boticelli,devido às luzes opostas usadas por ambos em suas pinturas.
    O filósofo Sócrates e o filósofo Niet são o contrário um do outro.
    Isso tudo pode ser estendido até para a política e para a religião.
    Hoje,eu estava lembrando de alguém que foi o contrário de Safo de Lesbos,e que também foi o contrário de Gilka Machado.
    Foi um poeta mórbido por cuja poesia eu me interessei no passado- especialmente naqueles dias nos quais eu queria me assustar com alguma coisa.
    Augusto dos Anjos,o Tânatos das letras,o senhorzinho que só sabia escrever sobre cadáveres em estado de putrefação.
    Rejeitado em sua época,que foi o começo do século vinte- como todo mundo,acabou encontrando alguns admiradores.

    Eu suponho que aquela morbidez toda que ela demonstrou em sua prosa poética,tenha sido um comentário sobre as vítimas da primeira guerra mundial.
    E um protesto contra o conflito entre países.

    A alguns- os eventos coletivos - atingem com maior intensidade.
    E isso se reflete no imaginário delas.

  16. Comentário por Encrenca 369 — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 00:55:45

    Eu fico só pensando no imenso poder que senhora de Vênus tem,e em tudo o que ela fez com minha filosofia pessoal de vida,nesses meses todos.
    Não,ela não mudou minha postura em nada,mas me esclareceu imensamente na maioria dos temas importantes.
    Se eu tivesse entrado em contato com a história da Safo,décadas atrás,talvez atualmente,eu seria adepta do paganismo.
    Se bem que senhora de Vênus nada tem de pagã. Ela é a deusa da civilização.
    Mas,está na lista de deuses do paganismo.
    Não se volta atrás em palavra empenhada,além disso,tive muitos motivos para escolher minha religião atual.
    E gosto do mestre sri Santinho.
    Tenho aprendido muito com o budismo,e com o sangha inteiro.
    Por outro lado, não daria certo para uma criatura como eu,ficar a vida toda sozinha,em sua prática religiosa.
    E certas escolhas metafísicas,deixam a pessoa sozinha mesmo,pois alguns santos hoje em dia,não tem mais sangha, - a não ser no invisível- e não tem seguidores.

    Eu andei pensando um pouco nisso nessas semanas todas,e ao passar por um jardim que fica perto do templo budista que eu costumo frequentar,eu chorei meio emocionada, sentindo a
    vibração de um “outro tempo”.
    Mas,não sei se entendem,embora eu sentisse que aquilo ‘já tinha sido eu”,era como se eu estivesse recordando meus catorze anos, ou como se eu estivesse comprando num sebo,uma revista de uns quarenta anos atrás.
    Eu não poderia “voltar a ser devota da deusa”.
    Ou eu iria reproduzir os mesmos parâmetros usados há eons atrás,para essa devoção,quando mesmo os mais esclarecidos,como os gregos,por ex- a interpretaram umas vezes,de forma errada,e equivocada.
    No fim das contas,ela ia acabar se tornando para eu,não muito diferente de quem é para eu,sri Avalokistewara,do budismo.
    Ou eu oscilaria para a superficialidade.
    Enquanto estivesse amargando os piores problemas,para a senhora de Vênus eu ficaria só pedindo inspirações para escrever,ou para viver direito,um dia de diversão.

    Mas senhora de Vênus nunca estará fora de moda,e ela bem que gostaria de ser vista como uma santa menos panaca,do que tem sido vista por tantos nesses anos todos,e inclusive pelos astrólogos,que a descrevem de forma um pouco pejorativa- minimizando-a e subestimando-a em suas competências.
    Nossa civilização- e todos os seus valores morais,estéticos,religiosos,- devem muito a ela.
    Todos os santos que vieram ao mundo,descobriram as verdades que descobriram,influenciados por ela.
    Alguém tem como garantir que quando qualquer um desses ícones desenvolveu seus fabulosos preceitos morais, e suas lindas regras de convivência- não foi com a inspiração das muitas harpas e liras onde alguns tocava melodias de amor,nesses tempos?

    Mas,senhora de Vênus,junto com Eros,tiveram que sumir historicamente,pois o mundo não ia mais entender suas reais atribuições,já que por tanto tempo,eles estiveram relacionados ao erotismo e à fecundidade,na mente do povo,muito embora eu ache provável que eles tenham cumprido um número bem maior de funções- nesse mundo antigo.
    Caso eles tivessem continuado a ser os principais deuses de referência no panteão popular, o povo mais simples,que sempre foi a maioria em todas as épocas,iria viver na ilicitude, no descompromisso e na irresponsabilidade,baseando-se no que eles achavam que esses deuses eram,e que na verdade,eles nunca foram.
    Na hipótese menos ruim de todas, e se mesmo assim tivéssemos prosperado em nossos empenhos por todos esses séculos- estaríamos somados atualmente em vinte bilhões de habitantes,e não em sete bi.
    Todo o desenvolvimento científico e tecnológico vivido até esse momento,ia ser pouco,mas tolerar uma explosão demográfica dessas.
    Acho que haveriam pessoas morando nos subterrâneos do metrô,em plataformas marítimas,e até mesmo na Lua…(fiuuu…)

    Misericordiosamente,esses deuses inspiraram os santos por nascer,com todas a verdade que conheciam,e com suas atribuições,e depois,se tornaram nulidades históricas.
    Eu e mais uns poucos, podemos estar reentronizando esses seres no olimpo,mas isso não vai adiantar.
    Um tempo atrás,eu pensava que a “igreja de senhora de Vênus”poderia muito bem surgir no mundo daqui a um eón,e eu imaginei até que ela seria iniciada por quem foi o filósofo Niet,que foi muito interessado pela Grécia.
    Seria uma instituição que patrocinaria eventos culturais, se ocuparia em mandar seus técnicos organizar praças e jardins, e ainda daria cursos de artesanato para comunidades carentes.

    Mas,não,isso é uma ilusão.
    Vênus não voltará a ser o que foi tão cedo assim,e não faz questão disso.
    Eu imaginei “ouvi-la” ontem.
    “Ela disse” que não sente falta do que “já fez” ou que não sente falta da evidência que já teve,ou com a qual reinou.
    Talvez,seja ela na verdade,que está cumprindo as funções das santas de todas as religiões,e a cada vez que ela atende aos necessitados em nome de uma delas,não se importa que aqueles nomes recebam os agradecimentos,enquanto ela continua recolhida ao anonimato.
    Ela já teve seus dias de glória,que foram muitos.
    Duraram centenas de milhares de anos, desde os primódios da raça humana.
    Desde quando os trogloditas fizeram estatuetas de mulheres grávidas,e começaram a orar para essas estatuetas.
    As mulheres,talvez pedissem fertilidade e saúde aos seus filhos,os homens pediam ajuda para lavrar a terra.
    E uma santa,aparentemente seria mais vinculada à produtividade vegetal e alimenticia- do que um santo,já que se diz que nós mulheres temos uma maior preocupação com a emergência alimentar,e que somos “mais próximas à natureza”.

    Não,senhora de Vênus, por enquanto não teria grande coisa para fazer,usando seu nome real.
    Ela já fez muito para ajudar aos homens a organizarem sociedades rudimentares.
    E bem naquele momento em que alguns já começavam a entendê-la não como uma dadora de fecundidade à mulheres,e à terra,mas como uma matriarca da moral e dos costumes sociais,- a tocha foi passada para outros santos.
    A mensagem santa, acabou se multiplicando em alguns canais, e ela pôde então descansar seu nome.

    Por séculos e milênios,até mal entendida e mal interpretada ela vai continuar sendo,por muitos.
    Todo esse ranço levará umas dezenas de milhares de anos para passar,e exigirá que as atribuições que ela passou aos outros santos,sejam inteiramente assimiladas e aprendidas por toda gente que vive e viverá,sem exceção.
    Assim- pessoas de caráter mais nobre,e menos imbuídas de medo e de superstições,poderão votar a dar a todos,a relevância que esses merecem.

    Talvez seja o caso de eu fazer ainda uma investigação histórica dos motivos pelos quais esses antigos santos,passaram até a ser referidos com alguma hostilidade por certos grupos.
    Talvez um dos motivos,seja justamente o imaginário popular fixo,que os relaciona a práticas primitivas,ao erotismo,ao desregramento e à sexualidade.
    Razão pela qual esses deuses souberam que o diálogo entre eles e a comunidade seria sempre um diálogo de surdos.
    Eles nunca seriam ouvidos no que de real tinham a dizer,e ainda inspirariam muita desarmonia por eles indesejada,devido a interpretações fantasiosas sobre quem eram de fato.
    Então,eles “foram embora’.
    Pode ser que o outro motivo da hostilidade contra os mesmos,seja pelo fato de que eles estão vinculados a uma fase “constrangedora’ da história humana- que foi a da luta do homem com o ambiente.
    Como houve muito sofrimento nesse tempo,e como esse sofrimento ficou gravado em nossa memória genética- junto dele,ficaram gravadas também as imagens dos deuses relacionados à fecundidade terrena,animal e humana.
    O que mais as pessoas queriam- era deletar esse período histórico de suas almas.
    Vênus e Eros foram vistos como seres falhos,já que não puderam evitar tudo o que se passou,milênios atrás.
    Mas,quem é que pode garantir que eles não abreviaram essa história toda?
    E santos e deuses,em todos os tempos são iguais.
    Podemos gostar deles,mas sempre desconfiamos que sejam impotentes, até certo ponto.

    segue

  17. Comentário por 369,continuação — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 01:30:25

    Mas,será que eu acredito realmente que eles existem?
    Estaria eu maluquete?°
    Não seriam eles apenas representações simbólicas do inconsciente coletivo de uma época,e que foram substituídos por outras representações simbólicas,nas quais umas vezes,quase fingimos acreditar?

    Eu acho que eles fizeram muito pela consciência popular,pela civilização e pela cultura dos tempos antigos,o que torna impossível que não existam.
    Alguém ando se mexendo por nós, da Humanidade daquele tempo.
    Não é possível que isso não aconteceu.
    Eles nos legaram todos os sofismas e pensamentos que conhecemos- e que tem sido nossos referenciais atuais.
    Isso pode ter vindo de cima para baixo.
    Não se deve duvidar disso.
    Ainda mais se formos pensar na grandiosidade inconsútil das construções culturais,em torno de algumas poucas idéias.
    Mas,então, que idéia eu faço desse seres?
    Eu,uma senhorinha que vive no século vinte e um,e há pelo menos um eon de distância de Safo de Mitilene.

    O nome Vênus é apenas um nome.
    Ela não é uma estátua,não é uma deusa “de fertilidade”,não é nosso planeta vizinho,nem é uma alma que vive nesse planeta vizinho,a estrela mais bonita do céu.
    Quando numa poesia eu a chamei de ‘musa de cinco pontas”,foi para homenagear o epíteto dela,e nada mais.
    Senhora de Vênus corresponde à “mãe divina”dos hinduístas, à “mãe sagrada”do catolicismo, à sri Avalokistewara do budismo.
    Reparem direito em algumas dessas “taras”(palavra que significa deidade feminina)
    Nossa Senhora do catolicismo,é excessivamente grandiosa e poderosa,para que ela seja uma alma que foi a mãe do sr.Jesus.
    Essa senhora pode ter seus méritos,e diz-se até que ela é a mestra Nada da fraternidade branca,mas ela não teria como ser aquele portento que o povo tanto admira.
    Sri Avalokistewara também nunca poderia ser aquela moça que foi ferida pelo pai, e mesmo assim conseguiu fugir para o convento budista,lá na China.Ela queria ser budista,o pai não queria deixar.
    No fim da vida dele,ela - que já era monja,foi cuidar dele,e demonstrou que o havia perdoado.
    Alguns supõem que “ela” hoje em dia,é o Dalai Lama.
    Então,quem é Avalokistewara cujo nome sendo recitado,desanima criminosos,corta espadas, orienta navios,resolve causas difíceis,urgentes e desesperadas? (isso eu aprendi no budismo Terra Pura)
    Esse poder todo não viria de uma única vez em que havia praticado o budismo.

    Senhora de Vênus é uma espécie de ‘mãe cósmica” e de lado feminino de Deus.
    Os antigos intuíram sua existência,e passaram a construir mil e uma representações da mesma para facilitar o contato.
    Pode ter sido ela que apareceu para sri Yogananda quando ele ainda era um menino,e chorava pela morte da mãe.
    Então ele viu uma silhueta feminina no céu,coberta com um manto,e derramando pelo céu inteiro um manto de estrelas.
    Não sei se essa não foi só a impressão de uma criança triste,mas essa visão resultou na canção “Hino à mãe divina” que eu cantei algumas vezes,na Self Realization Fellowhip.

    E Eros,não é um deus erótico, que fica ensinando como produzir,enxertar ou procriar.
    Eros é Deus,pura e simplesmente.
    Deus é beleza, é êxtase contemplativo, e impulso produtivo.

    Quanto à senhora de Vênus,eu posso estar parcialmente enganada.
    Talvez ela seja só mais uma das “taras”,mas que não seja uma das “taras” conhecidas,e que não seja “todas de uma vez”.
    Mas,isso não deixa de ser uma possibilidade.
    Não deixa de ser possível que ela seja a “mãe divina” - inspiradora de todos os santos e santas.

    Que agora vive um “parcial recolhimento em suas funções históricas”.
    Não em nome do seu sossego,mas em nome da renovação que o contato com a mensagem santa sempre exige.
    Em função do bem que a Humanidade merece.
    Um dia,ela voltará a ser Vênus.
    Um dia,ela retomará seu lugar,com mais dignidade do que já teve.
    E sendo realmente reconhecida pelo que ela é, e não pelo que ela nunca foi.

    Muito boa noite e bom dia a todos.

    Obrigada pela paciência com toda essa minha “digressão poética”.

    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  18. Comentário por boa tarde — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 14:53:42

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  19. Comentário por McAfee 8 — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 15:01:39

    Escrever no wordpad melhorou minha gramática, e meu texto- porque agora estou podendo ver com maior nitidez como estou escrevendo- e mais do que eu conseguia fazer antes,ir me corrigindo na medida em que componho o texto.
    Agradeço ao sr.William,por ter me ensinado.
    Isso realmente diminuiu certos limites que tive,devido ao espaço diminuído onde eu não conseguia ter muita “dimensão” do que eu fazia.
    Isso reproduz o conforto das grandes caixas de mensagem que haviam no gd do terra,se bem que por lá ,ainda havia a desvantagem do número limitado de caracteres em cada um desses espaços,o que comprometia minha memória para o que eu tinha a dizer.
    Aqui não tem esse problema.
    E com a rotina de escrever no word, recuperei também a outra vantagem.

    Mas, ainda não tenho evitado erros de plural e de singular.
    Em parte do tempo,eles se devem à pressa com a qual eu escrevo,à iluminação fraca e até, dependendo da hora,ao sono.

    Peço que não reparem,então.(meus últimos textos repetiram esse “fenômeno”)

  20. Comentário por McAfee 9 — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 15:06:08

    E acho que vou ter mesmo que repetir uma mensagem escrita ao André Pegnoratto,na semana passada- pois pelo visto,ela sumiu para sempre.

    O Blogger é um pouquinho pior do que o Terra nesse sentido.
    Sem maiores avisos,e por problemas de manutenção nos sites deles,eles podem remover mensagens escritas,e não retorná-las mais.

    Aí- se alguém teve um trabalho a mais para a escrita de alguma,já era.

    Se alguém registrou algo importante lá,tem que ter um segundo registro.

    E isso ocorre,com os blogs da Blogger funcionando- e em pleno exercício.

  21. Comentário por McAfee 10 — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 15:17:59

    Essa será uma sequência do McAfee 8.

    Sem falar nos problemas de memória que eu tive,em função de eu ter perdido uns dois textos por dia,até pouco tempo atrás.

    Isso se deu por problemas no meu próprio computador,e por problemas no provedor do Terra.
    Quando eu troquei de pc,ainda continuei perdendo um texto dia sim dia não.
    E escrever a mesma crônica pela segunda vez,é mais lento e pesado,do que escrevê-la pela primeira vez.

    Atualmente, já consigo ver ir para o ar,aquilo que eu tenho a intenção de que vá para o ar.
    Sem cortes.
    E isso está favorecendo melhor a sequência dos meus assuntos.

    Sim,o terra anda problemático em certas horas do dia.
    Dependendo da época do ano.
    E eu acho que eu também andei com vírus no computador.

    A gente vai resolvendo,a gente vai resolvendo tudo,isso é o que importa,.

  22. Comentário por Encrenca 371 — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 16:10:18

    A Encrenca 370 já foi escrita hoje em texto de réplica à mensagem em destaque do sr.Wiliam entitulada “Homem Objeto”.

    A “seção Encrenca” é meu título para falar de literatura, filosofia,arte,redação,temas escolares,leitura, personagens relacionados a essas matérias, e ainda tem sido usado em todos os assuntos que apenas se aproximam da Psicologia,ou que apenas se aproximam da Religião.
    Agora,fugirei um pouco da rotina de costume,que tem sido dissertar sobre a vida e a obra de Safo de Lesbos,para falar de uma reportagem que li na Veja da semana passada,sobre os hábitos de leitura dos adolescentes.
    A reportagem disse que os jovens de hoje lêem mais do que leu os da geração dos seus pais e avós,- diferentemente do que se costuma dizer.
    E ainda por cima,tenho ouvido com alguma frequência que a internet irá “sepultar o livro”.
    Uma pinóia.
    Eu sempre soube que essa afirmação é uma mistificação,e por um monte de motivos que não vai dar para listar agora.

    Os jovens tem sido bons e frequentes leitores de bons livros sim.
    Até aí nenhuma novidade, a reportagem não disse nada que eu desconhecesse.
    Afinal, todos conhecemos pessoas mais novas do que nós.

    O que eu quero por em destaque,é que a Veja disse algo que eu escrevi aqui,numa das primeiras Encrencas dessa minha série, - numa que ainda foi antes do número cem.
    Eu já estava então discorrendo sobre a vida e sobre a obra da “Vênus de Mitilene’.
    Eu disse que fui uma adolescente que tomou raiva por muitos anos de literatura brasileira,porque tive que ler na escola, livros que não eram para a minha formação intelectual da época.
    Devido a isso,passei anos e anos lendo só literatura estrangeira, e desconhecendo o que de melhor já havia sido escrito por brasileiros.
    Sim,claro que eu li “Feliz Ano Velho”, “Com licença eu vou à luta” e “Cem dias entre o céu e o mar”- o que todo mundo fez nesse tempo.
    Tirando esses,não quis saber de nada,por muito tempo,com a literatura brasileira.

    Lembro agora que quando escrevi essa Encrenca,foi para lamentar ter ficado anos e anos sem ler poesias- e para lamentar ter descoberto a literatura de Safo tardiamente.
    Ao mesmo tempo, aconselhei nesse texto,como podemos cultivar o bom hábito da leitura,não importa do que gostemos ou não gostemos na literatura.
    Que por mais que haja restrições para nós nessa parte,sempre vamos encontrar livros ao nosso gosto,em bibliotecas,livrarias,bancas de jornal,ou mesmo em sites livrescos de internet,bem ao nosso gosto.
    Não precisamos ter preconceito contra o nosso gosto cultural,desde que não seja uma preferência “destrutiva’.
    Ninguém tem obrigação de gostar de Aloísio Azevedo,ou de Machado de Assis,para se sentir um bom leitor.
    E eu disse que a leitura de um livro é mais importante do que a expectação de um filme,de uma novela,ou de uma internet,porque um livro,é uma espécie de “amigo co-dependente” que carregamos o tempo todo conosco,e no qual nos concentramos muito.
    Então,ele-mais do que as outras mídias,influencia nosso comportamento,e altera nossa linguagem.
    Portanto- não temos o dever de nos tornarmos leitores de páginas que abominamos,só para termos uma aura “de cultos” perante os outros.
    Temos que ir para o lado daquilo que preferimos, seja o que for.
    Se for floricultura,se for culinária,se gostamos da emoção das histórias marítimas,e mesmo bons gibis,podem ser tratados como literatura.

    Do mesmo jeito, eu continuo achando que as escolas erram - não só por obrigarem adolescentes no ensino médio - a lerem certos livros esquisitos,mas mesmo por não indicar a essas quase crianças, algumas listas de livros melhores que poderiam ser do real interesse delas,e que poderiam ser lidos nas férias,ou depois de terminado o período escolar.
    Porque quem tem que ler para passar nas provas, um monte daqueles romances tranqueiras do período do realismo literário brasileiro- e lembrando que livro brasileiro,em parte das vezes é pessimista,e não acrescenta nenhum otimismo à vida do leitor- que depois de fechar o livro,vai continuar passando por suas dificuldades- quem tem que ler aqueles livros,para se sair bem nas provas, depois vai sempre pensar que não há o que esperar da literatura tropical.
    E as escolas não se importam com isso.
    Acham que a criança vai conseguir localizar sozinha,os títulos que a interessam como entretenimento,sendo que ela mal está inclusa,nesse tempo,no mundo dos apreciadores da literatura.
    Acham que o bibliotecário da biblioteca mais próxima vai poder lhe indicar livros, ou que os balconistas da Siciliano farão o mesmo.
    E eles não fazem isso.
    A preferência do bibliotecário- em geral- é por livros de auto-ajuda,e uma pessoa de dezoito anos nem sempre está procurando isso.
    E os balconistas da Sicilianos,ainda não tiveram tempo em suas vidas,para terem um repertório bom de leituras brasileiras.
    Muitos só conseguem ler as revistas de noticias,e acompanhar a internet.

    As escolas tem que sugerir os títulos.
    Eu sofri bastante pela falta disso,porque lembro que toda vez- quase sem exceção- que eu tentava alterar meu hábito de ler romances estrangeiros,e tentava ler um brasileiro,ou um livro qualquer escrito por portugueses,gregos,franceses,italianos,eu me arrependia.
    Não acertava um.
    Teve um livro esotérico escrito por um francês que eu li em 1.998.
    Numa reação intempestiva,acabei rasgando o compêndio.

    Acontece que o ideal para as pessoas,é procurarem se intelectualizar mais,é com livros do seu país, ou com livros do seu “tronco linguístico’.
    Isso é fundamental para a alteração da nossa linguagem para melhor- e mesmo para a melhoria dos nossos parâmetros de vida,porque aprendemos melhor com os que tem os mesmos hábitos de nascença, e de idioma- que costumamos ter.

    Nada contra livros estrangeiros,e nada contra literatura de “outros troncos linguísticos”.
    Inclusive, a filosofia é alemã, atualmente,e muitos de nós brasileiros nos interessamos pela filosofia.
    Mas, não lermos os autores nacionais, e não lermos os autores de idiomas semelhantes ao nosso,nos priva de um grande prazer.
    Leituras autóctones são melhores para o nosso equilibrio- e se achamos que a literatura do nosso país não presta, em geral,precisamos ter com quem- ou com o que contar,para que possamos conhecer títulos de livros que irão nos agradar.
    Porque esses títulos sempre existem,não importando como e qual seja a nossa personalidade.
    Nem mesmo se esses títulos serão garimpados com algum trabalho num mar de livros bobos e sem interesse para nós.
    Sempre tem quem conheça esses títulos,e é mais fácil encontrar esses “especialistas’,nas escolas,ou nos sites dos mais esclarecidos.

    As escolas começam a alterar seus esquemas- e a prestar maior atenção aos que os adolescentes gostam de ler.
    Eu suponho que haverá uma soma entre as duas tendências,no ensino médio.
    Que para cada livro mais ôco que uma criança ler,será tolerada uma leitura do Harry Potter,por ex.
    E que o conteúdo do Harry Potter da vez,também irá contar pontos em alguma prova.

    Claro, eu fico de cabelos em pé com essas preferências literárias da molecada,ou da moçadinha de hoje em dia.
    Harry Potter,livros do Paulo Coelho,Senhor dos Anéis, Angus…a aventura medieval,etc.
    Mas quem disse que eu não digeri com dificuldade o que eles também tem que digerir na escola?
    Levei a “maior cara” para descobrir os poetas modernistas,as poetas brasileiras- e autores como José Lins do Rêgo, José Mauro de Vasconcellos, Maria Clara Machado, Orígenes Lessa, alguns prosadores e poetas latinos, Ferreira Gullar, e Jorge Luís Borges- esse dois útimos,com o professor Andros,e ….Psapha - nascida em Atenas ,na Grécia,na quadragésima segunda olimpíada(ela nasceu em julho ou em agosto,mais fácil ela ter sido do signo de Leão)- exilada em Lesbos,por ter conspirado contra o ditador Pitaco,onde levou em frente sua profissão de poeta e literata até os quarenta anos de idade, quando “se aposentou”.
    Conhecida como “sexualmente gilete’,mas é possível que não tenha sido.

    Vejam, eu fui tão mal amparada nessa questão dos livros,que eu cheguei ao ponto de pensar que eu jamais teria jeito para a literatura.

    Que piada…penso sorrindo…logo eu que nunca parei um dia sequer,de escrever para entreter aos outros ,ou a mim mesma.
    Eu que -intuitivamente,fui aprendendo a escrever bem poesias.
    Eu fui a moça da Grécia- a personagem supracitada.

    E desperto tardiamente para a minha chance de fazer literatura,devido à formação escolar que não me incentivou tanto nessa parte.
    Cheguei a pensar que o meu problema é que eu não gostava tanto assim de ler livros “de adultos”.
    Grande falácia.
    Eu só não tive acesso àqueles que eu poderia preferir,que inclusive,até são muitos.

    Atualmente,já me sinto mais confiante para continuar aprendendo a expressão oral e escrita.
    E para continuar melhorando meus versos,pois meus mestres serão todos os autores supracitados.

    Oxalá, isso ocorra a todo mundo.
    Que ninguém se prive do prazer de ler,ou mesmo,de escrever bem,nem que seja missivas do seu serviço,só porque não tem “escritores decentes ” na praça.
    Consultem aos seus professores,ou consultem ao menos,as páginas da revista Veja,que também costumam recomendar bem a leitura de livros aceitáveis.

    Isso aí.
    Leiam a Veja da semana passada.

  23. Comentário por Encrenca 373 — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 19:29:13

    Eu farei aqui um acréscimo à Encrenca 367 de ontem,porque acabei esquecendo de fazer esse acréscimo.

    Eu disse que por esses dias,ao escrever os textões das Encrencas 359,361,364 e 365,eu passei da minha costumeira posição de “pré-filósofa” para a posição de “pensadora -solo -provisória”.
    Não foi a primeira vez que isso aconteceu.
    Quando eu discorri sobre temas prolongados no gd do terra,quando eu criei aquela série de ficção científica ecológica para o mesmo gd,em 2.007,que atualmente eu tenho xerocada em minha estante,quando eu criei o conto “Quase um Brâmane”,no qual eu especulei sobre a loucura humana,e sobre a psicologia de qualquer criatura-e quando eu escrevi para o gd do terra ainda,a minha interpretação sobre o “superego” na Psicanálise, levando uma semana para completar esses textos - para cuja escrita,eu me baseei nos artigos da dra Marttha Ambertin,psicanalista argentina entrevistada pela revista brasileira de Psicanálise- eu debutei como “pensadora -solo-total-flex”.
    Mas,estou sempre retrocedendo dessa posição.
    Por enquanto,não tenho nem conhecimentos,nem “energia” para que possa permanecer nesse nicho.
    E ainda gosto mais da poesia,que me favorece uma filosofação intuitiva sobre cada coisa que acontece ou que aparece,e que são insights que ainda tem funcionado bem.

    Essa parte então,está completada.

  24. Comentário por 373, acréscimo — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 19:36:28

    Peço perdão aos leitores.
    A referida Encrenca que eu completei,foi a 366.,de ontem também.

  25. Comentário por Encrenca 374 — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 20:08:17

    Eu tinha outros comentários de acréscimo às mensagens de ontem,para fazer,mas eles ficarão para depois,ou para amanhã.
    Ao invés disso,vou postar um site de natureza, - mostrando umas flores cuja fotografia eu vi lá no templo- que aliás eu sempre tenho visto exposta numa parede do templo que eu frequento.
    Eu não lembrava mais como era a flor,nem como era a árvore das flores ” dama da noite”,embora todo ano nesses meses,eu -ao andar pelo bairro,em casa e em todo lugar em que se esteja,por aqui,nessas paragens,sintamos o forte aroma dessas flores,que vêm das árvores das praças,ou das casas vizinhas.

    Estava reservando esse envio,para quando eu conseguisse imaginar uma poesia a respeito delas,mas se depois eu conseguir imaginar,eu mandarei de novo.

    Meu repertório de temas sobre a Safo de Lesbos está em seu epílogo,e já estou me preparando para ficar mandando poesias todo dia,por uma semana ou mais,em breve,que serão poesias que ilustrarão alguns temas que falei sobre ela,e que serão envios ou compilações de tentativas literárias da infância ou da adolescência,que ou ficaram semelhantes aos versos dela,ou que versaram diretamente sobre a personalidade da mesma,tendo eu na época,achado que havia apenas criado uma personagem,e que estava “dando vida a ela”.
    Mas,a pessoa daqueles versos(história sobre Maria Musical,de 1.981) existiu realmente.
    Por ora, fiquem com essas imagens,que não figuraram numa Natureza Viva,porque se fizeram acompanhar desses comentários literários presentes.
    Essas flores,além de intensamente perfumadas,ainda são lindas.
    É difícil seres e criaturas normalmente terem mais de uma qualidade muito destacada.
    A flor “dama da noite” é uma das exceções.

    Mais tarde,eu voltarei.

    http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=dama+da+noite+flor&gbv=2

  26. Comentário por 375,continuação — terça-feira, 17 de maio de 2011 @ 23:07:36

    Voltei,mas daqui a pouco,vou ver o Provocações.

    Tenho que corrigir uma gramática.

    “em toda parte em que ando, eu sinto o aroma intenso do perfume dessas flores nesses atuais meses do ano.”
    Eu errei na concordância verbal nessa parte,no primeiro texto.
    Comecei falando na primeira pessoa do singular-ou seja,em meu nome- e depois pus o verbo “sentir” na primeira pessoa do plural,mas agora, tentei me corrigir.

    Lembrem-se de clicar nos sublinks indicados no endereço,pois também são bonitos.

    Eu considerei a invasão do perfume das flores damas da noite, pelas ruas e casas daqui do bairrom,nesse ano,como um presente de Vênus.

    Isso porque tal coisa não ocorreu nos anos anteriores.
    Talvez, nesse período ,as árvores dessas flores,ainda eram novas.

    Justamente nesse ano,em fevereiro,eu comecei a falar em poesia,literatura, em um pouco de filosofia, numa personalidade passada da literatura antiga, ressaltando todos os atributos,e tradições que deram início ao conjunto que conhecemos como cultura de “elevação espiritual” ocidental.

    Acho que desde então,recebi alguns “presentes” de Vênus e de Eros,e um desses “presentes” foi uma inspiração mais fácil para escrever versos.
    Teve também aquele dia do arco-íris que vi no céu,enquanto eu voltava para casa,e que desapareceu,quando finalmente cheguei.

    Aceitei tudo como um reconhecimento da parte deles,por alguém que neles pensou.
    Como se fôsse um abraço em “amigos de outros tempos”.

    Imaginem se isso fôsse um encontro numa praça, ou em qualquer lugar,de conhecidos que não se vêem há vinte anos.

    “_Safo,é você mesma?”- sra Vênus diria,ao me ver- Fazia tempo que ,ao te ver todo dia,eu entendia que te conhecia de algum lugar,pensei comigo- será que é a poeta? mas fiquei com medo de perguntar.
    Que bom que você se lembrou de mim,que bom que você se lembrou de tudo o que já fizemos de bom,bem como de tudo de bom que um dia eu consegui fazer.

    Algum dia,minha querida,esse mundo vai ser mais bonito do que é.
    Tenho sabido dos seus novos pensamentos e crenças.
    Apareça em casa para tomar um café! ”

    Sim,foi assim que me senti,e também quando eu passei por aquele bosque que fica perto do templo que eu frequento.
    Como se eu tivesse recebido um aperto de mão de grandes amigos de outros tempos.

    E com isso,uma promessa de que o mundo,e de que a vida,ainda serão mais bonitos.

  27. Comentário por McAfee 11 — quinta-feira, 19 de maio de 2011 @ 19:37:52

    Boa noite a vcs.

    Eu…

    -já tenho senha nesse pc.

    -renovei a assinatura do antivírus.

    -vou por senha no outro pc,e renovar a assinatura do antivírus lá também.

    -se vierem as faturas no meu e-mail,esse antivírus será trocado pelo AVG e então essa seção de conversas sobre informática,entre outras,vai ficar com esse nome,e voltará aos primeiros números.

    -enviei o e-mail e a senha do blog da Selma,para o André Pegnoratto ontem,por e-mail.

    -refiz uma -ou mais mensagens para ele hoje,porque algumas foram apagadas,e acabei falando em outros temas.

    -aprendi por esses dias,a ver programas televisivos pela web.

    -andei baixando alguns programas naquele meu pc que está estragado. Parece menos estragado,mas é só começar a usar,para se ver o que acontece.
    Já estou acostumada com isso.

    -aproveitei, andei escrevendo algumas mensagens no outro blog,bem como conferindo onde estão uma ou outra poesia que andei escrevendo por lá.

    -então, já posso voltar ao meu tema costumeiro,aqui.

  28. Comentário por McAfee 12 — quinta-feira, 19 de maio de 2011 @ 19:48:26

    Planos “tecnológicos”.

    Não chego ao ponto de planejar aumentar meu Q.I em quarenta pontos, algo planejado por um rapaz esperto cujo blog eu já postei aqui, e que escreveu um livro.
    Mas, pretendo - num prazo de uns três anos, ter - (e saber usar):

    -um celular simples.

    -uma câmera fotográfica digital para eu fotografar as dálias,as touceiras de miosótis,as damas da noite,e as copadas dos ipês amarelos daqui do bairro.

    -um teclado samplerizado(e fazer o curso para saber tocar)

    -uma brainmachine.
    (para estimular o cérebro)

    Atualmente,eu já acho que tecnologia e prática religiosa podem ser unidas entre si,e com grande proveito.(leiam o Turbilhão 705, da presente data,no outro blog)

  29. Comentário por até depois — quinta-feira, 19 de maio de 2011 @ 19:50:15

    °°°°°°°°°°°°°°°°°°

  30. Comentário por humpf — sexta-feira, 20 de maio de 2011 @ 11:14:36

    como vocês viram,eu não consegui voltar depois.ontem.

    Até estive aqui,e fiz uma pesquisa sobre a Itália.
    Mas não consegui escrever mais.
    É esse frio,que deixa as pessoas sonolentas mais cedo.
    Todavia,só agora posso ter o privilégio de reclamar disso,pois antes eu não tinha uma internet própria - que me deixasse cair no sono antes de eu usar seu potencial.

    Se isso está acontecendo,é porque eu também estou usando a web mais do que eu conseguia usar,antes.

    Bom dia para vocês.

  31. Comentário por McAfee 13 — sexta-feira, 20 de maio de 2011 @ 11:35:38

    Nesse momento,estou usando o speedy, ou seja,estou usando o “computador da sala de jantar”.

    Portanto,os textos que vou escrever na próxima meia hora,ou nos próximos cinquenta minutos,eu não escreverei no word,pois ainda não sei usar direito esse recurso.
    Receio deixar algum documento meu gravado aqui nesse pc.
    Eu posso até digitar minhas crônicas na frente das pessoas, sabendo que elas,ao passarem,estão vendo o teor dos meus assuntos- se bem que ninguém tem muita curiosidade sobre eles- já que sou considerada uma senhorinha de pensamentos “diferentes”.

    Mas, deixar minhas crônicas “por aí” - já é diferente,e algo que eu prefiro evitar.
    Antes as poesias,e mesmo assim…também existiria o risco de alguém entrar em “alfa” por lê-las. (hahahaha…)

    Então, estou escrevendo as crônicas de agora diretamente no espaço da mensagem.
    Se bem que ando me dando conta do seguinte.
    As bandas largas particulares não são boas,e para serem melhorzinhas um pouco, precisam cobrar caro pela mensalidade.
    Uma mensalidade que se paga pelo uso do melhor plano da Vivo por exemplo,é um dinheiro com o qual um cidadão comum consegue pagar uma conta telefônica,com speedy, tv a cabo,e ainda a conta de água de uma casa pequena.
    Se não podemos pagar esse preço,então temos que aceitar,com alegria mesmo- porque é melhor do que não ter independência virtual- temos que aceitar um internet cuja eficiência é vinte por cento a menos do que a do speedy.

    A Tim, tem os seus méritos,e não estou reclamando dela de uma forma específica.
    Tem suas vantagens,que não são poucas.
    Se o meu plano fôsse da Claro,eu não ia ter chance de romper o contrato antes de um ano,sem pagar multa.
    Com um plando da Tim,dá para fazer isso, depois de três meses.

    Mas, estou criticando “um pouco” a todas as operadoras,pois sei que os limites dela não são exceção- e que ela até se esforça.

    Acho que alguns problemas ” a mais” que o Terra andou dando,em parte, foram aumentados pela conexão da Tim.
    Lembro que quando eu usava só ao speedy,era menos fácil a perda de textos.
    Ocorriam sim,mas com menos frequência.

    Ainda bem que estou usando o wod,atualmente.

    Noto que ocorre assim:

    em sites muito bons,e sistematicamente em ordem- eu navego bem- com a Tim.
    Mas naqueles mais problemáticos um pouco, eu também navego mais lentamente.
    Suponho que se o gd do Terra ainda existisse,mesmo uma piada de duas linhas,eu teria que escrever no word,para depois mandar.

    Sim,cheguei a essa conclusão.

    E ainda por cima, nada de reclamações,porque não posso reclamar da minha sorte virtual atual.
    Estou tendo mais internet do que eu jamais sonhei na vida,e voltei a poder fazer muitas pesquisas,e a navegar bastante em imagens.
    Até programas de televisão,ando podendo ver, estando sozinha,e longe do entusiasmo da turma.

    Mas,isso estou contando para comentar sobre a banda larga brasieira.
    E para contar ao sr.William mais uma parte do mistério que ele não entendeu:

    porque andei perdendo algumas tentativas de dissertação atualmente.

    Por isso- quando for possível - e quando não tiver muito barulho por perto, e se for durante o dia, usarei o speedy, e deixarei a Tim de lado.
    A ela,vou continuar usando na maior parte do tempo, pois na maior parte do tempo,o uso dos outros pcs disponíveis não é mesmo possível.
    Mas,sendo mais “racional”- acho bom não ser tão radical o tempo inteiro no uso de algo “que é meu” só por ser meu.
    Mesmo porque-isso não me faz prejudicial- e além disso,eu sou a única que sabe fazer a manutenção nesse pc.
    Cada vez que o ligo,eu ponho em uso todos os programas que colaboram nessa manutenção- que os outros costumam não usar.

    Também,usando esse aqui,estou vendo que meus erros de singular e plural que se tornaram muito comuns atualmente,se devem ao teclado novo de nets e notes.
    Umas vezes eu aperto a tecla correspondente a uma letra,mas a letra não é digitada.
    Pensando que ela foi digitada,eu sigo em frente.

    E como eu não costumo fazer muita revisão final das crônicas,depois a publico do jeito que foi escrita.

    Mas,isso aí.

    Comentário sobre questões virtuais e de informática,feito.

  32. Comentário por Encrenca 378 — sexta-feira, 20 de maio de 2011 @ 12:12:19

    Ontem estive pesquisando sobre a Sicilia,na Itália.

    Não reparem a falta de acento agudo no nome,pois no idioma italiano,é assim mesmo que a palavra é escrita.

    A Sicilia,foi uma “província” onde os adolescentes conspiradores contra o Pitaco,ditador da Grécia seiscentos anos antes do calendário conhecido atual- onde os adolescentes que conspiraram contra o Pitaco,que eram Safo, Alceu e Arquilôco- entre nomes conhecidos (”sinto” que mais uns dez nomes desconhecidos estiveram com eles nisso tudo) foram exilados por cinco anos- por terem feito essa conspiração- à semelhança da guerrilha de nervos que os comunistas e que os simpatizantes do comunismo,tentaram fazer contra o governo de exceção- instaurado no Brasil em 1.964, e findo em 1.985.

    Por esses dias eu supus romanticamente que Pitaco,os mandou para lá,para tentar acalmar a Psapha, a mais barulhenta entre esses revoltosos.
    “Uma mulher poeta em um lugar bonito,não vai continuar assim a vida toda.”- ele poderia ter pensado.
    Sei lá se isso aconteceu mesmo.
    Talvez, a Sicília fôsse o único lugar habitável na época,para onde aquela moçadinha podia ser mandada.

    O que eu acho da Itália,e de preferência,o que eu acho da Sicília?

    Hum…eu conhecia essas cenas dos muitos filmes que eu vi na televisão.
    Nunca tive curiosidade de procurar por esses locais aqui na web,e ontem foi a primeira vez que eu fiz isso,depois de seis anos de incluída digitalmente.

    Motivo?

    Sempre tive- a vida inteira,uma sensação de “asfixia” ao pensar nesse local,ao ver suas imagens em revistas geográficas,e na televisão.
    Se alguém desejasse me mandar para algum local onde eu ia me sentir com estranhos e inexplicáveis limites à minha expansão em geral,poderia me mandar para lá - tranquilamente.
    Por um ano ,mais ou menos,eu ia ficar com a nítida sensação de ter ido para o paraíso dos tolos.
    Essa sensação é muito velha,e por isso, eu nunca procurei muitas informações sobre a Itália,em lugar nenhum.
    Só me interesso de verdade,é pelos museus que tem lá- e por sua gente muito delicada e cortês.

    (O Príncipe é filho de italianos.)

    Bem como me interesso pelos seus personagens históricos.

    Atualmente,então eu já sei a origem desse meu ponto de vista sobre essa linda localidade- porque não tenho nenhuma dúvida sobre sua beleza além da conta.

    Em revistas geográficas, eu lia de tudo, “visitava todos os locais”,mas certas cidades italianas ficavam por último,ou nem eram conferidas em suas informações.

    Quando menina- e crianças sempre estão mais próximas de suas vidas passadas,podendo ter um monte de insights a respeito- andei sonhando com esse lugar,e sonhei com uma construção que eu chamarei de “coliseu da Sicilia”- que é uma edificação cheia de pilastras.

    No meu sonho,essa edificação ainda não tinha a aparência atual,e era um “forte” com outra aparência, que eu costumava visitar muitas vezes- à procura de fantasmas,porque nunca tive medo deles.
    Sempre acordava com uma sensação de mal estar.
    Não era com uma sensação de tristeza,mas era com uma sensação de ter estado num lugar chato.
    Com a sensação de ter perdido uma viagem.

    segue (tenho que ser esperta,pois não estou usando o word)

  33. Comentário por 378,continuação — sexta-feira, 20 de maio de 2011 @ 12:45:31

    Acho que Safo e sua galera sofreram bastante por lá, porque eles estavam muito habituados às comodidades dos centros urbanos da época.
    Isso entendendo que a vida urbana desse tempo, era uma vida cinquenta por cento mais rural e selvagem do que a minha vida desses dias atuais,mesmo se eu morasse na Serra do Mar paulistana,tendo que cultivar meus alimentos.(fiuuuuuuu…)

    Então,as coisas para eles não foram fáceis.
    Suponho que precisaram usar fogões a lenha, lavar a roupa no rio, precisaram matar cobras e insetos venenosos, se defender de pragas,e que não usaram dinheiro,mas que trocaram produtos que cultivaram com os vizinhos,para ter alimentação melhor.

    Talvez,usaram as mesmas roupas,até que ficassem puídas.
    Cartas,eles levavam meses para receber e para enviar- sempre na dependência de barcos cretenses ou fenícios.

    Isso pode ter sido como foi para eu morar na região metropolitana de São Paulo, na infância.
    E eles não desenvolveram afeição pelo lugar,porque eram muito novos na época,e porque para ali,foram isolados à revelia.
    Se tivesse ido para lá,em férias,ou por vontade própria,- talvez iam gostar mais de estar lá.

    Ou seja, acredito que inconscientemente - eu ainda vejo aquela localidade como um local “onde se pune”, e por isso,não consigo dar o valor ao mesmo lugar,que ele com certeza tem.

    Se eu ganhasse na loteria,ou se eu acumulasse em FGTS e em economias pessoais bastante dinheiro para poder viajar pela Europa,aquele seria o primeiro dos dez últimos locais que eu iria visitar.
    Acredito que eu ia gostar de lá,mas não para ficar por um período superior ao de alguns dias.

    O que eu acho que eu poderia esperar?
    Caso eu fôsse lá a passeio,ou caso eu fôsse morar por lá, por qualquer motivo?

    Afinal,seria fácil eu- com meu interesse artístico, acabar indo estudar a técnica do mosaico,na Itália, e é só lá que existem bons cursos a respeito.

    O que eu poderia esperar- caso eu tivesse dinheiro para por lá viver melhor um pouco, seria ver um monte de filmes intelectualóides e meio chatos,em três dimensões,em cinemas e cineclubes.
    Ficar indo- em horas livres,em mostras artísticas de artistas contemporâneos inteiramente desegoados,e cujas obras me deixariam com uma sensação de desespero.

    Ver por onde eu passasse,em cada rua, placas de quilometragem,indicando: Roma a trezentos quilômetros.

    E ainda eu veria essas mesmas indicações para outras cidades, bem como para os museus.
    Andaria por shopping centers,e acabaria comprando um eletroeltrônico que eu nunca conseguiria usar,pois ele só funciona por ex- perto das torres de recepção siciliana.

    Estaria no meio de um monte de mauricios e patrícias, com suas compras, de um monte de senhorinhas com a cara da dona Rita Pavone,veria uma casa de leilões de quadros convencionais, gerenciada por uma pessoa da família do meu primeiro namorado.
    Se fôsse falar com ele,em inglês- naturalmente- ele diria que não conhece esses parentes brasileiros dele,e que só tem certeza que nos “anos quarenta, alguns parentes dele se mudaram para o Brasil,mas que ninguém sabe como eles vivem,hoje em dia.”

    As pessoas,sabendo que sou brasileira,de vez em quando me criticariam pela proteçáo dada ao terrorista Césare Battisti,e eu teria sempre que dizer que eu nunca concordei com essa atitude do governo do meu país.

    Depois de um ano,estaria com gastrite,e pensando em como “eu fôra capaz de perder uma viagem”.

    Iria embora para casa,pensando que eu ia ser uma empresária bem sucedida na área do mosaico,e que assim que eu voltasse a juntar dinheiro,voltaria para a Itália,mas para visitar outras cidades onde eu tivesse uma vida cultural melhorer, e cujas paisagens eu apreciassse mais.

    Aliás,em qualquer lugar do mundo, - na Inglaterra,no Tibete, no Nepal,na Alemanha, na Serra do Mar paulistana, em Lêucades,na Grécia,eu apreciaria mais qualquer paisagem,- do que ali,na Sicília.
    Qualquer um delas pode me proporcionar a sensação de “vôo livre”,menos a que existe naquele lindo lugar,mas do qual eu nunca consegui gostar tanto.

    Acho que não à toa,e justamente para minimizar essa sensação- eu tenho econtrado alguns descendentes de italianos com os quais eu consigo ter belas amizades, e que não são nada limitados em suas formas de pensar.

    A galera dessa origem- é a gente mais cosmopolita que existe.
    Tirando o gênio estouvado deles,são muito empáticos, e parecem umas vezes,entender mais do que os outros- e na íntegra,o significado das palavras amor,solidariedade, empatia, etc.

    Meu segundo namorado - aquele moço meio bordeline- também é dessa origem.

    Mas,eu também me aventuro a pensar no seguinte:

    e se por motivos de casamento,eu fôsse morar lá?

    (fiuuuuuuuuuuu…)

    Numa terra em que todos o mercados de arte,cultura,estão saturados,e onde não tem mais onde montar negócios na área da hotelaria,nem mais onde montar bistrôs…

    …eu teria mesmo que ser escritora e psicanalista.
    Assim mesmo,eu ia enfrentar uma concorrência forte.

    Não, se eu desejar alguma vez estar mais intensamente no meio dessa galera descendente dos romanos e dos celtas, melhor morar no bairro paulistano da Móoca,do Bom Retiro,ou ir onde o Príncipe mora ainda hoje em dia,pois embora não apareça nas estatísticas - aquele local foi uma mini-colônia dos descendentes dessa origem- e ainda continua sendo.
    É um local meio apagado e esquecido na topografia dos arredores de São Paulo-capital.

    Vou mandar um link, e se eu não tiver acréscimos nem correções a fazer no texto,então bom almoço e boa tarde a todos.

    http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&q=sicilia&gbv=2

  34. Comentário por McAfee- 14 — sexta-feira, 20 de maio de 2011 @ 16:45:24

    Voltarei a usar esse meu laptop maior por um dia,por experiência.

    É,entendo que eu estava ficando com dor no pulso,por causa da distância entre a margem do pc,onde encontra o mouse,e o teclado.
    Mas não é um problema que o uso de algumas revistas por baixo da parte do vídeo,ou que uma posição na diagonal do pc- não possa atenuar muito.

    Essa tela maior é da maior utilidade.
    Elimina a necessidade da rotina de ficar aumentando e diminuindo a configuração de imagem- rotina que eu tenho que ter no pc menor.
    Mas,esse pc tem a desvantagem da duração menor da bateria, e ainda não se pode sair de casa com ele.
    É pesado,e chama a atenção em qualquer lugar em que seja usado,fora de casa.
    O outro,eu consegui até ligar no ônibus,outro dia,para ler esse blog.

    Vou tentar me acostumar de novo a usar esse em alguns dias do mês.
    Sempre em casa,e principalmente,para ver “televisão”.
    Hoje eu vou ver mesmo o Globo Repórter.

    De uma coisa estou certa,ainda que eu suspeite que eu me equivoquei um pouco na compra dele meses atrás,porque eu ainda não tinha prática nisso.
    Esse pc aqui é um dos “notes” mais bonitos que tem.
    Mesmo sua tela “led” chama a atenção.
    Em alguns meses,mandarei consertar ele- para que ele “seja curado” do problema que o faz ficar se desligando automaticamente.
    Mais tarde,vou baixar o Ccleaner nele.

    Enquanto der e for conveniente,irei usando os dois pcs.
    Ele poderá ser trocado por um Ipad ou por uma brainmachine (máquina de meditação),a qualquer momento imprevisto.(esse aqui)

    Isso aí.
    Uma boa tarde a quem “viu”. (kkkk…)

    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  35. Comentário por McAfee- 15 — sábado, 21 de maio de 2011 @ 00:23:06

    Boa noite aos “que virem”.

    É,constatei que nenhum dos programas da rede Globo,- tirando as novelas,pode ser visto ao vivo,pela internet.
    Estive aqui mais cedo,para verificar isso,enquanto baixava programas computacionais nesse pc.
    (que atraso de vida)
    Usei a televisão que tenho aqui no sótão que ainda bem- que não é do Paraguai- é até muito funcional.
    Eu hem…
    Vi que dá para colocar uma barra de novelas na tela,mas para que vou querer isso?
    Pensou um pc que me causou tanto empenho-ser usado para ver novelas?
    Faça-me a gentileza.

    Mas, conferir a lista de programações da Globo, teve a vantagem de me mostrar que posso ver os Globos Repórteres atrasados,via web,e eu vi que a emissora ainda possui aquele programa entitulado “Globo Mar’,que eu não consegui continuar assistindo,por passar de madrugada.
    Sim,sou atraída por aventuras marítimas.
    Desde que me conheço por Nihil.

    Há vídeos desse também, e de todos os demais,da emissora.
    O problema,é que esses clipes demoram muito para ser rodados,na web.
    Um de uma hora,acaba passando em duas.
    Isso pode ser constatado quando se vê qualquer vídeo do youtube.
    Ele pára várias vezes,e ficam rodando aquelas bolinhas no meio da filmagem,para ela continuar depois.

    Acho que só a TV Cultura, entre os canais abertos- disponibiliza sua programação ao vivo.
    Suponho que as outras emissoras- se preocupam muito com a publicidade,por isso,para elas é importante o telespectador ver seus programas na televisão,onde ele terá menos chance de suspender os comerciais.
    Glória Maria,a repórter,agora deve estar conversando com os internautas,sobre o Butão-no site da atração.

    Por enquanto,será mesmo só ao Provocações que eu vou conseguir ver aqui.

    Aliás,vi mais dois dos motivos pelos quais,deixei esse pc “de lado” por uns vinte dias.
    Além do desligamento automático do mesmo sempre ser inesperado, o teclado aqui costuma ser traidor,- e quando eu vejo,estou digitando as letras em qualquer lugar do texto-menos na sequência.
    Aí,tenho que voltar a crônica para o lugar,mexendo no mouse.

    A outra coisa,é que -se a banda larga que não é speedy-costuma ser mais lenta,quanto mais ela não vai ser num pc de quatro gigas.
    É bit demais para conectar à internet.
    O outro pc menor tem dois gigas.

    Na época em que comprei esse presente,estava convencida de que um valor maior nesse sentido,significaria maior rapidez para o pc,mas acho que não era bem desse jeito.

    De todo modo-gosto desse bichinho aqui,e por mais um dia- eu irei usá-lo,pois a vantagem da tela grande,compensa o resto- e também é possível notar que esse teclado meio tdah,fica mais “quieto” se estou escrevendo tudo no word.

    É o que estou fazendo nesse momento.

  36. Comentário por Encrenca 379 — sábado, 21 de maio de 2011 @ 01:35:38

    Cadê o povo no blog da Selma,no dia de hoje?

    Eu continuo achando que o sr.Católico-nique do sr.Historiador,o qual por sua vez,também é “joão”de um(a) parente do professor Andros, agora está no JD,interpretando a personagem K.Richards, uma possível futura sociológa.

    O sr.Historiador era o único de todos nós com conhecimentos dissertativos o bastante,para conseguir alterar a linguagem- e além disso, aquela interlocução é -visivelmente,para o Teacher não ficar sozinho por lá.
    Ou ele só ia dricar com todo mundo,sempre.
    A sra K.Richards,se conectou ali mais ou menos na data em que ele se conectou também.
    Hã…hehe…

    (mas eu sei quem é ela,ou melhor - quem são “eles’…ou seja,esse conjunto de personagens,que agora teriam virado ela)

    Ontem,eu escrevi aquele texto longo para o André, mas na verdade,eu sempre estouro a “conta telefônica” ao conversar com o sr.Hosaka.(continuo acreditando que o Andé é ‘joão” do sr.Hosaka)
    Eu gosto tanto dele,que sou “capaz de me perder no mesmo,ou por causa do mesmo”,seria capaz de ficar perto dele- só ouvindo lorota,e falando lorota,até o fim da vida,prá sempre pá mais três dias.
    Eu acharia isso estranho,mesmo que possa ser reconhecido como - “interesse amoroso”,se eu não tivesse ficado sabendo que a filha da Safo se chamava Kleines.
    Quando li o livro “Eros,tecelão de mitos”e vi ali alguns personagens da vida dela,comecei logo a relacionar uma parte deles,com pessoas que eu conheço na atualidade.
    Os mais difíceis de ser relacionados a quem quer que fôsse,e cujas vinculações levei uns três meses para descobrir,foram esses que seguirão:

    -Kleines- a filha.

    -Arquilôco- o outro conspirador contra o ditador Pitaco,e poeta que foi passando das rimas à filosofia.
    Isso aconteceu,não foi ficção criada num poema que eu escrevi,onde ele apareceu como personagem.

    -Áttis, a melhor aluna da escola,e mote da maior parte das poesias da sra Safo.

    -Dhorikka, a cunhada tranqueira.

    -Cáraxos, o irmão simplório.

    Minhas suposições sobre suas atuais identificações:
    (Sr.Ícone, sr.William, uma sobrinha com …(que coincidência) …esse mesmo nome…,a irmã Dóroti, um parente distante muito simplório e muito “pureza”, que uma vez,me emprestou um livro de trovas nordestinas,e outro do poeta Bocage.(só faltava depois,ele ter conhecido as poesias da Safo por causa de algum livrinho de bolso,e eu nunca ter sabido disso)

    Tem outros nomes de pessoas que estiveram relacionadas a ela,que para eu,continuam até agora,um verdadeiro mistério.
    Não sei se as encontrei alguma vez,porque não há qualquer descrição de personalidade para cada um desses personagens.
    A Irana,aluna dela,que depois abriu uma escola - podia ter sido agora um colega chamado Hiram( ele nunca vai ler esse meu texto) com quem eu trabalhei por um ano, no mesmo setor,ou nicho- de uma empresa.
    Nosso serviço dependia um do outro,e nos dávamos bem.
    Ele acabou saindo, para fazer nunca soube o que.
    Recentemente(uns quinze anos depois),eu o vi trabalhando num serviço perto de uma estação de ônibus,mas não o chamei,nem me fiz reconhecer.

    Mas,nunca vou saber quem foram Girynnó(ela tinha algum sapo na família?…hahaha…), Gonghyla,nem Andrômedra.
    Imagino que os pais de Safo naquela vida(Skamandronymus e dona Kleines) não são os atuais,mas podiam ser meus padrinhos católicos.(fui batizada,crianças de três meses de idade não tem como escolher …)

    Eu suspeito sobre as identificações de alguns que ela não conheceu,ou que ela não conheceu por muito tempo-mas que se tornaram fãs dela.
    Aliás,às vezes,é fácil nos apaixonarmos por quem nunca será muito conhecido. O mistério alimenta as fantasias necessárias à imaginação amorosa de alguns.

    Anacreonte,o menino que aprendeu dança em sua escola,e que não pôde continuar seu treinamento ali- porque ela fechou a “instituição”, cismou com ela desde aquele tempo.Posteriormente,se tornou poeta da corte grega.
    É sr.Joaquim Fontes…meu amigão que nem sabe que é meu amigo.

    Sr.Máximo de Tiro,o professor de grego,que viveu duzentos anos depois dela,e que colaborou para a transcrição de alguns trechos de obras dela- evitando que ao menos esses fragmentos,fôssem destruídos,tem seu correspondente no professor de português sr.Maximiliano,da minha sexta série,que me emprestou os livros do Monteiro Lobato,e que parecia simpatizar comigo,bem como com minhas redações.

    Quando terminou o regime militar,em 1.985,ele foi candidato a um cargo político na cidadezinha da região metropolitana onde morei num entreposto de passagem de manadas de gado,mas nunca soube se ele ganhou a eleição,- tenho certeza que teve suas boas idéias para a política.
    O filósofo Aristóteles,outro simpático a sra Safo,e um dos grandes divulgadores da mentira de que ela havia se atirado do rochedo de Lêucades,por causa do Faón- e isso foi dito com boa intenção,mas sempre foi inverdade- bem…eu suponho que ele continuou sua aventura - como sr.Tomé, aluno do sr.Jesus, como São Tomás de Aquino católico.
    Essas referências a ele,só estou fazendo,porque ele foi “amigo” da moça de Lesbos,e aqui interessam principalmente os personagens envolvidos com ela,em vida,ou em morte.
    O poeta romano Ovídio,outro que na tentativa de ‘purificar’ sua herói grega, colaborou para a lenda do suicidido dela- eu não sei de quem se trata…
    …mas eu tive um outro colega de serviço com esse nome.
    Moço esquisito, até hoje nunca soube que opinião real ele tinha sobre quem quer que fôsse.
    Nunca me foi antipático.

    Ainda dá para mencionar dr.Sócrates,Lisias e Fedro, -interessados do período posterior,na poesia,e na pessoa dela.
    Dr.Sócrates, -meu deusinho florido…- falava que “ela era a mais bela entre as belas” e brigou com o Lísias por causa da mesma. Com o Lísias,que sabia de cor,todas as poesias da musa deles.
    Era por isso que sempre que eles se encontravam,eles falavam sobre o amor.
    Essa drica deles foi uma piada.
    Lísias era Safo retornada,e acho que ele sabia disso,mas não contava nada prá ninguém.
    Dr.Sócrates podia ser o Arquilôco,agora- em posição de “maior vantagem”,mas não dá para ter certeza.
    Fedro,um menino que ficou sob a tutela deles,por um tempo,e que queria ter as “emoções’ que faziam as pessoas escreverem poesias,e que com seus dois amigos,aprendeu a ter essas emoções- conseguindo então,se tornar um poeta, - suponho, é o poeta Ferreira Gullar.
    Isso,porque segundo ele mesmo contou, passou por uma história ao contrário da anterior,no inicio da adolescência.
    Ele então tinha a inspiração para escrever poemas,mas não tinha a sintaxe.
    Uma professora o mandou estudar essa sintaxe,e foi exatamente o que ele fez.
    Dois anos depois,ele já era então,um poeta completo.

    Mas,é isso aí.
    E esse texto,que começou como um comentário sobre nossos amigos dos outros sites,acabou virando mais uma Encrenca.
    Ele ia ser a Carpideira 336,mas quando vi seu teor,acabei mudando o título para Encrenca 379.

  37. Comentário por por ora, — sábado, 21 de maio de 2011 @ 01:42:43

    até amanhã à ‘tripulação”- festei demais por hoje.

    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  38. Comentário por bom dia — sábado, 21 de maio de 2011 @ 09:11:17

    #

  39. Comentário por 379,continuação — sábado, 21 de maio de 2011 @ 09:59:55

    Tentarei uns acréscimos ao meu ingênuo texto Encrenca de ontem à noite, que na verdade, foi um resumo de textos Encrenca mais antigos- nos quais as identificações mencionadas,entre personagens do passado e do presente,foram feitas.
    Mas,de lá para cá,eu alterei a percepção sobre Cáraxos e Dhorikka,por ex.

    Sr.Máximo de Tiro, tentou ser “amigo da Safo”. Além de copiar alguns dos seus fragmentos,em livros que ele escreveu- livrando esses trechos assim,do fogo que seria ateado às suas obras- além de ter colaborado para uma lenda sobre o suicidio dela,porque ele achou que isso seria “bom para o nome” da poeta (na verdade,isso não fez diferença,mas reconheço que a intenção foi boa)- ele ainda afirmou que nunca acreditou que ela tenha sido “invertida” e que aquele jeito dela escrever,foi para dar relevância ao tema amoroso,conforme era aceito pelos gregos do tempo em que ela viveu.(por motivos também explicados nas minhas primeiras Encrencas, o povo desse período tinha a estranha concepção de “que o amor erótico acontece mais,é entre os iguais”. Que nem na França, dos séculos mais recentes,em que o verdadeiro amor,era sempre um caso extraconjugal.)

    ‘Xá ver o que mais.

    Claro que minha mente deu voltas e voltas por meses,para tentar “achar a Kleines’.
    Ninguém conhecido correspondia às características de personalidade percebidas na poucas informações existentes sobre a menina.
    Comecei a pensar que havia sido a psicanalista Melanie Klein,até que um dia,acho que no começo de fevereiro, eu acordei de um sonho em que eu tinha batido o maior papão com o sr.Hosaka, e acordei sorrindo…e de repente,eu formei em minha voz - as palavras “fran” e “klein”.
    _Arara!- falei em voz alta.
    Nessa hora, então eu reconheci quem “eu procurava’.
    Não foi uma questão só de nome,mas foi de “energias”.
    Comecei logo a entender o jeito dele atual,como algo começado naquele tempo,como reação a um ambiente barulhento,onde era necessário ter-se muito empenho para a concentração em qualquer coisa.
    Passei a entender esse “quase vínculo” com ele.

    A Áttis - só foi difícil de ser “achada” porque nem sempre estou atenta,porque seus nomes são iguais…e o temperamento parece ser o mesmo da personagem daqueles versos.
    (quando ela nasceu, e eu a vi, - passaram-se horas,e eu ali de pé,olhando para ela.
    Precisaram me chamar “para a vida” de novo.
    É o(a)parente com quem mais me identifico.
    Que nem quando uma mãe tem uns cinco filhos,mas acaba ficando mais próxima de um ou de outro.)

    A verdadeira Dhorikka,no inicio,foi confundida com o Cáraxos.
    Até eu verificar sua prosa mais liberal- que sempre me incomodou um pouco,e lembrar daquela “visão lúcida’ que tive antigamente com ela- fantasiada de egípcia,fugindo de um outro país,que não era o Egito, com a ajuda de um barco.
    Eu sei que na época,eu ri,e contei para ela- que então era uma menina,que eu tinha visto ela fazendo isso.
    Ela disse que gostava muito dos filmes do Egito antigo.
    Quando eu soube que ela é que foi a cunhada chata da Safo, garanto que me senti culpada pela raiva que Safo sentiu da mesma,naquele tempo,bem como por aquelas palavras proferidas sobre a mesma,que foram as seguintes:

    _ Morta,ninguém te lamentará
    não conheceu as rosas da Piéria,
    junto com ela,seu xale será enterrado
    ninguém dela jamais se lembrará.

    No português atual,e no meu modo de falar, a quadrinha acima poderia ser resumida em algo como:
    _Há pessoas que nasceram para ser esquecidas,e Dhorikka é uma delas.

    Quando estou ficando rancorosa em relação a quem quer que seja,costumo pensar mesmo assim,e desse jeito,acabo deletando o personagem hostil da minha mente,e evitando alimentar ressentimentos.
    Então, tenho tentado pensar que Safo,na verdade,quando disse aquilo,era porque estava tentando não sentir raiva da cunhada que tinha roubado ao irmão Cáraxos.(irmão da Safo)
    Eu lembrei também de quantas concessões eu fiz para a -hoje em dia-irmã Dhorikka- e isso tudo, muito possivelmente,por causa de uma culpa inconsciente pelas nossas brigas de milênios atrás.(fiuuuuu…)
    Mesmo assim,houve um tempo em que ficamos sem nos entender,mas tudo está mais que normal hoje em dia.
    Somos amigonas.
    (e devo um pouco ao fato de ter conhecido ao sr.William,e de conversar com ele,o fato de ter reaprendido a conversar com ela, cujo pensamento atual,é meio semelhante ao dele.)
    Já entendo que nem uma nem outra - em se tratando das personagens históricas que nós fomos,era tão gente boa assim.
    Ambas tinham falhas muito sérias.
    Mesmo que Safo não tenha prejudicado a ninguém voluntariamente,ao menos errou por falar demais, e com isso, alterar de forma ruim o futuro da Áttis,e por quase ter desamparado o Cáraxos,quando ele pediu ajuda financeira.
    Safo, que inclusive, era tão orgulhosa da fama que achava que ia ter,e que acabou tendo mesmo,no fim das contas,precisou influenciar uma trupe de malucos,para destruir suas obras,para que sua fama excessiva não prejudicasse mais pessoas.
    Por outro lado,Dhorikka,acabou fazendo seu nome na história, através da hostilidade de Safo, e depois, como cortesã famosa no Egito,que foi conhecida como sra Rodópis.
    Ou seja,Safo se enganou.
    Ninguém esqueceu tanto assim da Dhorikka- ainda bem.
    Por outro lado, posteriormente, Safo foi “buscar um pouco de anonimato” porque viu que a fama incondicional,não é sempre que faz tão bem.
    E com isso,aprendeu sua lição.
    Dhorikka,por outro lado, aprendeu sua lição também- por um dia ter envelhecido,e envelhecido sozinha,algo pelo qual provavelmente ela não tinha preferência.
    Safo era mais resistente,e tolerava ficar sozinha,quase chegava a gostar disso,apesar dos pensamentos infortunados que lhe apareciam,quando deixada só.

    A relação entre o sr.Arquilôco e o sr.William,eu fiz quando li uns versinhos do primeiro - já publicados no blog.
    A literatura de nenhum dos literatos gregos antigos,tirando alguns poemas da Safo,está disponivel na web.
    Por mais que tenha procurado,só encontrei uma quadrinha escrita por Arquilôco.
    Diz que ele e Safo foram os poetas mais barulhentos da sua época,mas que os temas um do outro não se influenciavam mutuamente.
    Então,ele hoje em dia,é o sr.Vizinho mesmo…(kkkkk…)

    Estou me divertindo com essa parte do assunto.

    Tentarei continuar mais tarde.

    Um bom sábado a todo mundo.

    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  40. Comentário por boa noite — domingo, 22 de maio de 2011 @ 18:10:18

    +++++++++

  41. Comentário por McAfee 16 — domingo, 22 de maio de 2011 @ 18:18:50

    Como eu contei ao sr.William hoje- em shopping centers,é bom preferirmos usar a lan-house,se tem alguma no mesmo shopping, e nos horários em que se encontrar aberta.
    Nosso pc, ou nosso celular mais sofisticado, usamos em último caso- nesses lugares.

    Também acho bom não me desacostumar de pcs grandes.
    Nesse aqui,não achei o word,mesmo se eu tivesse visto- não usaria,e não consegui aumentar a imagem.

    Mas,estou suspeitando de mais uma coisa em relação aos problemas que o Terra recentemente andou me dando-para publicar textos.

    Além de todas as possibilidades já pensadas nos últimos textos McAfee, eu acho que existe um limite de caracteres para cada caixa de mensagens,que é um limite disfarçado e não informado aos que escrevem em blogs daqui.

    No gd do terra,esse limite era de mil palavras para cada caixa de mensagem.
    Aqui,esse limite talvez é maior.
    Talvez atinja dois mil caracteres.
    Mas,tudo o que passou disso,dificulta a publicação.
    O gd ainda fazia a gentileza de publicar nossas mensagens grandes demais,com cortes.
    Aqui,pode ser que um texto maior um pouco, desapareça.

    Nesses dias,andei escrevendo no word alguns dos meus textos Encrenca,que normalmente são enormes- e que costumam ser maiores do que foram os mais antigos Turbilhões- e ao tentar mandar para cá, precisei tentar mais de uma vez.
    Acho que se cada um deles tivesse sido escrito diretamente na caixa de mensagens, a chance de passar pela primeira vez,seria maior.
    Mas,também- a chance de que ele desaparecesse, e de eu perder o texto,continuaria existindo e sendo expressiva.

    Por isso,é melhor mesmo escrever no word,ainda que em alguns casos, eu tenha que tentar “uma vez e meia” postar,depois.

    É isso aí.

  42. Comentário por McAfee 17 — domingo, 22 de maio de 2011 @ 18:28:48

    Eu fiquei esperando ansiosamente por esses dias,que o sr.Hosaka escrevesse uma mensagem no blog da Selma,para que fôsse ele a tirar da primeira página,a poesia da Gilka Machado,pois eu ia sentir remorso-se fôsse eu a fazer isso.

    Como sempre- cada palavra do sr.Ícone a mim- soa como uma rejeição e como um estranhamento,mas atualmente já consigo ter frieza para pensar que se ele anda falando nisso- é porque ele já está me “rejeitando menos”.
    Senão,ele nem ia conseguir articular palavra sobre o caso.
    Ou seja,estou começando a conseguir o que desejo,que é conquistar a amizade dele.
    Sei que ainda tem “caminho pela frente” para isso,mas esse é outro caso, e que merece mais ser falado numa carpideira,do que num McAfee.

    O que é importante,é que isso me motivou a falar um pouco mais de tecnologia por lá hoje.
    E eu já falei nas minhas mudanças de idéia a respeito.
    Estou refreando meu entusiasmo nessa parte,pois dinheiro não aceita manejo de bobo alegre- sem algumas consequências.

    Aquilo tudo que eu falei que eu vou ter, em se tratando de bons equipamentos eletrônicos desejados,eu vou ter sim,mas num espaço maior de tempo.
    Uma coisa ou outra vai ficar mesmo para daqui a dois anos.

    Para esse momento,estou satisfeita por ter alcançado quase uma auto-suficiência em questões de internet.

    Precisa mais do que isso?

    Por ora não.

    Se eu ficasse assim como estou nesse momento,por uns cinco anos,mesmo daqui a cinco anos,eu não teria me cansado da vantagem atual.

    Andei me encantando pelo Galaxy Tab- mas se eu for ter um, o notebook Lenovo terá que ser trocado por ele,- tentarei não gastar dinheiro com isso.

    Hã…er…o sr.Ícone tem mesmo uma certa influência sobre mim.
    Foi me levando a gostar mais de tecnologia.

    Mas eu tratei de tranquilizá-lo por lá mesmo,que não vou “empobrecer” para ter tudo o que eu acho que eu preciso ter,muito depressa.

    Isso pelo meu bem.

    E eu precisava dizer isso,exteriormente,como uma afirmativa disciplinar para eu mesma,como uma confirmação de uma atitude pessoal.

    Muito boa tarde a todos,até mais.

    ºººººººººººººººººººººººººººººººººººººº

  43. Comentário por boa noite — segunda-feira, 23 de maio de 2011 @ 19:21:10

    ;;

  44. Comentário por McAfee- 18 — segunda-feira, 23 de maio de 2011 @ 19:40:21

    O Galaxy Tablet da Samsung,é exatamente o aparelho que eu previ que iria existir,- lá pelos idos de 1.991.
    Eu o vi numa loja ontem.
    Parece algo de filme de ficção científica.

    Tenho certeza que as futuras versões do Galaxy Tab,serão melhores do que o Ipad.
    Ainda bem que não me precipitei na compra de algo tão desajeitado quanto o Ipad,que apesar de ter suas vantagens- ainda faz meu netbook parecer prático,e no sentido de oferecer poucos riscos ao ser portado em público.

    Já o tablet não oferece esse perigo de chamar tanto a atenção assim das pessoas.
    Pode ser escondido com rapidez em ambientes esquisitos,não pesa,é fácil de manejar, tem funções de televisão,rádio,gps, tem um gigabyte de memória,tem acesso a uma internet normal,ao google,e ao google maps.

    E se em meu netbook,a bateria dura três horas e meia,dependendo do que eu faço no computador,no tablet a bateria dura sete.
    Ou seja,é computador para se andar fora,o dia inteiro.

    E para podermos evitar parar para ir em lan-houses.
    Dá para conferir no ônibus.

    Ainda, é possível usar o sistema telefônico voip no mesmo- ainda que isso não tenha nenhum interesse para eu.

    Mas,é bom saber todas as funções que tem esses equipamentos.
    Tem wi-fi,o que significa chances de conexões com celulares,e com nossos outros pcs, ainda que eu demore muito para aprender a fazer essas conexões,caso venha a ter um equipamento assim.
    Se eu disse que esse meu netbook,tem sobre o celular a vantagem de não ter uma tela tão irritantemente pequena para se ver a internet, - eu dira que esse net,de todo modo, é jurássico perante o tablet.

    Ele tem uma tela três vezes maior do que a de um celular,oferece uma visão confortável a quem não tem muito problema de vista,possibilita a leitura de livros,e isso tudo,ocupando menos espaço do que o net ocupa.

    Enfim- é uma jóia azul.

    Eui decidi que vou adiar mais uma vez a compra de vários eletroeletrônicos que há tempos estou querendo ter,para ter um tablet até o fim do ano.

    Além de tudo,a conta de internet para ele,é mais barata.

    Mas,acho que a desvantagem,seria que para operá-lo,eu não usaria um modem 3G- o que inviabilizaria o uso do net, que ficaria sem uso.
    E de todo modo,para escrever,eu tenho certeza qe eu ainda vou preferir um computador comum,por muito tempo.

    Não faz mal.
    Eu poderei ter o tablet,e deixá-lo sem uso por um tempo,até decidir o que fazer,.
    Ou por nele uma internet banda larga comum,e no net, deixar uma “internet alternativa”.

    Se não houver solução para isso,também não tem problema,.
    Adiarei a compra para quando houver uma versão melhorada dele, o tablet, - a “televisão de bolso”.
    Aí, eu comprarei a brainmachine antes.

    No tempo em que eu imaginei que ele ainda iria existir,eu assistia mais televisão.
    Hoje em dia,praticamente não vejo mais nada na telona- a não ser o Provocações.

    Mas,um tablet terá outras utilidades para eu.
    E por causa dele, vou desistir do gadget chamado Ipad,que dentro de pouco tempo- será considerado caro,desajeitado e jurássico por alguns.
    Que sempre o desejam para fazer dele,um terminal de intranet.

    Isso aí.

    A quem viu,até depois.

    (talvez o assunto tecnológico irá prosseguir um pouco,peguei o vírus do sr.Hosaka…(rs…)

  45. Comentário por boa noite — terça-feira, 24 de maio de 2011 @ 19:04:33

    ————————-

  46. Comentário por carpideira 340 — terça-feira, 24 de maio de 2011 @ 19:56:54

    Na verdade, a mensagem aparentemente hostil do sr.Hosaka, ao meu respeito,no domingo, pode ter sido quase inteiramente bem intencionada.
    Isso eu entendi na hora,mas minha mente sonolenta, de quem acabava de acordar, e já ligava esse pc,deletou da minha memória uma frase que ele disse.
    Que eu só fui conferir de verdade,ontem.

    Acho que ele desejou “me trazer para a real” com aquele texto.
    Afinal,pareci tão deslumbrada com a tecnologia,- o que ele viu nas minhas mensagens para o André Pegnoratto, que ele receou que eu fôsse me prejudicar seriamente com isso- e justamente num ano em que vou ficar desempregada.
    Teve medo de ter alguma influência sobre um destino ruim que eu poderia ter,já que ele sabe que em parte do tempo- ele me influenciou a gostar mais de tecnologia.
    Sabe que eu fui influenciada pelos artigos que ele escreveu sobre o Ipad,e sobre o Galaxy Tab.
    Então- ele tentou dizer que eu pareço a ele uma “incompetente” - e esperou que com isso,eu não continuasse pensando em gastar uma parte significativa do meu dinheiro,enquanto eu não tiver outro serviço- ou enquanto eu não realizar alguns estudos.
    Procurou mesmo “me reduzir como pessoa”- achando que assim eu veria o quão “pequena eu sou”.
    Isso tudo eu percebi no dia.

    O que eu não tolerei,foi ele dizer que “eu não tenho intelecto”- e sugerir que eu posso ser um tipo de analfabeta funcional, inservível e incapaz.
    Hahaha…isso depois dele ter passado algum tempo conferindo meus textos,minhas dissertações,minha gramática,minhas poesias,e mesmo depois de ter conferido por tanto tempo sistemático- minha pré-filosofia.
    Ele bem que poderia ter me falado algo como “antes de ficar muito materialista,faça ao menos um curso superior,ou se capacite em algumas especialidades técnicas”.
    Mas ele disse aquilo,num momento em que estou hipersensível nessa parte,por estar descobrindo alguns potenciais meus,e justamente agora,que volto a ficar confiante na chance de melhorar minha escrita e minha comunicação.
    Sendo que ele colaborou um pouco,no ano passado,para eu perder essa estima nas minhas palavras,conforme já comentado nesse blog.
    Se eu tivesse esperado um dia para reagir,talvez eu só teria contrareplicado a ele alguma coisa do tipo:
    “isso é falta ou excesso,sr.Hosaka?”,mas naquele momento,e como tem sido comum em casos semelhantes,eu achei que minha “agitação” não iria diminuir.
    Mas,diminuiu.
    Isso quase sempre acontece.
    Entretanto,eu já despachei ele por um tempo.
    E me dou por feliz por não ter maltratado ele em nenhum momento. Só disse que ia me afastar do blog,porque fiquei dricada com ele.
    E que eu espero “desculpá-lo em algumas semanas”.
    Agora,terei que manter a palavra,ou não imporei respeito.

    Afinal, se dependesse só de mim,eu voltaria para lá agora mesmo.
    Porque ele só passou da conta no que disse,e talvez,no afã de evitar dar um prejuízo para mim- acabou exagerando nas palavras,sem perceber.
    Mais uma vez,fui tola, e fui tola,por não ter me dado tempo para pensar.
    Ele só exagerou nas palavras.
    Ficou com medo de que eu me prejudicasse seriamente, e dele ficar com a culpa depois.
    O sr.Hosaka deve ser do tipo de pessoa que não tem nenhuma prática em ter conversas comuns, e sem nada a ver com o serviço dele,com os outros.
    Ele não sabe se comunicar direito,não sabe se expressar.
    Ou ninguém entende o que ele diz,ou ele exagera no que fala.
    Eu fui assim na “casa dos vinte anos”, ele vai ser assim a vida toda.

    Pior de tudo- é essa dessincronia constante entre eu e ele.
    Quando estou disposta a me entender com o mesmo,ele nunca está presente, se mostra evasivo,ou mostra má vontade.
    Quando ele tenta ser meu amigo,acontecem cacoetes desse tipo.
    E quem “vai embora” sou eu.

    Não sei o que fazer em relação a esse contato fraternal,tão cheio de bons interesses,mas que jamais se acerta.
    Bons sentimentos,e apenas bons sentimentos,muitas vezes,não adiantam.

    Bom,eu vou esperar mesmo um mês,e assim que esse prazo for vencido,vou reaparecer,e como sempre- vou me desculpar com o mesmo sr.Hosaka,e voltarei a ficar na “quase submissão” de costume.
    O problema, foi que eu tive a maior paciência com a chatice dele por quase um ano,e pode ser que a frase que eu li, apenas funcionou como a água de entornação.Ou como a gota d’água,porque é difícil ter algo de muito bom da parte do mesmo,tirando a parte das informações sobre computação.
    Acho que eu me enchi da indisfarçável acidez dele- movida ainda pelo ressentimento pelo ano passado.
    Mas,não cheguei a fazer nada de errado,e disso eu tenho noção.
    Eu só dei um “chega prá lá” por ora, e nisso- acho que não houve tensão nenhuma.
    Não driquei nem nada.
    Inclusive,ele vai ficar livre de se incomodar comigo por umas semanas,vai ficar livre das minhas perguntas,dos meus pedidos,e tudo o mais.
    E ainda não vai ficar mais passando susto por minha causa.

    Coitado.
    Acho que nos piores pesadelos que ele tem, ele me vê vendendo a casa,para comprar um iphone.
    E teme ser culpado disso.
    Acho que ele me tem na conta de uma louca,de verdade.

    Eu imagino que isso é herança do contato entre mamãe Safo e sua filhota Kleines,que todo dia esperava uma armada nova, e das maiores possíveis- por parte da sua mãe.
    “Ela” continua com uma visão ultrapassada ao meu respeito.
    Se eu falo com entusiasmo em tecnologia, eu falo nisso só com entusiasmo mesmo.
    Falo por falar.
    Uma coisa é querer um objeto,outra coisa é a fria constatação dos nossos limites para termos o que desejamos.
    Eu nunca fui reprovada no “exame da noção da realidade”,tanto que sempre penso por meses e por anos,antes de dar um passo qualquer,que seja de muita responsabilidade.

    Se eu ando falando bastante a respeito de tecnologia,é por gostar de falar nisso,e quase por nada mais.
    É porque quando penso,falo e escrevo sobre um assunto,eu esclareço o mesmo mais para eu mesma.
    Algumas pequenas decisões acertadas que tomei ultimamente,eu tomei por entender bem o que eu teria que fazer,isso,depois de pensar bastante em voz alta a respeito.
    O mesmo tem se dado com a tecnologia.
    Mas ele pensa que se eu estou falando num treco,no dia seguinte eu já vou num shopping center qualquer e dar logo um jeito de ter aquilo.
    Vê-se que ele não leu muitas crônicas minhas nesses anos,e que não aprendeu a me conhecer.

    Por outro lado,pode ser- e nisso eu já acredito menos- que ele esteja se importando não só com essa parte,mas que ele esteja se importando mesmo com minha vida “como todo”, e que esteja receando que daqui a pouco,nem estarei presente mais na web,por não estar conseguido pagar a conta da internet.

    Meu plano de internet vai mesmo mudar em novembro- e isso eu já decidi ,seja qual for a situação.
    Por enquanto,estou me permitindo um uso mais desbragado da mesma,para ter tempo de aprender a fazer manutenções em meus pcs em uso,e para compensar os dois meses em que estive parcialmente excluída da web,por problemas de conexão.
    Mas, em alguns meses,vou ter que reduzir o tempo de contato com a mesma web,principalmente para poder ter tempo de cuidar de todos os eventos em atraso- do meu interesse.-
    Nisso,sei que vou economizar na conta,pois o plano será reduzido para uma banda larga de duas horas diárias- que foi o plano que eu tive bem no início.

    Gostaria de ter certeza que o sr.Hosaka não está com essa preocupação,e que aquela missiva em parte foi mesmo “cri-cri”, e que em parte,teve a presunção de evitar uma responsabilidade sobre supostas ingenuidades que eu poderia praticar.
    Engraçado.
    Eu- que fico desejando que ele corresponda aos meus bons sentimentos por ele,agora estou desejando que ele não goste de mim assim.
    Para não ter que me desculpar com ele depois,e para não pensar que eu perdi de novo,a preferência dele pela minha pessoa,por tolice,e por má interpretação dos fatos.

    Na verdade, já estou meio acostumada a algumas rejeições por aí,então mesmo dos meus melhores contatos,às vezes,eu tenho suspeita nessa parte.

    Xi…isso não vai dar certo tão cedo, neguinha …não vai dar certo cedo,amigona
    Também tem essa de que ele vive dando tantas invertidas disfarçadas em todo mundo,que numa hora qualquer em que a intenção dele não é essa, ele acaba sendo entendido como se estivesse fazendo isso.
    Pois na verdade, o sr.Ícone não é uma criatura nem um pouco doce,assim como eu também nunca fui,apesar das pessoas me julgarem feita de “confeitos e granulados”.
    Quem realmente presta atenção a tudo o que ele diz, percebe com algum susto que ele passa o tempo rejeitando, criticando, espinafrando,mas sempre de um jeito tão provinciano e elegante,que ninguém fica nem com raiva.
    Esse já é o jeito dele.
    Eu, que costumo olhar para o mesmo muito detidamente,todo o tempo, vejo é isso.
    Outros vêem nele uma espécie de paciência infinita,ou de “suavidade” - que em minha opinião são um tanto discutíveis.
    Eu gosto dele,eu aprecio a ele-justamente pelos pontos que temos em comum.
    Justamente por esse lirismo disfarçado de amargura no mesmo,ou por essa amargura presente no mesmo,disfarçada de lirismo.

    É isso aí.
    Quando eu for me desculpar com ele,se for o caso,vou enviar para ele esse texto que estou escrevendo hoje.
    Tudo isso me dá a impressão de que nosso contato sempre vai existir.
    Não sei.
    Não sei até que ponto os enganos tem a vantagem de garantir um “dia seguinte de esclarecimentos e que criarão outras necessidades de comunicação”.
    Espero ter a sorte de resolver todos os “vínculos em relação a ele” enquanto estiver quase onipresente na internet.

    Vai chegar um dia em que não vou estar.
    E que nem se ele “me quiser perto”,isso não vai adiantar muito.

    Espero que eu sempre venha a ter tempo para a web,e espero que eu sempre possa pagar a conta.
    Mesmo que for da internet mais chinfrim possível.

    Isso aí,mea culpa feita.

    Hoje,tem o programa Provocações,que eu vou assistir aqui no pc.

    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  47. Comentário por hohó! — quarta-feira, 25 de maio de 2011 @ 07:49:22

    °°°°°

  48. Comentário por carpideira 343 — quarta-feira, 25 de maio de 2011 @ 08:17:38

    A Carpideira 341, eu já escrevi como texto de réplica à mensagem em destaque de hoje do sr.William,entitulada “A Culpa”.

    Por que será que ele escreveu esse texto,hem? (kkkkkkkk…)
    Mas,não tenho como saber,realmente.

    Relia há pouco a Carpideira 340.

    Estou sendo apenas tola de novo, com esses pensamentos nessa tranqueira.
    Se eu for pensar na última parte do texto que escrevi ontem- vou perceber que ainda estou sendo bobinha.
    O sr.Hosaka tentou um alerta a mim- para evitar uma culpa posterior para ele mesmo.
    Para evitar que eu me prejudique,em nome das preferências que ele conseguiu instilar em mim.
    Mas, o que ele fez,não é nenhum indicativo de amizade.
    Eu não preciso ser necessariamente amiga de alguém que eu impeço de ser atropelado,ou de enfiar o pé no vão do metrô,por exemplo.
    Uma atitude de cidadania,não indica uma preferência,ou um sentimento de amizade mais pessoal.
    Uma atitude de cidadania, muitas vezes,é só uma atitude de cidadania.

    Isso posto, preciso lembrar de toda a chatice do sr.Ícone nesses meses, desde de maio do ano passado,mais ou menos.
    Quando ele aparece,para xingar- as pessoas dizem “aleluia jah, aleluia jah”…porque nem essa iniciativa ele tem.
    Não esconde que se cansou de todos nós, que acha seus brinquedos eletrônicos mais importantes,que gosta mais dos seus filmes- e uma virtude que sempre apreciei nele,foi a sinceridade “calculada”- nem um pouco fora dos limites.
    Ele passou esse tempo todo, ou sumido, ou manifestando uma certa amargura e ironia em seus textos.

    Continua presente no blog da Selma, porque imagina que algum dia poderá mudar de idéia,e poderá voltar a gostar de escrever bastante.
    Por solidariedade a ela,e porque é um hábito de todas as pessoas, tentarem manter os bons contatos já feitos.
    Mas,praticamente não escreve ali.
    A não ser se for por minha insistência.

    Então, meu engano desses dias,foi compreensível,pois já estou habituada a não esperar “grande coisa” do mesmo.
    Eu vou ter que me desculpar com ele sim- será a atitude melhor,mais elegante e mais honesta a se ter.
    Será uma conduta de pessoas adultas- e que sabem reconhecer seus erros,e que podem reconhecer os valores alheios.
    Acredito sim, que uma solicitação de desculpas convincente,e feita com sentimento- tem o condão de eliminar parte do mal que se fez.
    Isso já me ocorreu umas vezes.
    Umas vezes, antigamente,fui empurrada e quase ferida na rua- mas o sincero pedido de desculpas do passante desastrado,eliminou minha raiva.
    Posteriormente, não só fui derrubada no chão,num bairro muito movimentado de Sampa- como os que me derrubaram ainda passaram esbravejando.
    Um pouco antes,estive eu na frente de uma igreja católica- num horário conhecido pelos casamentos que ocorrem ali, e um jovem passou correndo,me empurrou,e ainda começou a gritar.
    A raiva que senti em cada uma das duas circunstâncias supracitadas,demorou meses para passar.

    É elegante quando as pessoas reconhecem seus erros,e quando não agem como se o mundo tivesse que se dobrar perante elas,em qualquer situação.
    Eu nunca quis fazer parte do grupo de pessoas que pensa que “tem que ser de outro jeito”.
    Mesmo-me envergonho só de imaginar que eu poderia ainda ser uma dessas pessoas,que dão prejuízo aos outros,e que não só não se arrependem,como ainda por cima,apresentam a conta depois,às suas vítimas,numa perfeita “cara-de-pau”, numa perfeita falta de decoro.
    Eu tenho decoro.

    Mas, eu posso amenizar o remorso por “algo que perdi por minha culpa”.
    Não perdi nada.
    O sr.Hosaka não gosta muito da gente-embora seja sempre tão gentil e afável.
    Acha que “o restante dos seus interesses” é melhor do que nós- e ao seu modo,nunca escondeu isso.
    Ele não gosta de mim como pessoa,nem do professor Andros.
    Eu não conquistei amizade nenhuma da parte dele,nos últimos meses.
    Portanto,não posso ficar pensando:
    “-ah…eu pelejei esses meses todos pela preferência dele,para por tudo a perder de novo.”

    Ele não tem preferência nenhuma por mim,e eu tenho pelejado nesses meses todos, mais motivada pela “culpa” pelo que ocorreu no ano passado.
    Para fazer a ele pelo menos,não ter mais raiva de mim,ainda que eu saiba que isso não implica em que ele vai gostar de mim.
    Mas,estou ao menos,tentando livrar alguém a quem eu quero bem,de um mal estar - quando se lembrar de mim.
    Das consequências de um prejuízo que a ele eu causei, por uma série de acidentes ruins.

    Ele não está gostando mais de mim,por isso.
    Está apenas desgostando menos.

    E ontem eu também não pratiquei nenhum mal, nenhum erro sério.
    Dessa vez, posso ter sido tola,mas fui uma “tola esperta”.
    Me recusei a falar sobre o que eu estava pensando.
    Não ofendi nem incomodei ninguém,e ele- deve estar agradecido “aos céus”- por ter se livrado por um tempo- de se preocupar comigo.

    A única grande “culpa” que eu estou sentindo,e que está válida para esse momento,é pelas minhas atitudes.
    Eu sinto raiva de ser como sou- e temo que isso ainda venha a me dar um prejuízo real para o futuro.
    Eu “perdi ao sr.Ícone” na verdade,foi no ano passado.
    Não tenho como perder o favor dele de novo,pois não tenho mais esse favor,da parte dele.
    Que sempre me trata com uma indiferença de dar sono…

    Com o que eu tenho que me preocupar,é com minha reincidência nas precipitações,ainda que a cada reincidência,eu esteja sendo capaz de causar menos prejuízos.
    Mas,sei que não posso permanecer assim- mesmo que for já desse modo mais atenuado,pois isso é um risco.
    E é isso o que não irá sair da minha mente por umas semanas.

    Isso aí.

    Talvez,esse tema irá continuar depois,e poderá ser um bom “ingrediente” para alimentar futuras prosas nos textos Turbilhões.

    Estou de saída agora,voltarei depois.

    Um bom dia aos que começam o dia.

  49. Comentário por carpideira 344 — quarta-feira, 25 de maio de 2011 @ 11:08:01

    °°° depois eu replicarei a brilhante tréplica que o sr.William me escreveu,agora há pouco. Tenho que relê-la. °°°

    Vamos imaginar a seguinte situação.
    Eu conheço longamente ao sr.William,por exemplo,e já estou acostumada com suas digressões filosóficas.
    Tanto isso ocorre realmente,que eu sempre estou preparada para replicar a ele, de um modo mais filosófico também, e sem muito “envolvimento emotivo” com o que ele diz.
    Mas, ele poderia mudar, e se alterar.
    Afinal, o destino humano é imprevisível.
    De repente,ele pode se encantar por alguma religião,entrar na mesma religião, e usar sua influência mais filosófica sobre mim,para me levar a gostar da religião onde ele está.
    Eu, que já estaria condicionada a enxergar o sr.William só de um “jeito filosófico”,morderia facilmente a isca,e iria visitar a religião que ele elogiou.
    Até perceber que ele já não estava mais tão frio assim.
    Que ele já tinha começado a tomar ‘partido de alguma coisa’.
    Então, a continuidade da minha prosa com ele,iria depender estritamente de eu aceitar essa nova fase,ou não.
    Se isso fôsse aceitável para eu, tudo estaria bem.
    Se não fôsse aceitável,eu veria como um “erro” ter me deixado levar pelo meu condicionamento na prosa com ele,por um tempo,sem perceber que sua atitude já era diferente.

    Pois bem.
    O mesmo vive ocorrendo com o sr.Hosaka.
    Ele age por longo tempo sempre de uma mesma forma.
    Eu então aprendo “como ele funciona”, e passo a agir “de acordo”.
    Mas,com alguma frequência,ele sai da ostra onde ele mora,e tenta agir de um jeito diferente.
    E eu- já condicionada à personalidade mais persistente que ele mostra,eu costumo reagir àquilo que ele tem sido com mais constância.
    Depois,vejo que errei- e ainda por cima - tenho que aceitar a pecha de desatenta.
    Tenho que aceitar a pecha de alguém “que age por impulso”.
    Sim- eu ainda continuo com minhas precipitações de costume,mas tenho me esforçado bastante nesses anos todos para viver segundo a realidade.
    O que eu não posso ter diante de mim- é um conjunto de situações que me confunde,assim como eu não consigo pensar direito no meio da algaravia dos grupos,ou da barulheira das multidões.
    Em casa,me irrito com rádio ligado o dia inteiro.

    Antes de todos os eventos e feitos importantes,eu costumo pensar muito,e avaliar algumas consequências.
    Vivo de acordo com minhas possibilidades,e não tenho vícios químicos.
    Para quem sofre de “transtorno de atenção”,eu até faço muita proeza.
    Mas, frequentemente,eu caio em ciladas de “ações por impulso”, em situações em que na verdade,eu ajo por condicionamento.
    Afinal, não se pode negar que eu tive paciência com o jeito esquivo- e meio áspero- do sr.Hosaka,por um ano.
    Tolerei críticas dele que eu normalmente não toleraria em outros ambientes- e mesmo recentemente ele me falou algo que não se fala para ninguém,e eu procurei- com elegância,mesmo fingir que não tinha acontecido nada.
    Tudo em nome de deixar ele “por para fora” o ressentimento contra mim, pelas minhas atitudes ruins,do ano passado.
    Então,sou sim,uma moça ajuizada.
    Se eu andei me enganando ontem,acho que foi por uma questão de condicionamento.
    Ou seja,já estou tão acostumada com a “frieza” dele- que eu reagi não a um alerta de alguém que por momentos - se sentiu meu amigo-mas eu reagi ao irritadinho de sempre, eu reagi ao esteorótipo do homem que eu sei que no fundo,no fundo-mesmo que não tenha se habituado a me criticar,me olha com desprezo,do alto de sua torre de marfim.
    (ou seria torre de operadora de celular? Não importa a fantasia que estou evocando nesse momento)

    Na verdade,eu sempre soube- só de ver o jeito dele- que ele se acha modernoso,e que ele vê a pessoas como eu- como elementos jurássicos da sociedade.
    Sou boa em análise do caráter das pessoas,quando posso fazer essas análises com calma.

    Foi mais ou menos na data em que fui em Diadema,e na qual,depois de ter passado pelo médico, fui conhecer o shopping Praça da Moça-
    que eu dediquei um tempinho para pensar sobre o melhor morador daquela cidade que eu conheço da realidade virtual.
    Pensei que para ele- eu posso ser uma mera incompetente,e que pessoas que nem ele,nem valorizam direito as pessoas que brilham em algumas tarefas,mas que ainda não sabem lidar com a realidade tecnológica.
    Porque razão eu acho que ele iria olhar para eu, muito demoradamente?
    Ter passado por um estresse considerável comigo no ano passado- apenas acabou fornecendo a ele uma bela desculpa e uma bela justificativa para não ter que se ocupar alguma vez,de uma “poronga” que nem eu.
    Senão,ele ficaria se fingindo de meu amigo.
    E com algum desgaste por isso.
    Quem sabe,a cada semana que passasse conversando com minha ilustre pessoa,ele pegaria uma gripe,até eu saber o que estava acontecendo- e começar a tratar de ir me afastando dele.
    Fiquei mesmo pensando certas coisas que não pretendo comentar,porque não ficariam muito bonitinhas.(humpf…)
    E na sequência desses assuntos,amargamente,eu cogitei que ele ia gostar mais de mim se eu fôsse uma agricultora que ganha dez mínimos por mês,do que se eu fôsse uma professorinha de filosofia metida, mas que ganha o mesmo salário,tendo que trabalhar mais.
    O sr.Ícone é de uma “outra geração”,apesar de ser mais velho do que eu.
    A mentalidade dele -é muito semelhante ao do meu irmão Alarico.
    Para essa galera- todo mundo que não é capaz de viver na prática aquilo que pensa o tempo todo,então “não é tão bem sucedido”.
    Podemos observar por ex,que ele - tanto quanto eu-ficou por uns anos muito atraído à personalidade do professor Andros,porque ele o viu como um “símbolo de sucesso,um pouco ultrapassado,mas válido”‘.
    Mas,e quanto a mim? (fiuuuuuuuuu…)
    Eu já fui uma Safo de Lesbos.
    Atualmente,eu sou só uma Maria Arruela Porca e Parafuso,que escreve poesias e dissertações interessantes.

    Quando ele escreveu aquela mensagem de domingo- juro que ele ecoou os pensamentos que eu tive naquele dia,em Diadema.
    Aliás,não ecoou bem aos pensamentos que eu tive.
    Mas ele ecoou as especulações que eu fiz sobre ele,que se mostraram exatas nesse dia.Nesse dia de domingo.
    Por isso,nem fiquei nervosa.
    Mas eu achei que ele se excedeu, naquela frase que ele disse no meio do texto.
    E aí- eu “briguei”- mas foi uma “briga chapa branca’.
    E eu não vi- que na verdade,ele usou os preconceitos que ele tem contra mim,e contra todas as pessoas que são como eu- num discurso em que ele ia ser amigável,e no qual me faria um favor!!!!
    Estou também tão habituada a “pensar linearmente”,que meu cérebro ainda admite mal, o uso de recursos mais ruins para se fazer o bem.
    Ou seja,se um dia eu visse o Hitler andando aí pelas ruas, eu denunciaria à polícia.
    Se eu fôsse parte integrante da própria polícia,eu manteria ele numa cela,e mandaria ele falar só na presença do advogado dele,enquanto o governo do Brasil negociaria sua extradição para Israel.
    Talvez, correriam uns três anos de trâmites e julgamentos,até ele ter chance de dizer e comentar que “tinha voltado à vida para salvar Israel de uma trama dos seus inimigos do Talebã e que eu,por haver me condicionado a pensar mal dele,não lhe havia dado chance de contar isso.”
    Então,ele ia dizer que “havia se arrependido dos seus crimes,e que estava usando seu conteúdo malvado de antes,agora a serviço do povo que antes prejudicara’.

    Ou seja,me falta flexibilidade para entender certas coisas,através de outras,ou eu precisarei trocar meus “óculos maniqueístas”,embora eu esteja tentando de verdade,nesses útimos quinze anos,a ponderar pensamentos e atitudes.
    O sr.Ícone,realmente tem mesmo aquele preconceito contra eu,que eu antecipei.
    E no qual na verdade,ele nunca falou.
    Mas,ele usou isso,por esses dias,para tentar me livrar de um problemão!
    Ou seja,ele foi sensível, e simpático,pelo menos daquela vez.
    E se eu tivesse esperado um dia,eu teria entendido isso!
    Mas eu não me dei o tempo para pensar.
    E isso,por eu ter aprendido demais o que não presta,sobre ele.
    E por eu passar muito tempo atendendo a condicionamentos.
    Aliás,que nem todo mundo faz.
    Mas,no meu caso,essa atitude tem sido mais prejudicial,porque parece que eu tenho vivido circunstâncias sempre imprevisíveis,e bem propícias a prejudicar especialmente,os que sofrem de transtornos psíquicos,e os quais,para a própria segurança,precisavam de viver uma rotina mais estável.

    Então, se eu vou continuar cultivando uma “culpa’,melhor será para eu,atenuar essa culpa.
    Afinal,tenho sido da melhor forma que eu tenho conseguido ser.
    E olha que eu batalhei um pouco,para ser “menos ruim e menos malvada”.

    Não causei nenhum grande transtorno,apenas disse que “eu ia sair de cena por umas semanas”.
    Mas,talvez eu vou continuar me acusando,pelos sentimentos ruins que eu tive,e que foram injustos.

    E agora nesse momento,é como se eu sentisse a “cobrança e a crítica social” sobre minha cabeça,de novo.
    Mil vozes dizendo que eu não passo de uma mulher “com orelhas lá no céu”, desatenta,cheia de tpm- ou de doenças próprias do nosso metabolismo feminino(como diabetes e intolerâncias alimentares), com problemas de vista(mais frequentes em nós)- e com baixa “operacionalidade funcional” dentro de qualquer tipo de sistema social,se fazem ouvir por mim,nesse momento.
    Mas, não posso exigir de mim,o que eu não tenho condições de ser.
    É bom lembrar que mesmo uma criatura sem “alguns limites” conforme eu os conheço - está sujeita aos seus enganos,devido ao estresse constante,e devido à questão do condicionamento.
    Faz um tempo-é que eu parei para pensar que se todos fôssem tão mais lúcidos assim do que minha ilustre pessoa,não haveriam os acidentes de trânsito,não haveriam as brigas entre as pessoas,em todos os lugares, nem brigas entre vizinhos,nem casamentos mal arranjados, nem haveria necessidade da existência do produto do seguro,vendido pelas companhias.
    Eu mesmo tenho feito uma vantagem enorme,sobre muitos que parecem ser mais espertos do que eu,e que mesmo poderiam me olhar com um certo “pouco caso”.
    Eu evitei sistematicamente- por toda uma vida,muitos infortúnios,e não houve nada em que- ao menos por ação- eu tenha errado tanto assim.
    Fui capaz de encarar meu serviço,e a responsabilidade implícita em contatos pessoais,e de até de ter uma extrema temperança.
    Estou viva, estou bem de saúde, tenho uma “internet quase de bolso” atualmente,e ainda por cima, posso realizar alguns sonhos meus.

    Do que eu preciso na minha vida,não é de ‘mais cuidado ainda”,mas preciso mesmo é da mais iniciativa a favor desses meus ideais.
    Pois erros,todos podem cometer,e erros não são um defeito das pobres mulheres que nasceram privadas de uma parte do seu juízo perfeito.
    Porque não tem nada que eu considere mais maldoso na natureza,do que deixar uma menina nascer com um transtorno psíquico.
    Pois a mulher que nasce assim,será duplamente problemática,pois só o fato de se estar nesse gênero- já é um problema a mais.
    Muitas de nós, “simulamos” certos problemas que nem temos- por conta de doenças metabólicas,de variações hormonais,e mesmo por causa da obesidade - que pode influir na saúde neurológica.
    Então- como é que a natureza ainda vai dar a algumas de nós- problemas psíquicos que só terão como ser atenuados corretamente com remédios que também são incompatíveis com nosso organismo?
    Mas isso me ocorreu.

    Por esses dias,por exemplo, eu passei um tempinho cometendo tantos erros e enganos,que em certa altura,eu parei para me perguntar sobre o que estava acontecendo.
    A senha desse computador que estou usando,por exemplo,é meu próprio nome,só que escrito sem a preposição.
    Já estou acostumada a escrever meu nome assim.
    Não é que eu fui digitar a senha aqui nesse pc,e por um desses mistérios que nada explica- eu digitei meu nome com a preposição?
    Claro que enquanto eu não lembrei de como eu costumo escrever meu nome,eu não consegui entrar no sistema…
    …e quando eu -ao tentar digitar o e-mail e a senha do blog da Selma,em outro lugar que não lá-esqueci de vez esse e-mail e essa senha?
    Mesmo voltando lá,não consegui lembrar,tive que ir consultar uma mensagem antiga dela para isso.
    E quanto aos meus tropeções?
    Para eu,não é seguro o uso de saltos altos,nem a caminhada num assoalho,pois tem dias em que sou capaz de chutar sem querer,suas frestras…

    …e sendo eu assim…não posso ser desumanamente exigente comigo.
    Tenho o dever de fazer tudo para evitar erros.
    Mesmo de sacrificar algum progresso pessoal,se for para evitar esses erros- porque eles podem mesmo ser um risco.
    Mas, se em algum momento,minha mente se distraiu- por causa do excesso de ruídos exterior-ou devido a uma sobrecarga de condicionamentos,- o que eu tenho a fazer,é retroceder no pensamento,e criar sistemas e alarmes para impedir futuros erros naquele assunto.
    Quando fiz isso no ano passado em relação ao sr.Hosaka,isso deu certo,tanto- que agora,ao passar por novo estresse com ele,eu não briguei mais.
    Ficarmos nos sobrecarregando com uma culpa que não podemos cultivar, não é uma atitude das melhores,e é uma atitude que impede o senso prático que levaria a uma solução ‘mais funcional”.

    Como eu já disse sobre o “pecado” certa vez- e todas as religiões cultivam a idéia de que o ser humano “nasceu em pecado ou em profunda ilusão’.
    Acho que não existe nem uma coisa nem a outra,pois para que exista o “pecado”- é necessário termos controle sobre o que fazemos.
    Se não temos um controle muito eficiente sobre nós,e se na verdade,somos animais - ainda nessa altura de nossa vida,então não somos “pecadores’.
    Podemos ser bons cidadãos,ou podemos ser criminosos,podemos ter uma responsabilidade moderada pelos nossos atos,ou não,mas não arbitramos sobre nós mesmos.
    Mesmo sem a intenção,podemos errar.
    Então, um pouco de culpa e remorso,será uma boa atitude para nos sensibilizarmos perante as tranqueiras que fizemos,para que possamos evitá-las.
    Mas,muita culpa,é contraproducente,e só torna as pessoas desatentas à sua rotina, e mais propensas ainda,a novos erros.

    segue,

  50. Comentário por 344,continuação — quarta-feira, 25 de maio de 2011 @ 12:25:59

    De todo modo, eu estou sentindo,na presente data, o peso “do inconsciente crítico coletivo” contra eu- porque eu sempre percebi tanto a intolerância a certos limites, como uma “disfarçada” misoginia,nessa intolerância.
    De formas nem sempre tão subliminares assim- a mídia informa que “mulheres são menos capazes nisso e naquilo” confirmando esteorótipos cuja lembrança só nos faz mal,numa hora em que precisamos nos corrigirmos por enganos cometidos.
    E é até possível que as mais sensíveis de nós a essas críticas,são as que menos erram contra si,e contra os outros.
    Uma briga de amigos pode ser atenuada com o perdão e as pazes,isso é a coisa mais normal do mundo.
    Problema mesmo,é acidente fatal,prejuizo econômico irreperável, desemprego,perda da saúde,ou se a tal da briga por motivos de desatenção,levou a uma cisão na familia.
    Mas, nós mulheres- e homens também- que somos um pouco mais conscienciosos,nos criticamos mesmo por situações menores,e é isso o que está me acontecendo.
    Não vou dizer que eu não feri os sentimentos de alguém,com minha demonstração de incompreensão,ainda que eu não tenha me manifestado a respeito.
    Mas isso terá “retorno’.
    E quantas vezes ele feriu meus sentimentos também?
    Engraçado que ultimamente é que dei para pensar que as pessoas mais bem sucedidas em suas vidas,também foram as que mais cometeram entre erros pequenos e medianos,já que quem está tentando várias coisas ao mesmo tempo-para chegar a algum lugar razoável,costuma se expor mais.
    A diferença entre eles, e os tipos menos bem sucedidos,é que eles nunca ficaram se amargurando pelas coisas que não deram muito certo.
    Quando possível,eles se corrigiram,e quando não foi possível- eles foram em frente,e evitaram esses erros,com outras pessoas.
    Mas,uma vez “mais na frente”e já esquecidos das tranqueiras que eles mesmo fizeram,muitas vezes,induzem elementos mais inseguros,e menos experientes,a uma atitude pouco produtiva,criticando cada uma das coisas que essas pessoas fazem.
    Se esquecendo que eles mesmo já mostraram incapacidades até piores,e mais prolificas.
    Ou seja- em resumo,todo mundo tem o mesmo potencial de inteligência.
    Uns tem mais sorte de poderem errar à vontade,sem tantas consequências- outros sofrem mais consequências- e se acusam mais.
    Mas,os “mais fortes” normalmente assumem o que não são,e o que não podem fazer,e contam com clareza quais são seus reais talentos.
    E agem assim tão normalmente,que todo mundo aceita, e ainda indica esses tipos como tipos “de sucesso”.
    Mas pessoas que são tidas como “inseguras” ou que mesmo que não sejam assim conhecidas,mas que estão numa “posição mais limite” na comunidade, tem que andar certinhas o tempo todo,mesmo naquilo que não é possível.
    Ou a gozação à socapa,corre solta mesmo.
    Aí- o jeito para essas pessoas, é continuarem “se assumindo com naturalidade” e fingir que não estão percebendo o ambiente em volta.
    Um pouco da aparente intolerância ao desempenho das pessoas que existe em países tropicais- se formos ser um pouco mais maliciosos- também encobre inseguranças dos próprios intolerantes,e mesmo outras reservas em relação a situações sociais,e de classe.
    Ou de “categoria” ocupada pelas pessoas em questão,que são alvo da avaliação.
    Meus turbilhões estão “de férias” por enquanto,mas eu deverei ainda,se eu tiver tempo- falar nessas questões,e mesmo nos esteorótipos sociais,e no quanto sermos chanfrados neles, nos induz a uma atitude ou outra ,no induz a um desempenho ou outro- mesmo que seja a longo prazo,e à nossa revelia.
    Tipo- aquele que é conhecido como um desatento sem ser um desatento,e que trabalha sob tanta pressão,que acaba no fim,não conseguindo mesmo ter um desempenho correto,e que por isso,precisa até mudar de emprego…(fiuuu…)
    Mas essa é uma profundidade no tema,que eu nem esperava para um texto Carpideira-e esse texto servirá de base para Turbilhões futuros.

    O sr.Ícone é tão bom quanto eu mesma numa série de temas.
    Até ,diferentemente de mim- ele erraria mais crassamente em suas relações amorosas, e de amizade- se fôsse passar um tempo se dedicando principamente a elas.
    Ele tem falta de prática nessas questões, ele mal pode se comunicar muito bem.
    Caso ele ganhasse uma grana na loteria, e não precisasse trabalhar mais para sobreviver, sobrando para ele só cuidar das questões afetuosas,ele ia passar por tudo o que eu passei mais ou menos entre os vinte e dois anos de idade e os trinta e cinco.
    Eu nem quereria estar perto para ver.

    Felizmente, ele deve ter parentes compreensivos,que o apoiaram em todas as questões práticas, permitindo que ele expresse o tempo inteiro, o melhor de si mesmo, e do que ele pensa,através do serviço que ele realiza.
    Sem essas tarefas intelectuais,ele teria certas dificuldades.
    Não tenho nada com isso- naturalmente.
    Mas- estou lembrando de quantas vezes ele errou contra eu- e nas quais provavelmente não ficou se recriminando.
    Eu erro com ele uma vez,e fico uma madrugada sem dormir.
    Olhem como é a vida.

    E ainda por cima,entre os homens que eu conheço- ele é o mais vulnerável a sentimentos de culpa,a sentimentalismos e apegos de toda ordem,é o mais humanista- é o mais amigável e fraternal.
    Age com todo mundo,como se todo mundo fôsse seu conjunto de irmãos e parentes com os quais(eu percebi) ele divide a administração de uma pequena empresa.
    Eu sou a brother dele,é assim que ele me vê,quando está de bom humor.
    Na maior parte do tempo-mesmo não gostando muito de mim,e mesmo me vendo como um “símbolo de retrocesso,e de intemperança constituída”- ele consegue,pelo lado positivo,me ver como “parente dele’. Isso pelo lado positivo- é claro.
    Eu procurei “explicar tal coisa a mim” imaginando que ele poderia ser -ou ter sido- meu parente mesmo,há um eón atrás (a filha da Safo),mas acontece que realmente ele trata todo mundo desse jeito.
    Isso quando ele não está criticando,rejeitando,selecionando,seccionando.
    Às vezes,suas atitudes são dúbias.
    Dividem-se entre uma cortesia obrigatória,e uma amargura inafiançável-mas sempre muito temperada,ao ponto de ficar parecida com ironia.

    Fiquei comovida ontem,por ex, pelo fato de ter saído do blog,e ele em seguida, ter se manifestado ali como André Pegnoratto,possivelmente para me deixar satisfeita,para me tranquilizar,e para mostrar que havia lido sim, tudo o que eu havia escrito para ele,e como se isso fôsse uma promessa de que ele ia “pensar no caso”.
    Ou seja,cada vez mais meu remorso mais justo em relação a ele aumenta.
    Porque mesmo que eu possa desculpar eu- pelos meus enganos, eu não posso tolerar ser uma fonte de preocupações para ele,o que eu tenho sido sempre sido.

    Por melhor que eu esteja sendo para ele, mesmo nesse “meu melhor”,não tenho sido tão útil.
    Ou seja,eu tenho sido como a criancinha que não é tão agitada,e que tenta não dar tanto trabalho aos pais,pois entende que eles trabalham demais,e não quer portanto,fazê-los sofrer.
    Todavia,ela continua sendo uma criança,e portanto,continua sendo uma responsabilidade para os pais.
    Eu - na vida do sr.Ícone,tenho sido sempre “uma preocupação a mais”,mesmo que na maior parte do tempo ,esteja bem humorada.]
    Mesmo se eu sou tolerante em relação aos altos e baixos dele.
    Ele fica se incomodando comigo, além do que devia- fica tentando se interessar pelos meus assuntos,em respeito aos meus sentimentos,e talvez -levado ainda por seu “impulso de Kleines em relação à Safo”.
    E eu já notei,que ele vive melhor,sem eu perto.
    Porque não se interessa realmente por nada do que o professor ou do que eu tenhamos a dizer.
    Ele ficou “deslumbrado” com o professor por uns anos,mas isso foi pelo choque de ouvir uma prosa diferente.
    Quando eu cheguei no “pedaço” ecoando a voz do professor-e nós três temos alguma equivalência “espiritual”,mas que não se manifesta na realidade práticas,esse encantamento,da parte dele,sr.Hosaka,já estava começando a passar,e ainda por cima,o Teacher foi aprontar umas e outras contra o amigão dele,na esperança de aproximar eu e ele…em sua costumeira atitude arbitrária.
    Pois o professor Andros,- como todo tdah,é um pouco arbitrário e sonhador.
    Ele não é Tdah de verdade,mas possui um Tdah orgânico,induzido pela diabetes antiga da qual é portador.

    Sinceramente,ontem eu me senti-como sempre- além de envergonhada pela minha meio baixa “operacionalidade psicológica”- como sempre me sinto nessas circunstâncias- eu senti além de tudo,remorso por ver o sr.Hosaka,ainda por cima, se preocupando em me agradar.
    Mas,depois eu lembrei que não foi tão difícil para ele agir assim,porque eu não fui malvada também, na iniciativa que tive de me despedir.
    Apenas mostrei uma frustração, e disse que ia sumir.
    Isso feriu os sentimentos dele certamente,mas menos do que teria ferido se eu tivesse contado os motivos do meu sumiço.
    Talvez,ele ficou agradecido pela minha discrição.

    Então, não há muito dilema.
    Quando certas coisas,apesar de tão cuidadas,sistematicamente,não dão certo,é porque não podem ser vividas.
    O defeito não está em nenhuma das pessoas em questão.
    Realmente,em certos casos,existe uma dessincronia prática considerável,e uma quantidade tão excessiva de dificuldades.,que nem vale a pena tentar transpô-las.
    Tem coisas que não nasceram mesmo para existir,e mesmo dentro de uma comunidade,existem inúmeros microcontextosculturais em cada indivíduo.
    O erro pode ser o próprio contato,que está meio “fora da real”.
    Pessoas muito incompatíveis, e ainda mais se uma delas nem deseja a integração-não tem como “fazer fortuna” em tempo algum.

    Isso eu sei,da vida prática,mas estou trazendo essa noção para a vida virtual também.

    É,esse tema,assim como qualquer assunto meu,acabou “se aprofundando”um pouco,e esse está sendo o meu jeito hoje,de lidar com meu hiperfoco em certas questões.

    Um bom almoço,obrigada da paciência dos que escutaram.

    Não sei que hora eu voltarei.

    ºººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººº

  51. Comentário por carpideira 345 — quarta-feira, 25 de maio de 2011 @ 17:06:23

    Boa tarde aos que lerem.

    A essa altura,claro que já cumpri meu dever de me retratar por “ontem’ num local que o sr.Hosaka poderia ver, e tratei de indicar as mensagens para ele- no blog da Selma.
    Disse que mesmo sabendo que a maior errada,fui eu- ainda assim, voltarei lá só em agosto,porque eu sinto que estou mais propensa a enganos atualmente,e não desejo comprometer o andamento do site,nem ficar ferindo a ele,sr.Hosaka.
    O que eu fiz,foi mais do que um mero pedido de desculpas.
    Eu tratei de restaurar a conexão de uma pessoa com seus sentimentos morais,e isso é o que é uma retratação real.
    Tem certos pedidos de desculpa que realmente não funcionam,pois ou são um pouco falsos,ou não atingem toda a questão.
    Inclusive, ele saber que ficarei afastada de lá por um tempo, conserta a noção que ele tem de “justiça” e de que pessoas “sem condições” não podem assumir deveres difíceis.

    Se bem que como eu já falei prolongadamente,eu acredito que o problema é menos meu- do que o de uma situação específica,pois fiz impossíveis para manter essa situação em equilibrio.
    Não conheço nenhum Tdah tão ajuizado quanto eu sempre fui.

    Enquanto eu acreditar nisso- ou seja,enquanto eu ficar pondo fé nessa minha tentativa de amizade com o sr.Hosaka, haverão sempre chances de algum desequilibrio ocorrer,ou da minha parte,ou da parte dele.
    Como eu contei, uns dois meses atrás -ele me dirigiu uma formidável provocação- que eu ouvi em silêncio,e aquilo lá,foi equivalente ao meu repente de ontem.
    Entre os dois,eu sou a cotada para ser vista como vilã.
    Ele por outro lado-mesmo que erre- será visto como o “bom menino”- isso porque ele foi minha vítima no ano passado.
    Acontece que nem “por remorso” uma criatura pode aguentar um contato sempre “na gangorra” por todo o tempo da sua vida,e sem perspectivas para o futuro.

    Não sou bicho irracional.
    Não fico perto dele,esperando por uma “promessa amorosa”,e claro que o que eu desejo,é proporcionar algo de bom a alguém a quem eu quero o bem, para ficar coerente com meus princípios de sempre proporcionar o bem para os “eleitos” nos meus bons sentimentos.
    E para desfazer os danos que a ele causei,no ano passado.
    Mas,o que eu poderia esperar?
    Não vou esperar naturalmente, uma “coisa amorosa”,mas gostaria de esperar que ele ficasse presente,e que voltasse a ser como antes.
    E que quando fôsse escrever,não destilasse hostilidade disfarçada,isso,quando ele não está falando de tecnologia.
    Mas,se isso não vai ocorrer,fica difícil eu ter motivação para persistir nessa causa da minha reconciliação com ele.
    Por mais que me satisfaça entender que atualmente,ele já desgosta de mim menos,porque está me conhecendo melhor.
    Vez por outra,ele indica isso,também para tentar me tranquilizar.

    Muitas vezes eu nem lembro que é isso o que ele está tentando fazer.
    Isso porque em geral, se eu escrevo algo de importância para ele na data de hoje,ele só vai replicar-e isso fora do espaço de respostas da mensagem em questão-uns dois meses depois.
    O que indica que não sou só eu a “ostra” que ainda aprende a entender melhor as relações humanas.

    Vou ter que repensar esse imbroglio.
    Eu e ele podemos ter bons sentimentos,podemos ser bem intencionados em tudo,podemos gostar do professor Andros,por igual,assim como do mesmo jeito,gostamos da filosofia do sr.William.(haha…)
    Podemos ter reações semelhantes,somos hipersensíveis.
    Mas,sempre haverão cacoetes em nossa comunicação.
    Nosso limite está sendo no uso da linguagem um com o outro, e um anda demorando para entender o outro.
    Muitas vezes,o “idioma” em que se fala,é da maior importância para qualquer empresa futura.
    Pode definir seu sucesso ou fracasso.
    °
    °
    °
    Engraçado que o professor Andros costumava - e ainda no tempo atual,quando pode, costuma elogiar as dissertações do sr.Hosaka.
    Todo mundo acha que ele daria um bom escritor-ou um bom articulista de jornal.
    Agora,será madame Safo a opinar sobre a filhota Kleines.

    Não,ele não poderia ser escritor nem jornalista.
    Ele pode ter aprendido a escrever dissertações sobre temas comuns,e com os quais ele se acostumou a lidar.
    Pode ter aprendido a conversar algumas coisas com os amigos.
    E a ostentar o conteúdo das leituras que fez na escola,assim como consegue refletir o que lê nos jornais.

    Mas,para sermos poetas e escritores,não basta a competência técnica.
    É preciso alguma experiência cinestésica com cada um dos significados de cada vocábulo- e é necessário uma dura experiência na comunicação com o mundo.
    Normalmente, é preciso aprender a chanfrar,a esticar,a espiritualizar a palavra,ou a verbalizar o espírito,a alma e aos sentimentos.
    É necessário haver uma conexão de uns oitenta por cento,entre verbo,sensibilidade,conteúdo emotivo,e visão de mundo.
    Isso é mais possível para quem ficou um tempo se relacionando intensamente com as pessoas- e para quem refletiu em seus pensamentos,os melodramas do mundo,e da vida, construindo sua alma pessoal - através de uma bagagem linguística.

    Isso não é uma experiência das mais fortes nele.
    Ele não conseguiria ser senão-um redator de jornal,ou um bom advogado.
    Escritor,dificilmente.

    Muitas vezes,o que menos parece,é o que mais é.
    É possível perceber o potencial específico de algo ou alguém,às vezes,não por causa de algo perfeito que ele fez,ou faz- mas pela existência de certas espertezas características,ou de uma bagagem meio diferenciada que costumamos ver.
    Eu sou essa pessoa com essa “outra bagagem emotiva”.

    Dizendo isso - eu faço justiça a eu mesma,bem como rechaço algumas críticas que ouvi nesses anos,ao meu modo de me expressar.
    Eu tinha e sempre tive uma intensa inspiração para textos coloridos.
    O que eu não tinha era a técnica - direito.

    Estou assimilando a técnica.

    Aliás,é mais fácil dar-se a técnica a quem já tem “as cores” do que se dar as cores,ou do que se dar mais cores,a quem tem- principalmente, a técnica.

    O sr.William também é uma aquarela viva…(hohohó!)

    Uma boa tarde a todos,até daqui a pouco.

  52. Comentário por carpideira 346 — quarta-feira, 25 de maio de 2011 @ 19:05:35

    Boa noite “de chegada”.

    Quem me deu a chance de me retratar pela minha precipitação de ontem,foi o professor Andros.
    Lá no JD, ele postou uma mensagem muito afável e cortês elogiando nós mulheres,então eu resolvi escrever lá,e falar no ocorrido.
    Nem tinha pensado em fazer tal coisa,mas como eu fiquei “carente” de mais um apoio(o primeiro,eu tive aqui no blog) - aportei lá.
    Depois fui pensar que ele escreveu aquela mensagem de caso pensado,porque viu eu me despedindo do blog da Selma,ontem.
    Acredito que ele foi um dos pontos do ibope que eu vi por lá,naquela hora.
    E ele pretendeu assim - retribuir o apoio que eu dei a ele-quando houve a drica com o sr.Fábio- que fez algumas mensagens dele,e uma minha,serem eliminadas do JD.

    Eu me senti bem com esse apoio,e aproveitei o ensejo para falar o que eu levaria uma semana para dizer ao sr.Hosaka.
    O Teacher é uma pessoa grandiosa.

    Fico aqui pensando comigo que todos olham para uma figura como eu-em seus momentos “fracos” e pensam “que mulher tola”…
    …e em alguns países os Tdahs são considerados cidadãos com uma pequena “falha de operacionalidade”- é como se fôssem deficientes físicos.
    Podem ganhar sem trabalhar,caso percam o emprego.
    Por aqui,meus filhos, todo tipo que não é limítrofe,tem que ser responsável pelo que faz o tempo inteiro,ou a crítica não espera,e essa crítica é um dos piores prejuízos a se aguentar.
    O preconceito,inclusive,é contraditório.
    Quando existe o preconceito,é porque existe o reconhecimento de que determinadas falhas e problemas são intransponíveis.
    Mas- os portadores dessas falhas são tratados como cidadãos moralmente reprováveis…oh,oh…e como se tivessem obrigação de superações formidáveis.

    Claro que não estou levando o acima muito a sério, estou apenas com saudade de escrever os Turbilhões,e acontece que o tema ocorrido entre anteontem,ontem e hoje,me levou a esse ponto…da conversa.

    Eu vou continuar interessada na amizade com o sr.Hosaka.
    Ele é sábio,e entende como fazer as coisas.
    Há pouco- ele prometeu que vai dar uma passada aqui no blog.
    Talvez vai fazer o possível para me fisgar para lá de volta,antes ainda de agosto.
    Meus sentimentos de desvalia de sempre,me impedem de imaginar que ele goste de mim como pessoa…mas como descartar essa possibilidade?
    Já percebi que tem alguns que dão mais valor à minha figura,do que eu mesma dou.
    E que nem de longe tem contra eu as reservas que eu mesma tenho contra eu,por uma questão de condicionamento.
    Então,quem sabe,posso ainda vir a ter uma surpresa,com o sr.Ícone.

    Eu agradeço a atenção que o sr.William deu ao caso.
    Eu tenho certeza que o texto “A Culpa” foi escrito por causa desse tema,embora ele tenha falado que não.
    Acho que ele pensou que eu ia ficar “chorando” aqui no blog dele.
    Não farei isso.
    Claro que,sempre que eu passo por uma ansiedade,eu falo bastante no tema,mas isso ocorre só no dia.
    Já estou “resolvida” com isso.

    Há males que vêm para o bem.
    Vou ficar uns meses longe dali,vou poder completar minha prosa literária,com maior tranquilidade,e evitarei o cansaço e o estresse que ando tendo,por ficar navegando em vários locais,agora que minha internet está com melhor conexão.
    Essa prática,inclusive,estava interferindo em minha memória.

    Quanto ao sr.Hosaka- ele vai continuar com sua fama de bom rapaz.
    Não vai se incomodar comigo,ficará um tempo sem se preocupar com meus problemas de computação,e sem ouvir minhas perguntas.
    Não vai precisar ficar escrevendo ali,à revelia,e mesmo quando faltar-lhe tempo,só porque eu fico pedindo.
    Isso tudo só voltará a acontecer ao mesmo,a partir de julho ou de agosto.
    Essa neurastênica aqui,então deu férias a ele.
    Ele vai poder ver com mais atenção aos seus filmes,e resolver mais depressa,seus problemas ipadéticos.(ou com o Ipad)
    E depois,vai contar sobre esses filmes para nós.
    E vai falar sobre o Ipad,com a “voz da experiência”.

    Posteriormente,ainda por um tempo,continuarei encarando o risco do contato com ele,mesmo sabendo que estamos propensos a desentendimentos.
    É como se fôsse uma força à revelia que sempre me atraísse para ele,e para esse contato com ele.
    Como se eu imaginasse que nossos poucos momentos bons,compensasse as tensões.

    Mas,na verdade, o evento-chefe disso tudo,é a necessidade de eu reparar os danos causados no ano passado- e eu prometi que tentarei me reconciliar com ele até dezembro.
    Ou quem sabe,até março do ano que vêm,isso se eu ficar dois meses voluntariamente,mais longe de lá.

    Isso aí.
    Darei esse assunto por encerrado. (ufaaa…)

  53. Comentário por bom dia — quinta-feira, 26 de maio de 2011 @ 07:43:51

    kkkkkk…

  54. Comentário por carpideira 348 — quinta-feira, 26 de maio de 2011 @ 07:50:43

    Apesar do meu afastamento do blog da Selma,ter sido uma bela “pisada no tomate” de um jeito parcial,e ter se dado por causa de mais uma desatenção minha,esse meu exagero não ficará de todo perdido.

    Vou ter mais sossego,todo mundo vai ter mais sossego por enquanto - e o sr.Hosaka vai voltar a escrever por lá com maior vontade- pelo que eu acabei de ver agora há pouco.
    Parece que ele andou nos vendo por aqui,e lendo meu artigo sobre a Sônia Hirsch- de ontem à noite,texto escrito no espaço de réplicas da mensagem em destaque do sr.William,entitulada “A Culpa”.
    Mas,como sempre,não quis se manifestar aqui.

  55. Comentário por McAfee - 19 — quinta-feira, 26 de maio de 2011 @ 07:56:38

    Eu tenho tido o cuidado de sempre falar em meus textos onde estão as réplicas e textos que não escrevi nos “espaços literários”- e de indicar a data em que foram escritos,para que posteriormente,caso eu tiver interesse,eu possa localizar aos mesmos mais facilmente.
    Então eu vou lembrar que alguns textos meus aqui eu fiz essas referências,e encontrando essas referências,vou localizar os tais textos,com maior rapidez.

    Dificilmente, porém,nesses tempos atuais,tenho tido necessidade de retroceder a crônicas mais antigas.
    O que significa que minha memória e minha comunicação escrita estão melhores,e que estão me permitindo recriar palavras,ou resumir textos mais longos que foram escritos tempos atrás.
    Nem tudo é retrocesso nessa vida.

    Ah,meu deusinho florido, em algumas coisas,você costuma acertar…

  56. Comentário por Encrenca 387 — quinta-feira, 26 de maio de 2011 @ 08:07:40

    Pelas características personalísticas do sr.Vizinho, suponho que ele é do signo de Gêmeos.

    Existe uma remota semelhança entre ele e minha irmã “Dhorikka”,mas Dhorikka é canceriana.

    Então, ele faz aniversário em junho.
    É uma suposição minha,é claro- ele nunca disse o dia do aniversário dele.
    Para junho,então- vou tentar escrever uma poesia ou um texto poético “de presente”- que provisoriamente vai ter o título de “A Santa Ceia da Filosofia”.
    Onde eu imaginarei um evento do tipo “A Santa Ceia cristã”,mas no centro,o santo será dr.Sócrates,e os alunos serão outros.
    Lísias e Críton estarão por exemplo, nos lugares ocupados pelos são João e são Pedro cristãos.

    Não sei se estarei “à altura” de fazer isso.
    Vou ter que ler de corrida a biografia do dr.Sócrates.
    Já li um resumo,vou ter que ler um livrinho agora,ou meio livro para isso.
    Se eu não conseguir, farei outra surpresa qualquer que eu imaginar.
    Mas, junho não pode passar em branco.
    Afinal, sempre temos colegas,parentes,amigos, namorados,mas “vizinhos” costumamos ter poucos.

    Não é sempre que aparecem. (hohohó!)

  57. Comentário por McAfee 20 — quinta-feira, 26 de maio de 2011 @ 08:49:23

    Alguém poderia me classificar como uma “abominável interesseira”- porque enquanto eu precisei de orientações para atingir minha autosuficiência virtual,eu me mantive próxima ao sr.Hosaka,mesmo aguentando o jeito menos bem humorado dele.
    E que agora que eu tenho essa autosuficiência nessa parte,eu me afastei do blog da Selma.
    Mas tudo foi só uma grande coincidência,e se as pessoas sabem que sou nervosa e estressada como todo Tdah é- teriam que prever que um dia, eu chegaria “ao limite” com alguém que sempre está criticando.
    Ia chegar uma hora que ele iria escrever algo que me deixaria impaciente,ou que eu não entenderia mais,por ter “me saturado’.
    Além do mais,quem disse que eu não ia continuar precisando dele, o sr.Hosaka,para melhorar minha autosuficiência em internet?
    Tem um monte de coisas que eu queria saber.

    Por exemplo:

    -como fazer a televisão funcionar aqui.(porque aqui ela não funciona)
    -como tirar o som do media-player,quando eu não quiser ouvir aquela musiquinha -quando o computador está sendo ligado.No notebook dá para tirar.
    Aqui eu teria que entrar em algum programa,para isso.
    -quando eu tiver o tablet,que vai ser o Galaxy Tab da Samsung- como eu vou fazer para não ter duas internets.
    Como pagar uma conta só- e como ter uma internet em que -se eu baixar um programa num computador,esse programa já vai aparecer automaticamente no outro.
    Minha preocupação é que o gadget tablet,não tem internet por modem 3G,então não dá para ter um modem num pc comum,e depois querer usar esse modem no tablet também.
    -como escrever e digitar no tablet- sei que ainda nem tenho,mas se eu fôsse ter,eu ia precisar de umas orientações nessa parte.

    Isso sem falar nas dúvidas que eu ia esperar que ele me esclarecesse sobre o uso de celulares.

    Ou seja- deixei o blog da Selma,ainda estando no “escuro” nesse assunto todo.
    Talvez,doravante,vou contar com meu irmão Alarico, e passarei a ser mais frequente em gds de informática.
    Vez por outra,também perguntarei uma ou outra coisa ao sr.William.
    Se bem que o sr.William é para filosofar.(kkk…)
    Não é bom ele ficar “aquecendo os neurônios” com questões de bits e bytes.

    Mesmo que eu voltar para o blog da Selma daqui a um tempo- em função do mal entendido desses dias,e da minha dificuldade de compreensão pela pessoa do sr.Ícone- não vai ficar muito bem eu começar logo que eu chegar lá- a fazer perguntas de informática para ele.
    Terei que deixar passar um tempo,ou ele vai pensar que eu gosto dele “para usos”.

    E nada disso acontece.
    Claro que estou apaixonada por ele, e tudo o que eu tenho feito,o tanto que eu penso nele, o tanto que tudo o que ele diz me toca,me comove,ou me irrita, é uma grande evidência desse fato.
    As reações minhas a ele são as reações típicas de alguém que tem um vínculo passional com o interlocutor.
    Tenho sim por ele,uma preferência extremamente pessoal, e faz tempo que isso acontece.
    Eu me interessei por ele e pelo professor Andros ao mesmo tempo,ainda lá no gd do Uol.
    Parte dos meus sentimentos mais “passionais” pelo professor já passou- mas eu continuo gostando do sr.Hosaka do mesmo jeito que eu gostei dele no dia em que li sua primeira crônica no Uol,e do mesmo jeito que eu gostei dele naquele dia de junho de 2.006 em que o vi escrevendo uma réplica para a Kátia, secretária do templo de meditação transcendental na República do Líbano,e eu me percebi muito enciumada.
    Sendo que ele nem sabia ainda que eu existia- e mesmo quando comecássemos a nos falarmos,meses depois,por uns meses,ele pensaria que eu era “joana” do professor Andros.
    Eu só não estou disposta a levar isso a sério- e como eu disse por esses dias,nunca vivi em função de “ser bicho que não pensa”- ou em função de todos os instintos.
    Sei que não tenho chance com ele- e o que eu desejo mesmo é manter uma amizade formal com o mesmo em nossos nichos virtuais,e que ele melhore seu humor,e também desejo proporcionar para ele por um tempo,um certo conforto aqui em nossos sites mesmo.
    Ainda que nada disso tenha futuro.
    Não tenho muito a perder com amores virtuais por enquanto-pior para eu foi ficar apaixonada por décadas por um mogiano(por um senhorzinho nascido em Moji das Cruzes,que eu conheci em 1980),com quem eu sequer podia conversar regularmente.
    Ao menos ao sr.Hosaka,dá para ver sempre,e com ele dá para falar sempre.

    Não sou nenhuma “interesseira sem coração”- eu jamais conseguiria ser assim- e caso isso fôsse verdade,eu nem teria brigado com ele no ano passado.
    Além do mais , orientações de informática,eu também posso receber do sr.Católico e do sr.Marciano Alado.
    Mas,em geral,quando pergunto as coisas,no blog da Selma,é o sr.Hosaka quem responde em primeiro lugar.
    Então,para evitar esse trabalho a ele,não vou aparecer por lá,por enquanto,nem para pedir informações aos outros dois blogonautas mencionados.
    Mesmo porque seria feioso eu pedir informações só para eles,demonstrando que a opinião do sr.Hosaka era dispensável.
    Isso soaria como mesquinharia,e infantilismo.
    Eu me mostraria uma criatura indigna de confiança,caso agisse assim.

    Então,mesmo quando eu voltar para lá, vou demorar para pedir orientações das pessoas sobre como lidar na realidade virtual.
    Isso,porque não quero para eu esse papel,e porque não quero chatear ao meu caro sr.Ícone.

    É,eu vivo dizendo que não quero chatear ele,mas no fim, sempre acabo chateando um pouco.
    Nem sempre tenho como evitar.
    Relações passionais,desde que o mundo é mundo- tem suas vantagens,mas também tem essas inconveniências.

    E eu quero todo o bem possível a ele.
    Como se ele fôsse da minha família.
    Acho que ele também gostaria de me ver mais feliz.
    Ou não teria escrito a crônica que escreveu sobre eu,nesse domingo,entitulada “Quem é a Nihil”, crônica que eu aceitei,mas que conteve uma frase que me incomodou,ao ponto de me mandar embora do blog.(oh dó…que moça precipitada que eu sou…)

    Isso aí.
    Por uns meses,vou frequentar outros sites e gds -quando eu tiver dúvidas sobre informática.

    Mas,talvez o sr.Hosaka,no fim das contas,vai me orientar sim,sobre o uso do Galaxy Tab.
    Eu vou demorar para ter,e quando eu o tiver,as dricas já terão sido superadas,há meses,e eu já estarei escrevendo normalmente no blog da Selma.
    Isso caso eu continuar escrevendo na web durante o dia,pois mesmo isso poderá mudar.
    Conforme já foi falado umas vezes.
    (também,eu vou ler a partir de agora,os textos mais antigos que ele já escreveu sobre o Galaxy, lá no blog dela.Esses textos irão me ajudar.)

    Mas,aí eu vou ficar uma semana aqui,outra no blog da Selma- e assim eu me revezarei democraticamente.
    Isso aí.

    Um bom dia virtual, cheio de bons bits e de bons influxos,a todos os leitores,na internet,e na vida real.
    Voltarei mais tarde.

    ººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººº

  58. Comentário por boa noite — quinta-feira, 26 de maio de 2011 @ 20:10:16

    =====

  59. Comentário por McAfee - 21 — quinta-feira, 26 de maio de 2011 @ 20:13:49

    Acho melhor voltar depois.
    A internet está lenta.

    Não sei se o problema é do Tim,ou do provedor.

    Talvez mais tarde,dê para estar aqui com mais desembaraço.

    Até breve de novo, “a quem viu”.

  60. Comentário por bom dia — sexta-feira, 27 de maio de 2011 @ 08:01:38

    hahaha…

    …mas eu voltei,e voltei para ficar.

  61. Comentário por carpideira 349 — sexta-feira, 27 de maio de 2011 @ 08:29:44

    Hoje o assunto em destaque do sr.William foi sobre o patrulhamento no campus da USP, e sobre a tentativa dos alunos de ciências humanas por lá,estarem tentando impedir esse patrulhamento.
    Alguns que escrevem no Jornal de Debates, - site onde o professor Andros se encontra- tem a pinta de ser alguns desses alunos,e portanto- não muito antipáticos a dependentes químicos,embora eles mesmo não sejam.
    Bem,apesar desse texto ter começado com um tema turbilhonar,ele terá o título de Carpideira,pois aqui estou falando sobre nossos amigos dos sites que conhecemos.
    Tem uma personagem por lá - chamada K.Richards,e que sempre aparece para provocar o Teacher,quando ele fica muito entusiasmado em seu conservadorismo social.
    Ela diz coisas ao contrário do que ele diz,mas sempre com muita calma.
    Tem a grafia de uma aluna de Sociologia,que passa o tempo estudando,e fazendo estágios.

    Na verdade,ela é um nique do sr.Historiador.
    Eu percebi isso uns vinte dias depois de ter começado a ler o site.
    O sr.Historiador- entre nós todos,é quem melhor escrevia,no gd do Terra,e era o único realmente capaz de alterar um pouco sua redação,ao criar um personagem de si mesmo.
    Nós reparávamos que sempre que um joão bobo aparecia, passados uns dias, reconhecíamos o jeito dele falar, no jeito do seu criador.
    Foi uma tolice minha demorar para entender por ex,que o Adilson,é nique da Selma,e acho que isso me aconteceu- porque eu ficava mais preocupada em escrever no site,do que em prestar atenção às dissertações,que eu lia sempre “de corrida”.
    Depois dessa gafe, eu comecei a ficar mais atenta a todo mundo- pois até então,eu só “via direito” ao professor Andros,e ao sr.Hosaka.

    O Teacher criou os “joões” Paspartur e sr.Observador.
    A Gwen me parecia uma criação da Talita.
    Eu reparava que sempre que a moça judia aparecia no gd,no dia seguinte,aquela senhora batista também estava lá.
    O Poli se multiplicou nuns cinquenta niques,e ele admitiu que fez mesmo isso.
    Por isso- (ele é meu irmão) - ele mereceu esse apelido da minha parte.
    Porque praticou polinomia.(hahaha…)
    Posteriormente,fui verificar a coincidência entre esse nome virtual- que eu dei a ele- e o nome do irmão do Lísias,lá da Grécia- que era Pole-marco.
    Então, fui entender finalmente porque - às vezes me preocupo - com o que o Poli está fazendo,e se está mesmo tudo bem com ele.(ler a história daqueles dois irmãos,me chateou…)
    Atualmente,o “Polê” vive bem,é feliz,faz piadas,então não tenho com o que me preocupar,…e…onde eu estava…eu falava de “joões bobos” e mais precisamente,do último personagem criado pelo sr.Historiador,que também criou o nique Católico, que ainda colabora no blog da Selma.

    Aquela pessoa que fica discutindo às vezes,com o professor,lá no JD, parece saber tudo de história, das noticias do país, e parece saber o principal sobre as ciências sociais.
    O sr.Historiador é que tem esses conhecimentos todos,então ele poderia criar facilmente como personagem de si mesmo,um(a) estudante de História,Geografia,Sociologia.
    O que ele não poderia fazer- apesar do seu jeito para escrever boas dissertaçõies- seria inventar uma professora de português,mas qualquer pessoa pode se aventurar na criação de niques que tenham alguns conhecimentos,que ele- seu criador ou criadora,tem.
    O sr.William,por ex, - porque é um bom ledor de filosofia, pode inventar um esotérico,um religioso de uma vertente qualquer,ou um pesquisador sistemático do trabalho de qualquer um dos filósofos antigos.
    Eu- que tenho um ranço em atitudes arcaicas,e uma bagagem intelectual em parte, com raízes interioranas- criei o Contravocê.
    Se eu tivesse desejado, os leitores teriam levado um tempão para saber que ele era meu nique alternativo,mas o problema é que quando meu brother Docontra apareceu- eu fiz uma confusão tão grande na tela do gd,que eu tive que contar que ele era meu “joão”,para evitar que as pessoas ficassem “contra nós”.
    Entretanto,também é bem fácil identificar minha assinatura linguística,nesse personagem.
    Se os leitores tivessem demorado para fazer isso,teria sido só porque teria sido difícil pensar que uma patricinha feito eu,iria criar um personagem assim.

    Mas,o sr.Historiador já consegue disfarçar por uns dias a mais,sua redação comum.
    A identificação de um personagem desses- quando não estamos muito estressados mentalmente,costuma levar umas duas semanas.
    Suponho que para professores,isso leva mesmo uns três dias.
    Mas os niques do sr.Historiador precisam de um pouquinho mais de tempo para ser reconhecidos,então,ele é quase um gênio.

    E isso tudo quer dizer o que?
    Que para mim é um peso a menos saber que o Teacher não está sozinho lá no JD, e que a esposa dele,que é formada em História (ahá…!!!) continua perto.
    Sim,o sr.Historiador também é joão bobo.

    Aliás, eu acho que eu nunca mais vou ver na história da minha incursão por sites onde se pode escrever bastante, um joão bobo que criou ainda outros joões.
    Dona Bia tem muito fôlego literário,e eu gostaria que ela escrevesse mais em sites,pois tenho um pouco para aprender com ela.
    Desejo a eles,aos familiares- e à Kalinka, uma vida gaúcha bem feliz,mas sem chimarrão.(kkkk…)

  62. Comentário por 349,acréscimo — sexta-feira, 27 de maio de 2011 @ 09:02:28

    Assim como- no início, o André Pegnoratto falava de forma quase igual à do sr.Hosaka.
    Agora, a dissertação dele está diferente…(não sei porquê,mas está)
    Talvez, o sr.Ícone também tem uma certa tendência para se tornar um ícone literário também,- e que só o que falta a ele,é um conjunto de “cores mais humanistas”.

    Eu sempre tinha suspeitado que o dr.Ésio Lopes- o espírita,era criação da dona Marcela,que se entitulava “O Filósofo”,mas cuja dissertação era visivelmente feminina.
    Acabou ficando amiga do sr.Marciano Alado- e tanto quanto eu,dricou com a Dith.
    Atualmente,já tenho minhas dúvidas,porque ele ,o dr.Ésio,continua escrevendo como dr.Ésio,mas num site espírita.
    Se ele for “ela”- quem sabe esse seja um exercício de alguém que desejar questionar esse movimento religioso,por ter passado por algumas decepções em centros kardecistas.

    Eu também acabei entendendo que dona Marcela tem algo a ver com o sr.Hosaka- isso porque ele se mostrava sempre muito “pessoal” com ela- e por causa da afinidade que ele parece ter com o dr.Ésio.
    A dúvida sobre a posição que ela ocupa na vida dele me preocupou por um tempo.
    Quando eu perguntei a ele se ela por acaso,era a mãe dele- ainda no gd do terra,o silêncio dele a respeito(ele não respondeu nada) me fez entender que ela podia ser tudo,menos isso.
    Então,foi que eu vi que eu não tenho chance.
    E tratei de aceitar logo isso,porque sou uma mulher de considerável senso prático.

    Inclusive,teve umas vezes em que andei postando umas coisas lá no gd,que acabaram atraindo ela,levando-a a postar textos parecidos,e sempre como “presente” ao sr.Ícone.
    Como se achasse que eu ficasse escrevendo “para ele”,e é claro que eu não fazia isso.
    Sou uma dissertadora compulsiva,e não tenho como evitar minha paixão pela palavra e pelo texto.
    Sei que às vezes,se estou em grupo,parece até que estou me dirigindo a alguém,mas isso se acontece,quando muito,pode ser um ato inconsciente.
    Sou uma “literata enrustida”,sou a ex-Safo de Mitilene.

    O sr.Ícone ainda cultua a “princesa encantada” conhecida há tempos,porque sempre temos que valorizar nossas lembranças sentimentais,e eu também sempre valorizarei as minhas,em qualquer situação na qual eu vier a estar.
    Mas,acho que ele não precisa mais dessa moça.
    E nem de princesa nenhuma.
    º
    º
    º
    Para desdizer minha suposição dele não ter tanto talento assim para a escrita, ele compôs uma crônica brilhante hoje,lá no blog da Selma,baseada numa piada sistemática do Poli.(que fica dizendo certas piadas,porque queria me ver lá,defendendo o sr.Hosaka,e com isso,ver uma parceria se formando…hã…só mesmo ele e o professor para tanta inocência…)

    O que falta para ele se tornar um literato, é uma dose considerável a mais de humanismo- mas isso um dia pode ser acrescentado a qualquer pessoa.
    De todo modo, sr.Hosaka nunca ambicionou mesmo essa posição.
    É mais feliz vivendo como vive,sendo um nerd em tecnologia,e mantendo amizade com dona Marcela.
    A curtidora dos livros do cientista Kurzewill.
    Saudade das crônicas dela baseadas na obra desse cientista.

    º
    º
    É, é difícil para eu ficar um dia sequer sem pensar no meu amigo sr.Ícone.
    Por enquanto,não farei força nenhuma contra isso.
    Por ora, esse “vínculo virtual” tem uma certa conveniência,e pode continuar.
    Dentro de um ano mais ou menos, eu irei me “redirecionar”, em meus contatos em geral.
    Não preciso me preocupar com uma chance que ainda está longe de ocorrer.

  63. Comentário por McAfee -21 — sexta-feira, 27 de maio de 2011 @ 09:39:51

    Eu fiquei devendo alguns “pensamentos” ao McAfee 20, da manhã de ontem.
    Foi quando eu especulei que alguns que não me conhecem direito,poderiam pensar que eu me esforcei para me dar bem com o sr.Hosaka,enquanto eu ainda não tinha autosuficiência virtual,e depois de tê-la, dei um jeito de sair fora do blog da Selma.
    Não aconteceu nada disso.
    Primeiro,nem sempre eu me dei tão bem com ele.(fiuuu…)
    Depois,se houve algum arrivismo da minha parte no contato com ele,nos últimos meses, esse foi por causa da minha preocupação em voltar a reunir a turma inteira do gd do terra,para que frequentasse um dos sites “por nós criado”.
    Eu precisava da boa vontade dele,para que ele não parasse de escrever pelo menos,em um deles.
    Mas,acabei me aborrecendo com essa história.
    Tão cedo, nossos amigos não vão querer repetir a velha fórmula daquele gd, e nisso eu já falei um pouco,nos meses anteriores.
    O blog da Selma não precisa de mim o tempo todo por lá,porque ele tem sido visto por algumas pessoas,pelo que percebo em certas horas do dia.
    Essas pessoas podiam bem que tirar seus dedinhos da água,e podiam escrever aquilo que elas estavam acostumadas a escrever lá no gd do terra.
    E minha ausência provisória,irá agora motivar uma ou duas delas,a fazer mesmo isso.
    O sr.Hosaka já voltou a escrever mais.
    Ele é o principal,entre niques como eu,o professor,a Selma,e o sr.Willliam, a poder servir de iscas para motivar outros participantes a falar mais,estando lá,ou aqui,ou mesmo,no JD.

    Fico pensando em como seria se eu não tivesse contado com a orientação dele nem do professor Andros,e nem de ninguém conhecido,para poder ter minha banda larga “particular” atualmente.
    Eu a teria do mesmo jeito.
    Eu teria aprendido o que eu aprendi convosco,em gds de informática- a diferença é que eu ia levar mais um tempo para ter essa internet,mas eu iria tê-la.
    Aconteceu na verdade,o contrário do que pareceu acontecer.
    Eu já tinha mesmo em mente,fazia uns dois anos, a idéia de que eu ia ter que ter autosuficiência virtual.
    Já tinha essa necessidade como necessidade urgente,por saber que inclusive,em caso de desemprego,eu voltaria a ser uma excluída digital,se ficasse sem essa internet.
    E justamente os desempregados são os que mais precisam dessa inclusão, porque eles usam(eu ainda não usei,quando consegui esse emprego onde trabalho, a web ainda era tema de filmes de ficção científica espacial,e de letras de canções black-music),porque eles usam a internet hoje em dia,para enviar uns cinquenta currículos por mês para empresas,e para fazer cursos virtuais de capacitação.
    Ou seja,a internet substituiu a estafante antiga rotina que muitos que ficávamos no “ora veja” nessa parte- substituiu a rotina de se pegar uns seis ônibus por dia,para preencher currículos em toda parte da cidade,atendendo anúncios de jornal,ou mesmo, placas afixadas em determinados endereços, com ofertas de vagas.
    Isso inclusive consumia mais nossos recursos,se bem que a conta mensal da internet tenha o mesmo efeito- mas esse efeito já é menor,e tem menos efeitos colaterais.

    E ainda por cima,eu sabia que em caso de arrumar logo um outro serviço,no primeiro ano eu não ia ter tempo para resolver essa questão virtual,o que iria posteriormente comprometer minha competência para satisfazer essa necessidade de uma forma correta.
    E o afastamento provisório da web,também me daria prejuízos em algumas coisas.
    Portanto,essa era uma questão urgente,que eu teria solucionado com quaisquer ajudas.

    Mas eu usei isso, como uma desculpa para me aproximar mais do sr.Hosaka,para conversar com ele por uns dias,para me dar a conhecer ao mesmo,para fazer ele saber que sou uma pessoa comum,como qualquer outra,cheia de dúvidas e problemas - e para que assim ele passasse a me entender mais,melhor,para que começasse a me desculpar por meus equívocos,para que ele pudesse atribuir meus enganos às minhas inseguranças persistentes,e para que- me tolerando mais- algum dia,eu e ele pudéssemos ser mais amigos.

    Ou seja, eu usei meus interesses virtuais e computacionais crescentes,para tentar ser amiga dele.
    Não fiz o contrário disso.

    Mas, meus interesses em informática,também não foram criados em função dessa coisa “afetuosa”.
    Como eu contei acima,eu precisava de uma banda larga para eu,e somente para eu- havia muito tempo.
    Sabia disso muito antes de eu ter tido qualquer desavença com o sr.Ícone.
    E o meu recente interesse aumentado por tecnologia,tem a ver com o fato de eu estar resolvendo mais e por mais tempo- esses problemas virtuais,agora.
    Haviam alguns desses equipamentos,que eu já desejava,antes mesmo da minha inclusão digital.
    Sempre quis tocar um sampler,sempre quis ter uma brainmachine.
    Recentemente,problemas para andar pela cidade,e para me localizar em endereços desconhecidos,me levaram a querer um gps.
    Uma vez que gosto das visões da natureza,há muito,ando querendo uma câmera digital.
    Etc.
    Evidentemente,o contato com um apaixonado por tecnologia - me estimulou ainda mais nesses desejos.
    Mas eles já existiam.
    Ou será que alguém pensou que eu ‘iria à falência” para ter as mesmas manias de uma pessoa amada?

    Não- e inclusive alguns desses equipamentos,eu decidi que não vou mais comprar por enquanto.
    Para esse ano,eu só vou querer de principal mesmo,vai ser o Galaxy Tab.
    E para o ano que vêm,um celular simples.
    Cuja compra estou adiando,porque celular convida a invasões na privacidade,mas eu vou ter que aprender a controlar esse problema também,não terei outro jeito.

    Isso é tudo por enquanto.

    Por ora,um bom dia aos que “viram”,até mais tarde.

  64. Comentário por McAfee -22,de boa tarde — sexta-feira, 27 de maio de 2011 @ 13:46:33

    Se eu tivesse pesquisado com mais afinco do que eu pesquisei antes- e se não tivesse começado a ser uma nerd,de uma forma tão relutante, eu não teria comprado dois computadores comuns,para serem meus gadgets.
    Eu teria comprado logo o laptop que eu comprei,e já teria adquirido o tablet,e não esse pc em uso agora,nesse momento.
    Ele - e uma vez que eu soubesse como usar,atenderia mais minha necessidade de não ficar uma excluída digital,dentro de pouco tempo.
    Porque,quer eu queira,quer eu não queira, - quando eu mudar de “clima”, atualmente- de todo modo, o acesso à web vai ficar difícil,mesmo que eu tenha um pc pequeno e alternativo.
    Com o uso do tablet,essa rotina não precisaria de ficar assim.
    Inclusive,o sr.Hosaka disse que o uso do teclado virtual,é mais rápido.
    Isso significaria eu poder escrever um pouco mais na velocidade do meu pensamento(se bem que isso implica também na maior chance de cometimento de enganos)
    Mas,enfim,fui comprar um notebook,e depois- um netbook.
    E tudo por falta de conhecimento.

    Sim- essa minha necessidade de garantir a continuidade da minha inclusão virtual existe,e existia há muito.
    Eu posso ter usado essa necessidade,para tentar melhorar os vínculos com o sr.Hosaka,e para obrigar ele a me conhecer mais,pois depois daquela briga do ano passado,foi que finalmente eu fui me dar conta de que ele não sabia quase nada ao meu respeito,e que essa foi a razão principal de ter existido aquela altercação.
    Deu-se tudo mais ou menos desse jeito:
    eu fiquei interessada nele logo que eu o conheci,em junho de 2.006.
    Acabei encontrando tanto ele como ao professor Andros no gd do terra- quando o gd do Uol encerrou sua atividade,decidindo privilegiar apenas ao Jornal de Debates,que antes,era uma seção de correspondências de reclamações sobre o caos das cidades- para a qual eu cheguei a escrever alguns textos,com meu apelido de então,que era Tatiana.
    Começamos a conversar,ele achou por uns meses,que eu era nique alternativo do professor.
    Quando ele percebeu que eu era uma pessoa real, então apareceu o André Pegnoratto, “para conversar comigo”.
    Mas ,ele deve ter lido apenas alguns dos meus textos,por uns meses.
    Depois,ele passou a ler - de tudo o que eu escrevia,apenas o primeiro parágrafo.
    Desatualizando-se sobre a minha pessoa,passando a me desconhecer,ele pôde então fazer especulações ruins sobre mim.
    E como eu não estava com muita saúde mental- na época para entender- acabei reagindo mal.
    Depois, fui imaginar que fazia tempo que ele não lia mais meus textos.
    E que eu havia esquecido de indicar a ele quais eram os que eu escrevia,que ele podia ler,já que ele não tinha tempo (e nunca teve tempo) para autores tão prolíficos quanto eu.

    Houveram nossos mal entendidos,então, posteriormente,e quando as coisas já estavam menos ruins,eu arrumei algumas desculpas para falar com ele,e para obrigar ele a saber mais sobre mim.
    E essas desculpas,giraram em torno da minha justa necessidade de resolver meu caso de urgência em relação a uma internet própria.
    Eu pensei:
    eu posso muito bem pedir orientação em fóruns especializados,para não ter que perguntar tudo ao meu irmão mais novo,que é entendido nesse assunto.
    Ou eu posso pedir essa ajuda especificamente aos srs.Marciano Alado,e Católico,excluindo todos os demais.
    O sr.Hosaka- que não estava habituado mais a ler muitos textos meus,ia pensar que eu estava pedindo alguma orientação sobre qualquer outro tema,quando visse o título,e nem ia ter curiosidade em saber do que se tratava.
    Mesmo porque o gd do terra já vivia repleto de temas que ele considerava de maior interesse do que os que eu tinha a contar.
    Atualmente,se ele visse um pedido meu no blog da Selma-mesmo direcionado só a outras pessoas,ele veria esse pedido,porque poucos escrevem no blog.
    Por isso,agora ficaria meio feioso pedir orientação ali sobre informática aos outros, e não mencionar ao nome dele- pois ele perceberia que estava sendo “excluído”.
    Então não dá mais para agir assim,ali.
    Mas no gd do terra isso ainda podia ser feito.
    E ele nem ia perceber qual era o assunto.

    Mas,eu pensei:
    -não,vou incluir a todos,nesse meu debate,porque estou precisando de ouvir várias opiniões,e porque assim- o sr.Hosaka,não vai ter outro jeito,senão ler tudo o que eu escrever para ele.
    E assim eu procedi.
    Juntei então,duas necessidades estrondosas.
    A de resolver minha carência em relação a uma vida virtual autosuficiente,e a minha necessidade de recomeçar uma amizade com o sr.Ícone.

    E assim ocorreu nesses últimos meses.
    Eu fui “tentando envolver ” a ele em num tema ou noutro meu, e mesmo,na necessidade de recuperarmos o antigo grupo de conversas.
    Tá certo que eu até resolvi meu problema virtual mais rápido do que eu teria resolvido,caso eu tivesse consultado outras fontes,e caso eu não tivesse ouvido as opiniões também do professor Andros,do sr.William e do Denytus.
    Mas o outro objetivo que eu tive- e que é claro que não foi declarado na época,eu também consegui atingir,que foi o de ter uma maior compreensão por parte daquele meu amigão sr.Ícone.

    Entretanto,acho que no quesito “reunir de novo o gd’- eu posso ter me enganado um pouco,mas ainda é cedo para dizer.
    Ter saído do blog da Selma,está sendo mais útil do que teria sido para eu permanecer lá.
    Justamente, minha presença ali impediu o sr.Hosaka de escrever outros textos que não fôssem os tecnológicos,e deixou na acomodação os outros postantes,porque eles sempre ficaram na espera de que eu,a Selma,e ele,sr.Hosaka,mantivéssemos o blog ativo.
    Ou seja, meu esforço direto para isso, teria resultado num efeito ao contrário.

    O “dr.Ésio Lopes” apareceu lá hoje, e saiu do seu silêncio de sempre,só rompido umas semanas atrás com uma ou duas frases enviadas a mim,por dona Marcela(que é ele,ou ele é ela).

    Mas,não tenho certeza ainda.
    Talvez,em dias ou semanas, o blog deles vai ficar em silêncio de novo.
    Aí,será hora de eu voltar…nem que for por um tempinho,antes de agosto.

    Isso aí.

    Essa foi minha incursão “vespertina”,por aqui.

    Uma boa tarde,um bom almoço aos que ficarem.

    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  65. Comentário por McAfee 23- de boa noite — sexta-feira, 27 de maio de 2011 @ 20:06:24

    Nem para o mar,nem para a terra.
    Eu não fiquei perto do sr.Ícone por esse período - para resolver questões virtuais.
    Não tenho o menor talento para agir assim,e em algumas vezes em que tentei simulações para conseguir alguma coisa,eu mesma parei com tudo rapidamente,ou simplesmente,caí na gargalhada.
    Fiz da moda dos personagens de programas humorísticos,que quando perdiam a paciência com alguém,começavam a destruir o cenário - que era o da casa deles,no programa de comédia.
    Mas,também, não ocorreu o inteiramente oposto disso.
    Eu não “forcei interesses tecnológicos” para ter o que dizer a ele.
    Ou para termos “pontos em comum”.

    Não existe essa pessoa hoje em dia,que tendo pelo menos um emprego aceitável, tendo uma situação financeira quase definida- e tendo ao menos, um ensino médio,- que não tenha um interesse em tecnologia.
    Todo mundo queria ter algo do tipo uma câmera digital, um celular modernoso, um computador- caso ainda não possua,uma televisão de plasma, uma brainmachine- caso seja alguém com interesse religioso- um net ou um notebook,caso haja necessidade de andar com pc para baixo para cima,etc.
    E quando entramos em contato com nerds de verdade em tudo isso, estimulamos o interesse que já tínhamos antes.
    Mesmo passamos a desejar mais ter eletroeletrônicos que ninguém mais deseja ter.
    Isso por termos entrado em contato com pessoas aficionadas por tudo o que se refere a chips,bits,bytes,ampéres,etc.

    E vamos pensar “melhor”.
    Se desde o primeiro dia,ao ler alguns textos do sr.Hosaka- eu logo fiquei atraída a ele,é porque meu subconsciente reconheceu que tínhamos vários pontos em comum.
    Uma “atração à primeira vista” tem a ver com muitas percepções subliminares que às vezes,demoram anos para ficar conscientes.
    Quando nos apaixonamos,normalmente é mesmo pelo “reflexo do espelho” que vemos em outra pessoa,que estamos nos interessando.
    Ainda que naquele momento,esse meu interesse tecnológico estivesse inativo, - era algo latente em mim.
    Assim como eu e ele temos vários “pontos em comum”,como o tipo de sensibilidade,o interesse literário,etc,etc.
    Hum…digamos que eu talvez não “me apaixonei”,mas reconheci magicamente “alguém de algum lugar do passado,reconheci o parente de uma vida antiga”.
    Hã…elas conviveram por um tempo,mãe e filha.
    Deu tempo de uma passar seus hábitos à outra.
    Depois “se separaram”.
    Esses hábitos semelhantes das duas pessoas,evoluiriam então,para as inclinações atuais.

    Se valesse a pena,eu queria mesmo ter um telescóspio com uma máquina fotográfica,para tirar fotos fantásticas do espaço…
    …que nem aquelas que a gente vê nas revistas Galileu.

    Mas, deixando o sr.Ícone de lado,a partir de agora.

    Eu reclamei no McAfee anterior, por eu não ter tido maior calma,e por não ter comprado um Galaxy Tab da Samsung, que custava mesmo,mais barato do que esse pc que estou usando.

    Mas,não posso reclamar da minha sorte digital.
    Não sei como eu ia me arranjar com aquele equipamento- ele não ia me valer de muita coisa antes de uns três meses,pois eu ia ter que aprender como ter uma só internet para ele,e para o notebook.
    Depois,eu ia ainda ter que aprender a operá-lo.
    Acontece que para eu,é urgente terminar aquela minha série sobre a literata antiga,para o blog.(esse blog)

    O que eu desejo, em especial,é um computador bem pequeno,que eu possa usar com segurança e com discrição em todos os lugares,e até mesmo em filas de banco- e não apenas em shopping centers,como tem ocorrido até agora.
    Mas,esse pc presente que estou usando,já resolveu a terça parte de muitos problemas que tive,e irá eliminar muitos senões que eu poderia ter posteriormente,caso eu não tivesse nenhum pc pessoal,ou caso eu não fôsse ter um.

    -não uso mais tanto o pc da sala de casa,por isso,meus textos ,e todas as tarefas realizadas na internet,estão lucrando com minha maior atenção a eles.
    -posso ficar de noite no pc,quando estou com saúde para isso- o que eu não faço “pc coletivo”(não dá para ficar transitando pela noite, - isso assusta as pessoas)
    -num pc meu, é possível limpar senhas e entradas de formulários,só uma vez por semana.Em quaisquer outros,eu tinha que fazer isso todo dia.
    -posso usar em fins de semana,e assim, tirar férias das lans.
    -…e não ficar mais reféns de uma ou outra delas(fiuuuu…),o que agiliza minha rotina para outros deveres.
    -se eu tenho coisas urgentes para resolver,saber ou decifrar,não preciso esperar o dia seguinte para isso. Dá para procurar até no ônibus.
    -num futuro serviço,mesmo que não houver tempo para estar na internet, esse pc será usado na chegada,no almoço,e na saída.
    E sem despertar cobiça em ninguém,porque é um “gadget de pobre”.
    -se eu viajar para a “casa dos parentes” em Minas,e eu suponho que a operadora cobre aquela área, não precisarei que eles tenham internet em casa,nem sair pela cidade desesperada,à procura de alguma lan-house que fique em alguma praça- e que funciona só das catorze às dezoito horas.(kkkkkk… não acho nem um pouco difícil isso acontecer)
    Ainda por cima,mostrarei algo atraente aos parentes.- e belas imagens aos mesmos.
    Se bem que atualmente,gradualmente, todo mundo vai dando um jeito de ficar digitalmente incluído.
    -vai dar mais ou menos para ler no ônibus de viagem,então.
    -(ou no avião…não,no avião seria demais…ainda que eu nem imagine para onde eu viajaria de avião algum dia. Mas tenho certeza que ainda viajarei de trem bala)
    -se eu ficar desempregada,e quiser mandar currículos para firmas,estudar,e fazer tudo o que faz uma pessoa nessa situação- ao desejar se acertar com rapidez,não vou precisar ficar no pc de casa o dia todo,nem vou precisar ir no Sesc,para usar uma lan house gratuita.

    -nada disso quer dizer que vou ficar prescindindo sempre dos outros computadores,porque soluções perfeitas e definitivas,não existem para os ‘mais pobres”.
    Frequentemente,vou precisar sim dos pcs alheios,e caso ficar difícil para eu pagar a conta da internet, terei que ocupar “todo mundo” de novo.
    Mas ter uma garantia desse beneficio para eu mesma, frequentemente irá me livrar de maiores tensões,irá me ajudar a resolver questões urgentes,e que requeiram concentração por bastante tempo- e os conhecidos dricarão menos,quando deles eu precisar,pois sempre saberão que essas necessidades da minha parte serão temporárias,doravante.

    -caso eu queira fazer um curso virtual pela internet, já tenho a garantia de poder fazer esse mesmo curso com tempo,paciência,e ambiente propício à concentração.

    -também não preciso mais usar a internet o tempo todo,quando não estou trabalhando- só para lazer.
    já posso me ocupar de algumas responsabilidades na mesma, e já posso usá-la como ‘páginas amarelas”-já que isso não irá mais me privar do tempo para o lazer também.
    Ou seja,não tem mais aquele negócio de eu ter que aproveitar o pc de qualquer lugar para estar principalmente nos blogs que eu frequento “porque senão não sei que hora vou estar depois”.
    Já estou voltando a fazer pesquisas sobre necessidades,ou desejos meus que tenho há tempos.
    º
    º
    º
    º
    Se eu tivesse tido “mais calma” e caso eu imaginasse que minha ansiedade não iria me atrapalhar a aprender logo a operar o gadget tablet- seria nele que eu estaria operando agora nesse momento,mas talvez eu ainda estaria me ocupando com algum texto já escrito um mês atrás,pois eu teria demorado um pouco para aprender a digitar no mesmo.
    Um tablet tornaria melhor ainda o que já está bom- disso eu tenho certeza.
    Mas,para eu,já foi meio difícil alcançar essa solução de agora,que para eu,como eu já contei semanas atrás,foi algo de extraordinário.
    Admito que quando anos atrás,eu imaginei que eu ia ter autosuficiência virtual algum dia,eu não consegui acreditar nisso.
    Não imaginava como isso ia ser possível para uma leiga em informática como eu,e realmente eu achei que eu não levava jeito nenhum para a tecnologia.
    Ilusão.
    Talvez,eu “leve até mais jeito” para isso,do que muita gente- quem sabe, eu só não ganharia do sr.Hosaka nessa parte,assim como eu tenho certeza que minha dissertação poderá “ultrapassar a dele ainda’.
    Não estou sendo metida,é claro,mas estou fazendo uma constatação feliz.
    Não sou tão burrinha como eu pensava em certos temas,e posso aprender sobre eles sim.

    Mas,meu desconhecimento e insegurança,me levou a uma solução que daqui a pouco,estará meio ultrapassada.
    Porém,se eu pensar no quanto eu fui e no quanto me senti incompetente e insegura nisso tudo por tanto tempo- e no quanto ainda me sinto assim,insegura, eu realizei um feito fora do comum- extraordinário mesmo.
    Não posso reclamar muito.
    Além do mais,para se escrever normalmente,é desejável ter-se um computador normal.
    Um gadget de um gigabyte, é só para se levar nas saídas de casa,- não consigo imaginar ninguém,operando aquilo o dia inteiro,quando tem opção.
    Um computador comum, também pode ser ligado a uma impressora,quando há necessidade,e com um tablet, não dá para agir assim.

    Eu também poderia arrumar um serviço “daqui a pouco” que justamente irá exigir que eu tenha meu material de trabalho,e que eu tenha um computador comum, que possa ser usado de forma comum também,e sem dificuldades.
    Alguém já pensou eu aparecer portando um pc com cara de celular,para uma entrevista na área de vendas,por ex?
    (hã…acho que não ia dar muito certo…)
    Assim como tem certas firmas que exigem que os futuros funcionários tenham seus automóveis.

    Portanto,talvez eu não tenha errado tanto,quanto eu pensei.
    Eu vou ter o Galaxy Tab,com certeza.
    Sua moeda de troca será um dos pcs atuais.
    Mas,não vou me desfazer dos dois.
    Afinal,eu- para escrever bem,e com um texto e uma gramática correta,eu preciso de uma tela de bom tamanho.
    O “tab” será só para eu escrever aqui nesse blog,quando eu estiver fora de casa.
    E assim mesmo,pelo tamanho que a tela tem,eu sei que eu não vou escrever otimamente bem em qualquer lugar.
    Só vou fazer “bonito”mandando algumas mensagens curtas por e-mail.
    É um equipamento mais indicado para leitura da internet,mas não para atividade na mesma.

    Isso aí.
    Não sei como ficou essa digressão tecnológica,aqui eu pensei mesmo em voz alta por um tempo.

    Mais tarde,eu voltarei.
    (para Galaxy Tab,a missão…kkkkkk…)

    ººººººººººººººººººººººººº

  66. Comentário por boa noite final — sexta-feira, 27 de maio de 2011 @ 22:46:54

    Ho-hó!

  67. Comentário por McAfee-24 — sexta-feira, 27 de maio de 2011 @ 23:18:59

    Meu “irmãozinho” ficaria admirado com meu “atrevimento” em querer um eletroeletrônico como esse- ainda que não esteja caro. Na verdade,ele costuma custar menos do que alguns notebooks.

    Mas,ele acharia espantoso,pela responsabilidade que seria ter uma internet ali e também ter a mesma internet,num outro pc.
    Mas, estou encaquestada com isso, e um pouco depois de eu quase ter me desiludido com o Ipad propriamente dito.
    Todo mundo está correndo atrás do Ipad, agora.
    Eu calculo que não vai demorar muito tempo,e o “bicho” vai ser vendido por um preço baixo,pois vai ficar muito comum.
    (Talvez,se o Alarico souber que estou a fim de ter “tab” da Samsung, acabaria me aconselhando a esperar o Ipad baixar de preço)
    O problema- é que eu não teria nenhum uso para o Ipad,e com ele não daria nem para sair na rua,porque ele é desajeitado,e chama muito a atenção.
    Se eu tiver um- então esse pc aqui é que vai ter que ficar me acompanhando fora de casa,e o Ipad vai ter que ser um computador doméstico.
    Não é isso o que eu quero,mas eu posso repensar esses “devaneios” todos.
    Por enquanto tudo o que eu estou falando- é um exercício de imaginação.
    º
    º
    Então,repassando essa história tecnológica:
    os eletroeletrônicos que estou querendo são:
    -um “tab”,um celular simples,uma câmera fotográfica digital,um gps, um teclado samplerizado, uma brainmachine.

    A câmera fotográfica, por um tempo, poderá ser a do celular.
    O gps já estará contido no “tab”.

    Com urgência,só vai dar mesmo para ter dois.
    O “tab” e o celular simples,mas com uma câmera fotográfica embutida.
    Os outros,ficarão para daqui a uns anos.
    Ou para breve,mas para isso,eu vou ter que ganhar melhor no próximo serviço.
    Gastos,e caprichos sem nada a ver com nada,eu ando cortando - especialmente agora,ajudada pela internet,que me está economizando o dinheiro de muito papel que eu estava comprando até pouco tempo atrás.
    Nisso eu também já falei- e esse era um dos outros motivos pelos quais eu precisava da garantia de uma internet própria.
    Para controlar meu consumismo.
    Para reduzir o volume de livros e revistas em meu quarto,para enxugar minha biblioteca pessoal,para que ela fique melhor e mais bonita de se ver- e para que eu possa passar a me dar ao luxo de só ter em minha estante livros e revistas que eu desejo ter,evitando comprar cada publicação que aparece nas bancas,só por causa de um artigo.
    Ainda tive a sorte de ganhar uma estante.
    Quem compra livros e revistas demais, normalmente também tem que ter despesas com instalações depois.
    Eu poderia ter tido essas despesas,mais uma vez,(no passado,já havia comprado uma estante)

    Com uma internet, nada disso precisa acontecer.
    Ainda na estante que eu ganhei,que ocupa agora o local principal do meu aposento- eu estou guardando principalmente livros de religião,filosofia, revistas de arte e de botânica.
    Chega de ficar tendo aquele monte de Superinteressantes,de revistas Planeta,Brasileiros,e Viver Mente Cérebro- que eu só tinha comprado por causa de uns dois assuntos em cada um.
    A Galileu vou ainda comprar de vez em quando,pois minhas sobrinhas gostam dela.
    Quanto às outras,vou arrumar um tempo para ler as mesmas aqui mesmo.
    No pc.

    Sem falar que o acesso à internet, já faz tempo, tem me economizado dinheiro que eu gastaria em lazer.
    Bem como anda me “economizando como pessoa” de passar desgaste indo e vindo à cata de todo tipo de experiência que acho que tenho que ter.
    O que foi uma rotina,antes dessa inclusão eletrônica.
    Em função disso,eu fui aderir a uma religião um pouco tardiamente.
    Mas agora,faz tempo também,eu voltei a ir ao templo com regularidade.

    Com tanto acesso a noticias assim,não preciso parar para ver televisão,nem me sujeitar às rádios Fms.
    Estou finalmente mais livre para cumprir deveres,e dar andamento em meus interesses.
    Sem falar na facilidade de comunicações urgentes com conhecidos,por e-mail,se houver necessidade.
    E se eu me cadastrar em sites de procura por emprego- vou conferir uma resposta ao “currículo” com maior rapidez do que eu faria,se precisasse ir a qualquer lugar para usar algum computador,para isso.

    Esse é um “beneficio” a durar a vida inteira.
    É um passaporte de organização da vida e da rotina.
    Isso vai dar uma grande amaneirada nas minhas dificuldades com a rotina,devido ao transtono de atenção.
    E me impedirá umas vezes,de fazer papel de tola(como já fiz umas vezes)
    Isso ,por me cercar de boas informações,antes de por qualquer “empresa” em curso.

    Sim,para uma mulher com uma vida meio complicada,a internet não é só um artigo de luxo,mas é uma necessidade.

  68. Comentário por McAfee- 25, de bom dia — sábado, 28 de maio de 2011 @ 09:27:29

    Ninguém ainda se manifestou em nenhum dos sites- à exceção do “seu” Celso Lungaretti, lá no JD.
    Ontem, o Teacher tentou dar um “adeusinho”,mas para onde ele pensa que vai?
    Para o blog da Selma?
    Duvido que vai conseguir mesmo ficar fora do JD.

    Continuarei falando em tecnologia.
    Eu sei que a maioria dos brasileiros ainda é excluída digital.
    Mesmo a metade desses excluídos do mundo virtual, tem acesso às lan-houses,e costuma frequentá-la - para resolver problemas e casos que dependam da realidade virtual.
    Entre esses,estão naturalmente os desempregados,as crianças em idade escolar,e os estudantes adultos de um curso qualquer.
    Não tenho memória para outros tipos de frequentadores das lans.
    Acho que aposentados que são “excluídos” do mundo dos bits ainda não as usam.

    Eu tenho a impressão que nos próximos quinze ou vinte anos, todo mundo,mesmo em moradias perigosas e insalubres- irá ter seu pc- nem que seja de banda larga alternativa- uma vez que em certos tipos de locais nas cidades- a energia elétrica pode ser falha.
    Ou talvez o sinal de speedy chegará também a lugares assim- como esses nos quais estou pensando.(fiuuuu…)
    Engraçado.
    Vi uma estatística absurda por esses dias.
    Um em cada quatro brasileiros é plenamente alfabetizado.
    E num país desses,eu estou esperando uma total inclusão digital para a algum dia. Ou seja,uma inclusão digital de todas as pessoas,sem exceção.
    Mas,esse será mesmo o nosso destino-caso não ocorram grandes choques políticos no mundo,nem ocorram desastres naturais- e eu acredito que qualquer um desses eventos levaria à estagnação das nações,por umas décadas.
    Aos poucos, vou vendo todo mundo- ao menos,conhecer esse mundo da internet,mesmo quem morre de medo dela.(e ainda tem muitos que se apavoram ao chegar perto de uma,para em seguida,se encantarem primeiro,com belas imagens. E as inclusões digitais sempre começam assim. Assim também se deu comigo,em 2.004.)
    Eu acho que aqui vai acontecer o contrário do que acontece em outros países. Nos outros, quando a web chegou,não haviam mais analfabetos- havia muito tempo.
    Aqui, as pessoas que não lêem direito( e é possível, para muitos,chegarem ao último ano do ensino fundamental,sem se alfabetizarem plenamente, -devido à proibição das repetências escolares, que já vêm funcionando disfarçadamente desde os anos setenta)- aqui,as pessoas que não lêem direito,se apressarão em se alfabetizarem,quando tiverem em vista, sua futura e próxima inclusão digital.

    Falemos em desemprego.
    Os mais desavisados podem pensar que - se o acesso à internet amenizou aquela rotina em que os “disponíveis” ficavam- que incluía bater de porta em porta à procura de um serviço, pegar não sei quantos ônibus por dia para isso,e gastar em lanchonetes- ao passo que o dinheiro do seguro desemprego ia sendo consumido, e às vezes,com poucas chances de uma recolocação- ou de uma recolocação rápida- os mais desavisados podem pensar que com uma internet,embora essa rotina tenha ficado menos ruim,ao menos,para os “incluídos digitais”,e para os que podem- e sabem como manter essa inclusão- o gasto em dinheiro continua sendo o mesmo,devido à conta da banda larga,ou do speedy,no final do mês.
    E sem retorno financeiro garantido.

    Mas,isso é um engano.

    Em primeiro lugar,existem planos diferentes para banda larga.
    Tem aqueles de uma hora por dia- que são os mais baratos- e mesmo o acesso à internet por uma hora ao dia, já faz diferença quando se manda um currículo, e quando se tenta acessar uma resposta ao mesmo.
    Aí,o usuário tem que ter algumas poucas noções de informática,para não desperdiçar o pouco tempo que terá durante a semana,para consultar esses arquivos.
    Porque o ideal,nesse caso,será acessar umas duas vezes por semana,para se ficar bastante tempo “no ar” de cada vez.
    Ou esse usuário terá que contar com a ajuda de alguém que saiba entrar nos sites necessários,para ele.
    E será imprescindível muita objetividade para que se evite navegar em quaisquer outros locais da internet,que não sejam os sites de procura de emprego,e o próprio e-mail.
    Tem a banda larga da IG,cuja mensalidade é baratinha,mas que pesa na conta telefônica.
    Hum…hã…quem não tem telefone fixo,não pode ter- mas de todo modo,muita gente costuma dizer que a IG não é nenhuma grande vantagem,pois acaba saindo mais cara do que uma banda larga comum,já que depende da linha telefônica.
    Tem também os planos de internet para celulares- mas fico de “cabelos em pé” só em pensar em alguém mandando currículos de pedido de emprego numa lan-house,e depois tentando conferir o retorno num celular.(abominável…é por isso que eu imagino que muitos pobres do futuro,vão portar consigo,a “televisão de bolso”,ou seja, o tablet)
    Problema,é que quem não pode,provisoriamente pagar uma conta eletrônica qualquer- acharia pesado juntar uma conta pequena de internet,à uma conta também pequena de telefone,mas essa é uma alternativa para quem não pode ter um computador em casa,e/ou para quem não pode, numa época qualquer - ter uma banda larga respeitável no pc de casa,ou no notebook.
    Para os “pobres do futuro”, o tablet vai ser uma solução maravilhosa,e o que é melhor,que poderá ser levada para todos os lugares.
    Acho que essas pessoas sequer passarão pelo processo normal da inclusão digital,pela qual muitos passam hoje em dia.
    Não precisarão chegar perto de um computador comum- para depois terem um “tab”.
    Farão um curso de informática qualquer,em algum local onde esse curso seja gratuito(e tem alguns por aí) e …seus primeiros pcs serão os tablets,nos quais eles terão aprendido a lidar,já no tal curso gratuito de informática.
    Já sairão usando,e neles terão toda a sua vida digital, assim como eu tenho tido toda a minha vida digital atualmente, nos meus pcs pequenos.
    Enviarão e receberão e-mails,estudarão,verão imagens,filmes,acharão empregos,lerão as noticias,estarão no JD,no blog da Selma,e no blog do sr.William,no trem,no metrô,no ônibus, na balada(hahaha…),no parque do Ibirapuera,no museu, no ônibus de viagem,na casa da cunhada…

    …claro,esses vão reclamar que não dá para escrever muito,usando um “tab”,então o “tab” irá automaticamente fazer com que esses cidadãos venham a ser usuários de lan-houses.(atenão futuros donos de lan-houses- que vossas senhorias continuarão a ganhar seus reais)
    Futuramente, o “tab” será de uso tão frequente,quanto é o uso de qualquer celular hoje em dia,e mesmo pessoas que nunca esperaríamos,vão tê-lo,e irão tirá-lo da bolsa,da mochila e da sacola, em filas de banco, em filas de recarga de bilhete único,em postos de atendimento público nos fóruns da cidade, nas salas de aula- caso os professores não proíbam o uso ali.
    Atualmente - a coisa mais comum que tem,é estarmos nas escadas do metrô,no ônibus- e alguém tirar o celular da bolsa,para ligar para alguém.
    Em dez anos,o mesmo será visto em relação ao “tab’.
    Talvez,com um pouco menos de frequência do que é visto ocorrer com o celular,mas será muito comum.
    Usuários mais velhos e mais bem situados economicamente- da internet,continuarão com seus notebooks,e com seus netbooks- que serão usados em praças de alimentação de shopping centers,ou lidos em ônibus,em salões de festa,ou mesmo,em salões de beleza- enquanto se espera pelo atendimento.

    Mas eu falava nas chances de uma inclusão digital que não seja muito dolorosa “no bolso” para estudantes e para desempregados “normais”.
    E em chances atuais,pois o “tab” é para o futuro,ainda.
    É algo que começa a ser usado só agora.

    Para os que tem mesmo muita dificuldade nessa parte- o uso dos pcs dos parentes e amigos costuma ser indicado.
    Ora,as pessoas sempre ajudam as outras em casos de extrema necessidade, - ainda mais quando existe parentesco,e quando existe o grande interesse em ver um parente recolocado logo num serviço- para que esse não dependa de nós,posteriormente.
    Tem meninos e meninas que chegam a se ocupar das tarefas virtuais para essas pessoas em situação de urgência.
    E que umas vezes,mal já chegaram perto de um computador- um dia.
    Mesmo- a maioria dos recém incluídos digitais,e mesmo sem experiência nessas questões virtuais, tem seus e-mails.
    Não sabem como usá-los,mas os tem.

    Uma vez que muitos desses acabam aprendendo a usar um computador na casa de algum parente,amigo, e/ou nas lans da vida- bem como nos cursos gratuitos de informática-e se eles não tem um pc em casa,e se eles não tem condições de ter senão,um celular que só serve para receber chamadas telefônicas- então caso fiquem desempregados,irão naturalmente usar a lan house perto de casa,ou do bairro que fica perto,para preencher e mandar currículos para firmas.
    Bem como para fazer cursos virtuais.
    As lan-houses dispõem de serviços de envio de currículos e até de preenchimento deles,para os que pedem isso.
    (custam um pouco mais caro do que a hora no computador)

    Ou seja- ficar um dia inteiro no computador de “outras pessoas”,mesmo que isso seja pago,para essas tarefas relacionadas à recolocação em serviços,sai mais barato do que aquelas idas e vindas sistemáticas pela cidade,que costumávamos fazer antigamente.
    Se bem que essas idas e vindas ainda são necessárias - quando os currículos são selecionados para as entrevistas finais,mas digamos que essa rotina está atenuada então,hoje em dia.
    E o que é melhor:
    os futuros trabalhadores em futuras empresas não chegarão doentes lá no departamento de RH, nem faltarão a essas entrevistas por motivos de saúde- e isso eu digo,porque essas andanças pela cidade expõem as pessoas a doenças.
    E a maioria parece não ter nenhuma resistência para aturar uma gripe com elegância,- ela lhes causa mesmo muita sonolência- e mesmo,lhes causa xaropice nas horas mais incomuns.
    O que confere certa desvantagem numa tentativa de recolocação em serviços.

    E o exposto acima, ainda por cima - tem a vantagem de ajudar adolescentes que nunca trabalharam fora antes,procurar serviços,sem ficar saindo para longe de casa, - e se livrando assim da sua incompetência de andar pela cidade- bem como os livra de um monte de distrações que costumam atrair a gente dessa idade,que pode acabar mesmo é passando a tarde no cinema,ou em qualquer lugar,menos fazendo o que mais precisa.
    Bem como tem a vantagem de ajudar na recolocação de pessoas mais velhas,e que não tem tanta energia para ficar “andando por aí”.

    Claro que poucas coisas ainda poderão competir com uma oferta de vagas afixada na porta de uma firma qualquer.
    O usuário de internet,seja de que tipo for,ao voltar da sua décima entrevista mal sucedida para um serviço- vendo pela janela do ônibus um local que expôs ali um cartaz de “precisa-se de…para isso e para aquilo…com prática…ou sem prática…”, irá descer naturalmente do ônibus,para falar com o gerente de plantão daquele local,pois em parte das vezes,uma empresa que usa esse recurso,é porque está desesperada para preencher logo a vaga.
    Pessoas sem muita experiência em determinado trabalho- ou com um currículo meio ruim- ou mesmo, gente que ficou muitos anos sem registro em carteira,costumam ter mais sorte em lugares assim.
    Se bem que firmas desse tipo, muitas vezes são locais meio ruins onde se trabalhar, ao passo que empresas que selecionam os funcionários com mais calma,e de preferência,pela internet,também oferecem ambientes onde é possível para os inexperientes aprenderem o serviço com maior rapidez.
    Mas, as duas chances atualmente,são igualmente boas para os que procuram serviço- atenuam os gastos, e ainda economizam nosso tempo,nossas pessoas,nossa saúde e nossa paciência.

    Há uns anos atrás,eu li num jornal aqui em casa- quando a internet aqui nessas “paragens”(kkkk…) ainda era nova,e nós não sabíamos ler jornais na mesma- o que nos levava a àquele acúmulo de papel no quarto de despejos,que depois fazia a festa dos trabalhadores informais da cidade,cujo serviço é vender as tranqueiras encontradas em toda parte- para alguns depósitos- eu li num jornal,que o tempo de recolocação de qualquer brasileiro no mercado de trabalho, depois do desemprego,era de dois anos, “devido ao desgaste emocional no qual as pessoas ficam,quando procuram empregos.”
    Ou seja,ninguém aguenta a rotina de sair regularmente pela cidade,procurar serviço,não econtrar- ter despesas,e ainda ter que amargar uma horrível insegurança- para a qual não existe nem atenuação- a não ser em programas radiofônicos de auto-ajuda.
    O cidadão faz isso por três meses,depois para por mais três meses,depois faz isso por mais um tempo,depois para.
    Na pior das hipóteses,quem não conseguia se recolocar,acaba indo trabalhar como camelô,ou vai trabalhar num serviço sem registro em carteira.
    Isso ainda acontece hoje em dia com muita gente,mas o impacto desse problema urbano já está menor.
    Tem alguns que -mesmo nos anos oitenta,teriam ficado um ano batendo de porta em porta,até conseguir novo serviço.
    Atualmente,essas mesmas pessoas,ou seus equivalentes- num país numa crise social maior do que a que existia naquele tempo,já consegue o mesmo em quatro meses,devido às firmas de recolocação que existem na web.
    Ainda que eles não fiquem na internet o tempo inteiro.
    º
    º
    Na última vez em que fiquei desempregada,- em 1.992- fiquei uns meses sem procurar qualquer serviço,porque achei que ia ser fácil arrumar um,quando fôsse procurar.
    Quando - ao começar a fazer isso,vi que não ia ser tão fácil assim, me organizei para sair só uma vez por semana para isso,e respostas a currículos,em geral,eu pedia sempre só para aquele determinado dia.
    Assim mesmo,como eu me distraía,passando em vários locais sem nada a ver com nada…(fiuuuu…0]
    Acabei vindo para o atual,em agosto desse ano,ou seja,foi rápido para quem nem estava procurando serviço de forma tão maravilhosa assim.

    Aos que estão fazendo uso da internet hoje em dia,para se recolocarem no mercado de trabalho- eu recomendo o uso dela o dia inteiro uma vez por semana para isso,para os que usam os “computadores dos outros”,e/ou para os que não tem tempo para a realidade virtual, dois ou três dias na semana para os mais remediados nessa parte,e todo dia menos um- para os que tem nível universitário.

    Tem aqueles até que - tendo cursos superiores,ao perderem empregos,arrumam primeiro algum serviço simples,para não ficarem numa situação trágica,e depois,continuam o ano inteiro,mandando currículos para firmas,relatando suas reais competências.

    Isso aí.
    Acho que falei bastante por ora.
    Fui levada por um impulso,mas acho que essa crônica será útil para alguns que verem.

    —————————-

  69. Comentário por Encrenca 389, de boa tarde — sábado, 28 de maio de 2011 @ 13:51:45

    Relendo o texto McAfee 25, vi um monte de erros sintáticos e ortográficos,mas peço que não reparem neles,e que caso não houverem entendido o texto- releiam ao mesmo,ou algumas partes,porque ele poderá ser entendido.
    Mesmo com a vantagem que estou tendo agora de escrever num “isolamento”maior,e de poder me concentrar mais no que eu escrevo,eu continuo cometendo pequenos erros,porque escrevo demais, e não tenho tempo para reeditar o que eu escrevo,que eu vou corrigindo enquanto vou escrevendo- e isso não é suficiente.
    É verdade sim que agora minhas idéias estão tendo um melhor fluxo,por causa do maior sossego para escrever-mas isso ainda “não é tanto” para quem fala e pensa demais.(oh dó…haha…)
    Sempre me chateio muito ao ver que certos trechos meus,em textos,parecem ter sido escritos por uma “pessoa primitiva”,quando uma única revisão poderia ter melhorado aos mesmos.
    Mas,acho que todo mundo tem essa dificuldade.
    Além do mais,não é muito “católico” já se começar o dia escrevendo,sem se ter feito sequer um desjejum- e nem é muito “católico” se escrever quando já se está caindo de sono, e tenho feito isso sempre.
    Talvez,do ponto de vista orgânico,sou meio frágil,e qualquer faísca já me afeta o desempenho.
    Sem dúvida,eu sou um dos cidadãos que se beneficiarão da era do uso da realidade virtual para a procura por empregos.
    Eu já apareci para muitas entrevistas tossindo sem parar, e atualmente,esse estado de gripe,além do mais,iria me levar a enganos,no procedimento para tentar conseguir emprego- ou seja,me levaria à redução da minha esperteza.

    Sem falar que hoje,eu estou “esquecendo as coisas’ mais facilmente.
    Acho que ainda vou ter um terceiro acréscimo a fazer à mensagem em destaque do sr.William hoje,entitulda Obituário.
    Acredito que estou precisando de tomar alcachofra,ou tomar gingko biloba.
    Sempre que isso começa a piorar,acho que posso suspeitar do colesterol alterado uns dois pontos para cima.
    Isso é bem comum em pré-diabéticos…(é,além de eu ser Tdah, e de ter um ou outro limite mais sério,ainda tenho tendência para uma doença crônica.)

    Às vezes,não sei se a vida é justa.

  70. Comentário por McAfee- 26 — sábado, 28 de maio de 2011 @ 14:08:51

    Pode ser que a vida - na verdade,seja mesmo é uma “saia justa”.(parodiando o final da Encrenca 389)

    Também a internet está ruim hoje.
    Aliás,é difícil quando ela está muito boa.
    Mas hoje está pior.
    Eu atribuo esses limites da presente data,ao uso da banda larga alternativa,e eu- por gostar agora de escrever textos no word,estou usando a minha internet,mesmo sendo de dia.
    Não estou usando a “da sala de casa”,que é servida pelo speedy.
    Não quero me arriscar a deixar gravado sem querer,algum documento meu ali,nem me arriscar a apagar o de alguma outra pessoa.
    Nem desejo mais escrever nas caixas de mensagem daqui,e perder os textos.
    Ainda que com o speedy, isso ocorra com menos frequência.
    Sei que a culpa principal desse risco atual que tenho vivido, nesse mundo virtual,é da minha banda larga.
    Por ora,não há como melhorar essa situação-quem sabe daqui a uns anos,vou poder ter um net-virtua.
    Olhem eu sonhando.
    Nem os mais abonados podem ter um “net virtua” pois na maior parte das áreas urbanas,ainda não tem sinal - ou torre dessa operadora de internet.
    Mas, começo a pensar que nenhuma melhoria nesse mundo é impossível.
    Começo a “sentir isso mais em mim,e no corpo”,e é muito bom quando bons pensamentos começam a virar hábitos em função dos quais iremos viver.
    Isso melhora as perspectivas.

    Voltando ao tema.
    Hoje, eu precisei de umas duas tentativas e meia para enviar textos mais longos.
    Mas,se eu pensei que era porque os textos eram longos,isso ocorreu com textos mais curtos também.
    Ainda bem que não é todo dia que a internet está assim.

    Se eu podia pensar que escrever menos para cada postagem, procurando assim dividir o fluxo dos meus pensamentos em trechos menores- facilitaria o envio de mensagens- em parte do tempo isso não acontece- e leva até mesmo a uma maior demora para a exposição das idéias.
    Por isso,prefiro passar pela dificuldade de tentar enviar um texto mais longo,do que dobrar o tempo dessas dificuldades enviando textos menores,a não ser quando eles realmente podem ficar diminuídos.

    Uma vez mais, tenho a agradecer ao sr.William,por ter me incentivado a usar o Word.
    Não fôsse por isso,eu estaria usando outras internets agora,em parte do tempo.
    Mas,com o word, dá para continuar me valendo da Tim,para escrever aqui no blog.

    (nos outros,não tem esse problema com frequência,mas aí é a tal “saia justa”. Juntemos uma internet não muito “da hora” com um site que também é frágil,como o provedor do Terra,então…)

    Mas, ainda estou feliz demais com minha internet pessoal,o que ficou bem expresso em minhas mensagens de ontem e hoje.
    E assim estarei por uns cinco anos.
    Desde que ela não venha a piorar,e nem ficar mais cara.

    Isso aí.

  71. Comentário por McAfee- 27 — sábado, 28 de maio de 2011 @ 14:24:51

    Mas com essa minha banda larga atual,ao escrever, e ao simplesmente entrar na web- volto a ter a sensação que tive -quando eu fui uma usuária recente do speedy,e acontece que alguns dos computadores dos quais fiz uso no começo da minha inclusão digital,estavam problemáticos,cheios de vírus,ou a fiação elétrica dos lugares,reduzia a velocidade do speedy.
    E eu,como anarfa nessa parte nesse período,não sabia o que fazer.
    Achava que aquela demora toda para se entrar na internet-quando eu ligava os pcs, aquela demora toda para entrar num site ou noutro- e para eu trabalhar,era coisa a ser vista como normal.

    Mas,me sentia em desespero,quando tentava acessar o gd do terra.

    Fui aprendendo a limpar os pcs dos vírus,a chamar técnicos- a trocar monitores estragados, e fui aprendendo que mesmo as fontes podem influir nas conexões.
    Algumas lans também melhoraram seus serviços nesses anos-mas outras não melhoraram.

    Agora,porém,me vejo às voltas com uma demora parecida com aquela dos anos de 2004 a 2006, mas atualmente eu tenho a vantagem de poder me dar ao luxo de poder aturar essa demora,já que essa internet é minha mesmo,e que sendo minha,meu tempo de uso para ela,é menos limitado,do que foi,e continua sendo meu uso dos outros pcs.

    Com esses problemas e tudo o mais,bem como mesmo quando me ausento de alguns sites,para fazer pesquisas,- eu já fiz mais tarefas na web no último mês do que eu fiz nos três meses antes de ter essa banda larga de agora.

    Além do mais,não é todo dia que “está assim”- acho que o que acontece,é que em finais de semana,muitos acessam- e o tráfego fica intenso.
    Pois eu acredito que cada vez mais,a speedy vêm sendo usada para o trabalho, e como meio de internet coletiva nas famílias.
    E que para fins e pcs particulares,as bandas largas alternativas,vêm sendo cada vez mais usadas.
    Assim como elas podem estar sendo usadas em lares que ficam em cidades que não são alcançadas pelo sinal do speedy.

    É muito bom mesmo que um grande número de pessoas atualmente,tenha acesso à internet.
    Eu festejo isso,mas espero que os serviços prestados a nós,também possam melhorar.

  72. Comentário por McAfee- 28 — sábado, 28 de maio de 2011 @ 15:18:08

    É,parece que finalmente,ela -a internet,está se normalizando.

    O intenso tráfego de usuários na rede está diminuindo,- as pessoas devem estar se preparando para irem a festas,ou às igrejas,hoje à noite.
    (melhor para os que não vão sair de casa nem hoje,nem amanhã,e que são usuários da banda larga que não é speedy,seja qual for)

    Ontem, no McAfee 23 ou 24,eu fiz uma lista de vantagens para uma pessoa na ‘minha situação atual” ter uma internet pessoal,mesmo que for num notebook enorme e anacrônico.
    Uma que eu esqueci de mencionar,é o seu uso possível,quando acaba a energia elétrica.
    Acontece que quando existe a explosão de uma torre de fornecimento de energia elétrica por perto- o que pode ocorrer em função das explosões de fogos de artificio em datas festivas, devido a chuvas,ou mesmo por causa de acidentes automobilísticos (quando um simplício qualquer derruba um poste, por exemplo)- as casas em qualquer bairro costumam ficar entre quatro e dez horas sem luz- e isso vale para todos os comércios,escolas e hospitais da região.
    E não há indenização pelos prejuízos decorrentes,mesmo porque os eventos umas vezes,podem ser categorizados no ítem:
    “-culpa do cidadão”.
    Talvez exista uma possibilidade dessa reparação de danos,se a culpa do incidente foi a má manutenção da rede feita pela Eletropaulo,mas como em alguns casos- houve pouca responsabilidade dos moradores ou transeuntes da região,então todo mundo tem que arcar com as consequências.
    E uma dessas consequências,é a perda do speedy,depois que a força volta.
    Algumas lans,fecham para manutenção.
    Em algumas casas,os pcs não funcionam mais,e o técnico da telefônica tem que ser chamado.

    Bandas largas particulares,assim como geradores de energia,atenuam essas possibilidades e podem ser usadas como acessos alternativos ao speedy, já que normalmente os que as assinam, tem computadores alternativos também.
    Assim como o celular é uma versão inferior do telefone comum,mas que pode substituí-lo,em caso de maior necessidade.
    Claro que se uma chuva mais pesada provocou um problema na fiação doméstica,não vai adinatar por o modem da outra operadora no pc “coletivo’.
    Mas os moradores da casa podem usar o pc menor para o qual essa banda larga foi contratada,enquanto se espera pela visita dos técnicos.
    Quem tem esses pcs alternativos,pode emprestá-los por umas horas,ou por um dia.

    Quando eu vim morar nesse bairro atual, eu me senti como se eu estivesse quase retrocedendo às minhas “origens caiporas’.
    Não foi segredo para ninguém que eu me estressei bastante aqui,no primeiro ano de moradia,que foi 2.008.
    Além de minha saúde nesse período ter passado por uma redução- as chuvas aqui alagavam- e alagam as ruas cada vez mais.
    (talvez isso influiu em minha homeostase também. Andar em ruas alagadas.)
    A força acabava frequentemente,e também era frequente a falta de água encanada.
    A fiação elétrica da casa atual,parecia estar enferrujada há dez anos.
    O técnico em eletricidade veio aqui várias vezes- só não houve problemas com disjuntores, que são comuns em casas menores.
    Na firma, o speedy deu um monte de problemas,-chegamos a ficar dias parados por causa disso.
    Parecia uma internet que se diz que existe nas cidades litorâneas.
    As lans - bem…nem tenho palavras para algumas…(arara…)
    Andei precisando delas para trabalhar,também.
    Uma delas nem está mais no bairro.
    Outra continua privilegiando só os jogos.

    Quantas vezes, depois de trabalhar o dia todo- eu queria acessar o gd do terra ao menos para me distrair.
    Porque também nesse tempo,o acesso à internet para essa finalidade,era mais escasso.
    E quando chegava aquela hora em que eu ia usar o pc da sala,acabava a força,caía uma chuva pesada,algum cafona estourava uma dinamite por perto,para comemorar vitória do seu time de futebol- e quando víamos,estávamos sem speedy.
    Se nesse período,ao menos eu na casa,tivesse alternativa,eu teria sofrido menos.

    Sei o que vocês podem estar pensando.
    Que quando a falta de energia elétrica ocorre,é provável que a operadora da banda larga particular,também não irá funcionar.
    Mas isso só ocorre em caso de chuva pesada pela cidade inteira,ou em caso de bug coletivo da energia elétrica.
    Grande parte dos casos de falhas elétricas, onde morarmos, é causada por problemas regionais.
    Acontece que computadores pequenos são movidos à bateria,então,eles podem ser usados nesses casos,desde que tenhamos também um lampião ou uma lanterna do nosso lado.

    Em 2.008-por uma grande coincidência,foi quando aconteceu também aquele bug do speedy,que durou quase uma semana,no inicio de julho.
    Em seguida,o monitor do meu pc “da sala” queimou,e eu tive que providenciar com urgência sua troca.
    Foi um período no qual eu me senti como se estivesse sendo perseguida por “algo ruim”.
    Também começou a ocorrer de eu fabricar com muito esforço,um tempo para a web,para fins de lazer,e quando eu conseguia esse tempo,em geral,era para discutir com outros transeuntes da web.
    Fiquei meses assim,e sem saber como me desvencilhar dessas situações- isso por causa da falta de prática em conversas virtuais.
    Atualmente,eu já sei como ir embora por uns dias,semanas ou meses,de um site qualquer,quando a conversa deixa de dar tão certo.
    Mesmo quando eu conseguia “me sair’ dessas conversas todas, eu já tinha me ocupado delas por tanto tempo,que eu costumava esquecer o que eu costumava mesmo -e de verdade,procurar na internet como meu melhor interesse.
    Então,o tempo passava, e muitas vezes eu só ia lembrar lá pelo terceiro dia…

    Pode ser que realmente,naquele tempo ainda não seria seguro para eu ter uma banda larga alternativa.
    Eu corria o risco de ter multiplicado meus enganos nas conversas com as pessoas,e no uso da web.
    Nesse tempo- além de tudo,conforme já citado,eu estava mais xaropada,bem mais do que nesse dia de hoje,em que estou com uma tendência a estar “esquecida”.

    Eu precisei amadurecer,para poder “ter direito a esse benefício”.
    Que agora estou podendo usar melhor e de forma mais útil do que eu teria usado naquele tempo,sendo que de fato,é o que estou fazendo.
    Ficar mais tempo on-line,novamente me sujeitou a uma crise de incompreensão,quando não me dei o devido tempo para entender uma intenção que o sr.Hosaka teve,ao escrever uma frase num texto.
    Anos atrás, um equívoco assim me teria feito brigar.
    Ou se eu não brigasse,eu ficaria chateada com quem tivesse me falado tal frase,e meses depois eu ia acusar a tal pessoa,que nem ia mais se lembrar do caso.
    Atualmente,isso já tem menos chances de acontecer.
    E eu já consigo “crescer em lucidez” quando preciso,ainda que isso demore um pouco.

    A situação material desse bairro,e dessa casa,melhorou nesses anos.
    Atualmente,tem até um hipermercado aqui perto.
    Tenho tido a sorte -e a sabedoria de não trafegar mais por ruas alagadas,e tudo o mais.

    Uma última vez em que a força acabou,por causa de uma chuva pesada aqui em Sampa, eu liguei por meia hora para a Eletropaulo,e não fui atendida.
    O telefone só dava ocupado.
    A força voltou umas duas horas depois,mas um mês após essa ocorrência,parece que houve uma ação civil dos moradores de alguns bairros,para exigir que a Eletropaulo explicasse porque naquele dia,os telefonemas não foram atendidos.
    Nem sei em que isso deu.
    (foi há um ano e meio atrás ,mais ou menos)
    Também não tenho nenhuma saudade de quando um motorista aqui perto derrubou um poste,e por ter conferido o poder de decisão de um único idiota sobre a vida de centenas de moradores de uma região- pois isso nos deixou sem o uso do fogão,do microondas,da televisão,e do rádio,o dia todo.
    E foi numa semana de natal o ocorrido.

    A única coisa em que posso pensar é que um drama desses pode ser cármico,pois quantas vezes, no passado,em nossa incautez,não atazanamos a vida de muita gente,e mesmo nossa consciência pesada não pôde reparar os danos.

    Mas - os organismos institucionais tem obrigação de melhorar seus serviços,para impedir que os erros de um ou outro nos atrapalhem tanto- e além do mais,as pessoas deveriam ser instruídas a não usar as datas festivas para beber além da conta,e que caso façam mesmo isso, que ao menos não saiam pelas ruas,para fazer vítimas de quaisquer eventos que elas semearem.

    Isso aí.

    Eu sei que eu tenho que reaprender a morar em localidades interioranas,mas o que não dá para aguentar em algumas delas,é a sequência de dificuldades,e quando não há muito espaço entre uma e outra.

    Em locais assim,muitos vão atingindo a autosuficiência em algumas coisas.
    Algumas casas aqui,tem geradores elétricos,ou quando não tem,tem lampiões poderosos.
    Há antenas parabólicas- e como as lans de perto,só funcionam bem para jogos,mesmo os pobrinhos tem speedy,ou bandas largas particulares.
    E todos costumamos ficar precavidos perto de feriados católicos,pois diferentemente do que ocorre em outros bairros,alguns comércios aqui fecham nessas datas,e não avisam antes.

    Parte desse assunto e tema,já fez parte de alguns textos meus de meses atrás,quando eu falava no “complexo de rico” de alguns cidadãos de alguns locais,na nossa região sudeste(que acham que não tem que se esforçar tanto)
    Não retomarei isso,portanto.
    Estou feliz pelas minhas iniciativas de autosuficiência.
    E lembrando que - além de todos os eletroeletrônicos que desejo ter nos próximos anos, também vou ter que comprar algumas pilhas para uma lanterna.
    Porque as que estou ainda usando,estão produzindo uma luz fraca.

    E apesar das melhorias na manutenção na rede elétrica aqui nesses anos, essa parte da energia elétrica continua um pouco vulnerável.

    Uma boa tarde a todo mundo.

    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  73. Comentário por McAfee 29, de crepúsculo — sábado, 28 de maio de 2011 @ 17:40:36

    Hoje,ao escrever uma coisa ou outra diretamente no espaço da mensagem,eu notei que as letras estão demorando para aparecer,depois de digitadas,algo que antes,era no blog da Selma que ocorria.
    Mas eu sei que a culpa não é desse blog,mas é dessa minha internet,pois com o speedy,isso não ocorria.
    Mas quando a conexão do meu ex-speedy começou a falhar,então isso começou a ocorrer, foi no blog da Selma.
    Atualmente,mesmo com essa minha banda larga “sui-gêneris”,isso não acontece mais ali.
    Pode ser que o filho da Selma- que era o “Menino Levado” do gd do terra- arrumou muito o blog “nosso”.
    Ele vai ser analista de sistemas.(está na faculdade)

  74. Comentário por McAfee- 30 — sábado, 28 de maio de 2011 @ 18:18:22

    Ainda estou me lembrando de algumas lans e de algumas empresas em Sampa cujos serviços não poderiam receber um certificado “ISO” necessariamente.
    Algumas pessoas,depois de uns anos,ficam satisfeitas com o pouco que construíram para elas mesmas.
    Isso acontece com muitos empregados também.
    E tantos,quando tem serviços, vivem como “ricos”.
    Tá,às vezes isso se dá,porque não há outro jeito mesmo.
    Tem vantagens e benefícios que se não forem pagos nem comprados,não serão mesmo concedidos nem pelos que recebem para isso.
    Tema falado nos McAfees anteriores.
    E a falta de certos beneficios,pode gerar consequências ruins.
    Mas o que eu não entendo,por ex,é o imenso gasto em fogos de artificio feito por algumas comunidades para serem estourados não em dias de futebol,nem na Copa,nem no ano novo.
    Mas,para serem explodidos…em feriados santos cristãos…que eram dias que teriam que se prestar ao recolhimento e à reflexão dos elementos do catolicismo e das demais religiões afins.
    É o tipo de atitude que eu não entendo,e se eu falar sobre isso com alguém, vão dizer que eu apenas estou louca.
    Quer dizer- as atitudes são essas- o estouro de fogos de artificio fere as pessoas, e certamente é uma incoerência com crenças subjetivistas,e quem nota isso,ainda “está louco”.
    Er…nessa parte,eu dou razão ao professor Andros, em relação à quantidade de cpss que vive no mundo,mas eu devo ser apenas mais um deles.
    Entretanto,eu estou certa de que sou a cabaça mais verde - entre todas essas mencionadas.(fiu, fiu…)
    O porongo é uma fruta cujo oco é uma cabaça com a qual lá no interior, fazíamos lanternas com velas dentro.

    Mas, aqui eu imagino que toda essa tecnologia crescente que anda nos favorecendo atualmente,irá beneficiar os microempresários,e que não irá prejudicá-los - como eles pensam.
    Cada excluído digital que compra um celular,e que se torna usuário de uma internet,levado pelas múltiplas necessidades de qualquer cidadão,que ele certamente,terá,sempre será um bom cliente em potencial para uma lan-house,enquanto ele não tiver condições financeiras para ter um computador em casa,ou para ter uma internet mais pessoal,num pc pequeno,ou num tablet.
    Com o crescimento da venda de celulares mais sofisticados- e com entrada para internet,e do tablet para as pessoas mais pobres- e esses usuários em geral demoram a ter pc em casa- ou na bolsa- eles ficarão conhecendo a web,terão uma necessidade crescente por ela,e usarão as lans.
    Mas,o problema é que algumas lans não melhoraram.
    Ao contrário.
    Começaram a fechar em dias em que antes,não costumavam fechar.
    Isso poderia ser - para qualquer desavisado,um indício de que a inclusão digital no país está aumentando.
    Mas não é.
    Na verdade, a inclusão digital no país está tendo que aumentar,justamente por causa da ineficiência de alguns.
    Muitos de nós nem podíamos ter tanta independência assim em certas questões,mesmo porque o tempo que passamos aprendendo a lidar com elas, é o tempo que teríamos que gastar,refazendo nossas contas,e trabalhando mais para pagá-las.
    Em certos países vizinhos nossos aqui na América Latina,o sinal do speedy é gratuito.
    Ou seja,todo mundo tem internet,mesmo à revelia.
    Ter um computador nesses locais,é como ter uma televisão em qualquer lugar do mundo.
    É só ligarmos,e alguns canais aparecem.
    Para o Brasil,é que eu não desejo uma coisa assim,pois tenho a impressão de que isso acabaria com a nossa internet.
    Mas,os que trabalham voltados para essa internet,do “pequeno ao grande” podiam ser um pouquinho mais éticos,lembrando que muitos de nós não podíamos ter autosuficiência nesse assunto.
    Todavia, isso daí não é como uma Telefônica,que tem algumas centrais operacionais por aí,onde os telefones podem ser usados, e onde cartões podem ser comprados.
    Os que trabalham com isso, tem a liberdade de ser um tanto arbitrários.

    Funciona assim:

    atualmente só as lans dos locais pobres de verdade,e dos shopping centers,é que andam ainda prestando um serviço vip.ç
    As dos bairros pobres tem como proprietários,pessoas pobres também- que ainda estão se fazendo em sentido econômico.
    As dos shopping centers,pertencem aos ambiciosos,que querem viver muito bem.

    As dos locais “remediados”, serão substituídas por outras de proprietários que precisam muito de ganhar dinheiro,e que não tem dúvidas sobre desejarem melhorar de vida.

    Num país em que parte da população já pode ter se acostumado tanto à situação de pobreza,que mal tem alguns recursos,e já costumam “achar que está tudo bem”.
    Alguns até “voltam para o Nordeste ou para o Norte”.(hehehe…)

    É,esses temas são melindrosos.
    Teve uma vez que fui na daqui de perto de casa,num sábado,para completar um serviço-porque estava sem speedy.(novamente,devido a uma chuva)
    No meu serviço é desse jeito.
    Às vezes,não há o que fazer.
    Mas quando tem, não há sexta,nem sábado nem domingo,e muitas vezes,eu já trouxe serviço para casa.
    Pois bem.
    Eles não só estavam fechados numa hora em que todo mundo espera encontrá-los de portas abertas.
    Mas ainda por cima fiquei presa dentro do prédio.
    Tive que tocar o alarme para sair de lá.

    Quando eu desci as escadas,eu - que já andava mal humorada fazia um tempo,me senti como uma senhora mais velha que sofre de depressão.
    Cansada da vida,mas quando entrei no gd naquele dia,consegui “sorrir virtualmente”.

    E não páro de prometer para eu,que se um dia,eu for empresária,eu vou trabalhar feito uma pessoa de origem oriental.
    Entre todos os que se mantêm fiéis aos seus deveres,eles são os mais conhecidos por essa atitude.
    Se eu viesse a ter uma lan-house,eu ia ter sócio.
    Para sempre mantê-la aberta nos dias certos,e em horário comercial.

    O trabalho alimenta a prosperidade individual e das nações.
    Ave os patrões,ave os empregados,ave os clientes.

    Mais tarde,eu voltarei.(e vou escrever,se eu conseguir me manter acordada)

    ººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººº

  75. Comentário por Mcafee - 31,de ainda aqui — sábado, 28 de maio de 2011 @ 19:43:11

    Vai dar para ficar mais,por ora,e acho que estou descontando os dias em que não consegui escrever depois das vinte e duas horas,devido a um cansaço extremo.

    Ah,será que daqui a umas décadas,eu vou saber do que sentir saudade em relação ao período compreendido entre dezembro de 2.007,e julho de 2.009?
    Tema falado parcialmente nos textos anteriores.
    Por aqui,encontrei pessoas com “outro pique”.
    Houveram os problemas físicos e materiais relacionados a esse “exílio na Sicília”- que agora estão diminuindo.
    Mesmo assim- já tomei minhas precaucões,.e uma delas,foi ter minha banda larga.
    Para não precisar mais de ficar pela noite,na sala de casa- para depois ter que abrir a porta e ainda ir para o sótão.
    É melhor já ir para lá cedo,e escrever meus textos com maior vagar e concentração.
    Para resolver os outros temas já falados,e para ter um instrumento a mais de trabalho,caso eu tenha que usar ainda,pcs para trabalhar.
    Ah- mas não esqueço dos alarmes residenciais tocando às seis horas da tarde,.e eu passando na frente das casas,para voltar para a minha.
    Nem das lanchonetes aos domingos de manhã,quando eu saía para o templo,e sem ter tomado lanche,chegava numa delas morrendo de fome,- sendo que elas só estavam abertas,mas com as gôndolas limpas.
    Nem de um casal de crentes evangélicos,em cujo casamento tive que ir,sem ter podido saber qual era o nome da igreja deles.
    E mesmo assim, eu fui coagida a ir.
    (nisso é bom não falar também)

    Ou seja, para mim,no começo,acredito que essa mudança para cá foi o equivalente do exílio que Safo viveu na Sicília,na Itália.
    O bairro melhorou- pois afinal nada fica parado no tempo-eu também acabei me acostumando aos seus limites, e me adequando a eles.
    Mesmo- minha alimentação fora de casa,que no inicio foi um tanto fraca,acabou melhorando muito,e minha saúde acompanhou essa melhora.
    Atualmente,eu gosto daqui pelos mesmos motivos pelos quais gosto do sudoeste mineiro(onde nasci)- bem como de certo lugar da região metropolitana de São Paulo,onde vivi a infância.
    Gosto daqui por causa das praças,por causa das boas visões da natureza,por causa das flores que nascem nos canteiros de todos os lugares- e em todas as árvores em qualquer época do ano,por causa dos belos pôres de sol,e devido a certa integridade pessoal de uma parte dos moradores daqui.
    Esse local foi ocupado,décadas atrás,por japoneses e libaneses,mas a maior parte de todos já foi embora daqui,e alguns libaneses voltaram aos seus países de origem.
    Mas, alguns desses senhores e senhoras ainda moram nas imediações,e seus descendentes mantêm empresas comerciais abertas,que trabalham com regularidade.
    Um frescor juvenil,que impede as maledicências,é a rotina e norma nesse rincão- pois tem várias escolas de ensino fundamental e médio por perto.

    Alguns brothers budistas da minha seita,moram perto de uma estação de ônibus, um pouco mais longe daqui,assim mesmo, na região.

    Algum dia- irei embora desse bairro.
    Mas levarei alguma saudade daqui,exceto dos anos de 2.008 e 2009,.em sua primeira etapa.

    Atualmente,eu sei que tudo o que eu precisar que for raro ter por perto,tenho que comprar pela internet,já que não dá para ir sempre ao centro da cidade.

    E ainda por cima, tenho que me considerar feliz-mais feliz que o sr.Hosaka,que mora em Diadema, um lugar ainda mais “atrasado” e caipora.
    A favor de Diadema,só se pode dizer que trata-se de um local densamente povoado,mas visivelmente,é uma cidade satélite.
    Eu fiquei atraída pelo “clima meio família”que lá eu percebi (e tem uma igreja budista da seita ]Tendai na cidade),mas dificilmente aturaria essa sensação de “exilio” novamente,que aguentei nesse bairro onde moro, portanto- não me mudaria para Diadema,nem quando eu me aposentasse.
    Local assim por local assim,melhor morar na Serra do Mar,onde eu também ficaria privada de algumas coisas,menos de uma paisagem linda,e menos de uma vida romântica junto à natureza ,todos os dias.
    Diadema nem mesmo isso tem mais.

    E o sr.Ícone,tenho certeza,- vive no shopping Morumbi,para resolver todos os seus casos.(fica lá perto)

    Diadema é muito semelhante a uma outra cidade,já mencionada nesse artigo,onde morei quando garota.
    E todos os moradores atuais de lá, também alcançaram a autosuficiência em vários coisas,e inclusive em questões eletrônicas,pois até hoje, existe uma privação ali dos serviços essenciais,e diferentemente de mim,e do sr.Hosaka,que pelo menos podemos nos deslocar para centros urbanos,sem muita dificuldade- eles só conseguem trabalhar e estudar em cidades vizinhas,que não são tão melhores.(devido à distância entre lá e Sampa,se bem que sr.José Serra, já sonhou em voz alta,que um dia vai fazer o metrô chegar ali.)

    Eu não tenho muito do que reclamar então,se comparada a esse povo todo.

  76. Comentário por Encrenca 390 — sábado, 28 de maio de 2011 @ 20:01:37

    Acho que o sr.William deve estar estranhando um pouco eu não estar escrevendo poesias por esses dias,e o escore desse “espaço literário” já estar cheio.
    Semana que vêm- que vai ser virada do mês,vou escrever uma - ou um texto poético,ou no mínimo, um texto “sui-gêneris”.
    É que por esses dias, a diatribe com o sr.Hosaka andou me atrasando um pouco,bem como não conseguir escrever de noite.(e quase nem de dia)
    Eu tinha que escrever esses textos sobre internet,e tecnologia,- faziam parte do meu exercício de ‘prosas subjetivas”, e eu andava pensando neles desde a semana passada.
    E me autodeterminei a só escrever alguma poesia,ou “texto colorido” depois que essa série acabar,para esse período.
    Em nome da disciplina,e para não me desacostumar a começar uma empresa,e terminá-la.

    (e aquele texto especial “de presente” que não sei qual vai ser direito,mas que eu gostaria que fôsse ou sobre Sócrates,ou sobre Arquilôco, irá aparecer em alguma data a partir da segunda semana de junho)

  77. Comentário por McAfee - 32 — sábado, 28 de maio de 2011 @ 20:23:41

    E faço e refaço meus planos sobre mais um computador que eu quero ter,que é o Galaxy Tab.
    Quando puder,vou ler os textos que o sr.Hosaka escreveu sobre como ele aprendeu a lidar no mesmo, escritos desde novembro do ano passado.(acredito que ele comprou no shopping Morumbi,duvido que já exista esse equipamento lá no shopping Praça da Moça,da cidade onde ele mora)

    Mas,quase ouço meu irmãozinho dizer:

    “_não conheço o tablet direito,mas suas versões mais baratas são muito pequenas…”

    Tem razão,mas também não estou interessada numa grande,e nem no Ipad.
    Quero um pc bem pequeno,que pareça mesmo uma televisão de bolso,para eu poder ler a internet,jornais.,livros e noticias, em todos os locais,mesmo porque não irá demorar muito,ficarei andando pela cidade um ou dois dias por semana,regularmente, - para comparecer a entrevistas de emprego.
    O netbook chama muito a atenção,ainda que seja um gadget simplezinho.

    Um dos computadores será trocado por ele.
    Poderá ser o computador maior,que é o notebook.
    Eu tinha pensado em não fazer isso,e em disponibilizar o uso desse computador maior para as minhas sobrinhas,isso quando houver fila de usuários adultos para o pc da sala,e crianças sempre tem o que ver na internet.
    Uma dessas minha sobrinhas,é a “Áttis”,e ambas são muito amigas uma da outra.
    (são primas)
    Mas depois,pensando melhor,entendi que não faria nenhum favor a elas,nem aos seus pais,agindo assim.
    Elas …só querem saber de joguinhos da Barbie,não saem dos mesmos- há anos,e eu me preocupo com essas preferências que elas já tem por jogos virtuais.
    Eu gostaria que elas procurassem outros interesses na web,mas elas não procuram.
    Às vezes,lêem algumas tiradas da turma da Mônica.
    Mas,só se intelectualizam um pouco mais em seus passatempos,se a escola exige.
    Não que eu queria que elas ficassem lendo livros e revistas ali,pois elas ainda estão na idade de lerem livros e revistas de papel.
    E elas também já lêem livros didáticos.
    Mas - eu queria que elas tentassem variar a noção de “internet para lazer”,sem que naturalmente,elas entrem em sites onde não podem ficar sozinhas.
    Nenhuma delas ainda tem e-mail,por ex, e desconhecem o orkut.

    Entretanto-não tem jeito.
    Tudo tem que ser ensinado,e crianças e jovens tem que ser ensinados mesmo,a se divertirem.
    Gente nova não tem como consultar a internet sem a supervisão de pessoas mais velhas,antes dos catorze anos.
    Eu teria que ficar perto delas,indicando a elas o que elas deveriam ver.

    Áttis está estudando dança.(como não podia deixar de ser) e de vez em quando,vê alguns vídeos de apresentação de sua escola.
    Mas logo depois,volta pros joguiinhos.
    Eu sei que ela vai ter interesses artísticos, e que ela vai ter uma certa atração por música(que nem a “outra Áttis” teve)mas esses interesses estarão plenamente despertos para ela,em alguns anos.
    Eu não tenho muita vontade de incentivar essas meninas em seus hábitos repetitivos.
    E se por acaso elas usarem algum pc meu,poderão usar o menorzinho- e não haverá problema nisso.
    Para que precisarei de dois,por causa disso?
    Só por causa dos joguinhos da Barbie?
    Não, minhas queridas, dêem um tempo ,não…

    …eu até posso deixar isso,mas então vocês vão usar o pequeno mesmo.
    E tomem cuidado de atualizarem o antivírus antes.

    (tádas delas, elas se divertem tanto com seus passatempos…kkkk…)

    Isso aí.

    Não,vou ter meu terceiro gadget sim.
    Ouviu , Áttis?
    Ouviu, amiga da Áttis?

    Até mais a vcs.

    Uma boa noite aos que ficam,não sei se voltarei hoje mais.

    ºººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººººº

  78. Comentário por boa noite — domingo, 29 de maio de 2011 @ 22:03:15

    rsrsrs…

  79. Comentário por carpideira 350 — domingo, 29 de maio de 2011 @ 22:18:46

    Hoje eu acompanhei uma “quase discussão” entre o sr.Católico e o sr.Hosaka,no blog da Selma.
    Cheguei a pensar que o primeiro “andou apelando” para ver se “os amigos” do segundo apareciam,- isso porque na verdade,o criador do nique Católico é alguém que tem um pouco de “consciência pesada” em relação a mim e àquele interlocutor dele.
    Afinal, há um ano - e mais- ele deu sua colaboração para aquelas nossas dricas.
    Eu fiquei então “sem jeito” de ver o “clima” lá no blog hoje,mas parece que tudo se acertou depois,- só o sr.Hosaka ficou meio estressado,mas logo tudo vai passar.

    E o professor Andros está mesmo tentando se manter longe do JD.
    Esse povo é mesmo histriônico.
    Ele deve estar com medo de que eu irei para lá,agora que estou tentando me manter afastada do blog da Selma.
    Mas eu dei a entender a ele que eu não estou mais conseguindo ficar em dois sites ao mesmo tempo!
    E eu disse várias vezes que só terei uma rotina lá, provisoriamente,depois de terminada minha “série literária”.
    Mas,acho que ele foi “mandado” sair de lá.
    Alguém pode ter falado:
    “_Olha que a Nihil vêm aí…”

    …eu hem…daqui a pouco ele verá que não estou por lá,persistentemente,e irá reocupar seu lugar.
    Porque eu sei que nem no blog da Selma,nem aqui ele irá aparecer.
    A não ser que ele tiver arrumado algum blog para ele mesmo.
    Será no jornal “O Globo”?
    No Observatório da Imprensa?
    Nalguma comunidade virtual de “céticos”?

    Assim que eu puder,vou procurar,pondo na barra do Google todos os apelidos que eu lembro que ele costumava usar no gd do Terra.

  80. Comentário por McAfee- 33 — domingo, 29 de maio de 2011 @ 22:38:15

    Ontem eu escrevi alguns textos, falando em como a internet mudou nossa relação com a procura de um emprego.
    E ontem mesmo,em seguida fui ao mercado- e ao voltar, vi que meu vizinho técnico em informática,montou uma firma especializada em soluções pela internet,mas que só não oferece lan-house.
    “tira-se cópias,escaneia-se,tira-se segunda via de contas a pagar,e de documentos,preenchimento e envio de currículos,fax,etc.”
    Ou seja, todos os cidadãos dependem agora da web,mesmo que não sejam eles a lidarem diretamente com seus casos- e ainda que paguem outros para fazer isso.
    Na verdade, a cidade está cheia desses escritórios de serviços em internet,sem oferta de lan-house.
    Mas as boas- lan-houses (aquelas que não são ex-fliperamas)- também prestam esse atendimento.

    Ontem - quando andei criticando algumas lans, acho que alguém da minha idade que leu o texto,pode ter pensado que essas às quais andei me referindo,podem ser aqueles ex-fliperamas que haviam pelas cidades,nos anos oitenta- e nos quais os meninos office -boys se distraíam antes e após o serviço.
    Ou seja-é possível ser-se de opinião que certas empresas pertencem a cidadãos mais velhos que estão “na hora de se aposentar” e que por isso,”não estão ligando muito mais”.(esse assunto teve seu pico no McAfee 31)
    Mas não é o que vejo.
    Quase sempre,os donos e sócios desses locais,não são mais velhos do que eu,ou do que o sr.William.

    Não,o que falta a essa galera,é capricho,mesmo.
    Ao falar nisso, é claro que estou me referindo a algumas.
    Grande parte das outras, e especialmente aquelas que ficam em locais pobres, e especialmente aquelas localizadas também em “áreas nobres” funcionam eticamente,e ainda prestam atendimento de escritório.

    ’sso aí.

  81. Comentário por McAfee- 34 — domingo, 29 de maio de 2011 @ 23:24:07

    Mas, fico pensando aqui que num nação em que uma entre quatro pessoas é plenamente alfabetizada (que tranqueira…)- por muito tempo,haverão muitos que são pobríssimos,e muitos excluídos digitais quase para sempre.
    De forma bem circular.
    Do tipo que não tem parente nem conhecido que tem um pc com uma internet,do tipo que não tem celular,por medo da curiosidade dos parentes em casa,que também são pobres- do tipo que para fazer seja o que for,precisa pagar firmas de atendimento para questões da web. E isso,sempre, toda vez.
    Esses ainda não foram em nenhum cursinho fugaz de informática nalgum Cet- não costumam andar em shopping centers, ainda tem aquelas tvs do Paraguai,ou tem o antigo e jurássico 3 em um da Philips(rádio,toca-fitas e televisão)- comprados no inicio dos anos noventa,e tem como marca ‘preferida” para os seus eletroeletrônicos,que não são tantos- a marca CCe.(fiuuuuuuu…)
    Mal completaram os estudos obrigatórios,moram nos confins da periferia.
    Isso pode ser imaginado como a periferia longínqua de qualquer cidade,ou mesmo como a cidadezinha pobre,perto da cidade mais rica- para quem não mora em Sampa.

    Ora, esses ainda se pautarão pelos métodos mais antigos,que é ficar andando pela cidade,à procura de empregos- atendendo a anúncios de jornal,ou indo em empresas que mesmo não afixando nas portas,uma oferta de vagas,são conhecidas pela admissão regular de certos tipos de trabalhadores.
    Mesmo porque, talvez não conheçam nenhuma lan-house onde possam preencher currículos,e mesmo que conhecerem,não saberão para quem mandar.
    Talvez precisarão de uma só para o preenchimento, e para a tiragem de não sei quantas cópias do mesmo.
    Depois,sairão distribuindo-os por aí, a pé,ou de ônibus.
    E em cada rua, que estarão vendo pelo vidro da janela, eles vão parar sempre que verem uma firma com uma placa mostrando vagas a serem preenchidas.
    Contarão com a indicação de alguns conhecidos próximos e distantes.

    Esse método ainda é válido,desde que haja senso prático no mesmo,e desde que a pessoa se programe para sair poucas vezes a cada quinze dias,para que tenha tempo de se preparar sempre para o próximo teste e entrevista,e para que consiga se recuperar do desgaste emocional representado por um dia procurando serviço,com poucas perspectivas aparentes de se achar um.
    Acho que atualmente, esses cidadãos estão até em maior vantagem do que antes,porque o número dos que precisam agir assim diminuiu,portanto a concorrência para a entrada naquelas firmas que costumam admitir funcionários com muita urgência,está menor do que foi antigamente.
    O mais maurícios e as mais patrícias- estão migrando para outros tipos de serviço e de emrpesa,por causa do auxílio da internet,e deixando o caminho livre para esses carentes.

    Mas anda cada vez mais difícil para qualquer pessoa conseguir algo para fazer,que seja meio chamativo,sem a intermediação da web,ao menos em algum momento.
    Quando eu - uns anos atrás,fui fazer um curso de capacitação numa tarefa numa cidade do interior de São Paulo- precisei da web para saber o itinerário dos ônibus,e para conhecer a rotina da pousada na qual eu ficaria.
    Uma pessoa mais pobre- precisaria de gastar a tarde em telefonemas - e do orelhão ainda por cima- para saber essas informações todas.

    Algumas escolas mostram ofertas de vagas e confirmação de matrícula,pela web, e pode ser que as empresas também estão agindo assim com futuros empregados.
    Sem falar nos que irão prestar concursos públicos e nos que esperam pelos resultados de concursos do tipo.

    Então,a esses mais simples,a recomendação urgente que eu deixo,é que sejam eles quem forem-ainda que seus futuros empregos sejam numa firma de limpeza pública,ou no balcão de uma feira- assim que conseguirem por-se no mercado de trabalho,ou assim que conseguirem se recolocar- não deixem passar muito tempo para adquirirem algum aparelho eletroeletrônico de uso comum e necessário-nem para ficarem inclusos digitais.

    O pc doméstico pode ser comprado em grupo- com os salários de todos da casa,assim como todos da casa,unindo seus recursos - poderão pagar o speedy,ou seja qual for a operadora.
    Se já existe pc doméstico,então terá chegado a hora de por um speedy nele.
    Se ele já tem um,mas se o trabalhador em questão nunca usou o pc doméstico,ele pode adquirir o seu “net”, o seu celular,ou futuramente,seu tablet.
    Com certeza, ele terá muita necessidade disso,mesmo para estudar.
    E a urgência dessa recomendação também se dá pelo fato de que vivemos numa cidade em que não podemos depender dos outros o tempo todo para certas questões- e isso eu contei nos textos de ontem.
    A instituição da internet não é como a Telefônica,e não é como qualquer operadora particular de telefonia,que regula a ética dos seus centros comerciais franqueados.
    Todo mundo que trabalha com isso- sem um logotipo de uma operadora,está livre para seguir seus critérios.
    Pode ter empresa,fechar empresa,abri-la no dia e na hora que desejar.
    Ele não vai ligar se “você” teve uma necessidade apressada, foi “na rua de trás” e não encontrou a firma aberta,tendo depois que passar pelo estresse de pegar ônibus para ir num bairro vizinho.
    Pode ser que você, empregado simples do patrão,vai trabalhar doze horas por dia.
    E se lhe aparecer uma pendência qualquer seja em relação ao que for, irá depender de alguém a quem irá ter que pagar para isso.
    Esse alguém poderá nem existir mais onde você espera que exista,e você,sem saber como e onde encontrar um serviço semelhante,irá postergar uma necessidade.
    Ou irá perder dias de serviço para resolvê-la,andando pela cidade,à procura de quem vai fazer isso para você.
    Se for uma questão de fórum, com advogados,ou com despachante,realmente é bom ir-se a esses locais pessoalmente.
    Mas,às vezes,a questão é mais simples,e ela pode ser resolvida pela internet.
    Pela internet que vc vai ter - e na qual aquela pessoa que você conhece,que pode ser seu sobrinho- ou algo equivalente, irá lhe ensinar a lidar,de boa vontade.
    Aí- pesquisas,itinerários,endereços, coisas que normalmente seriam sabidas pelo telefone, cópias de faturas, de documentos,etc,etc, você passará a ter no mesmo dia em que pensar que precisa ter isso.
    Não vai mais ter que esperar o dia da folga no emprego,para procurar aquela firma instável de “soluções para a web’.
    Pior se sua folga cair no domingo.
    Ainda por cima,terá que confiar num “terceiro” para ir nesses locais em dias úteis da semana.
    Com a internet em casa,essa história gradualmente vai mudando de figura.
    º
    º
    º
    Atualmente,alguns cursos de capacitação,e mesmo algumas faculdades,são feitos pela web.

    Aos que ainda estão desempregados,e que são tão “humildes” como os personagens descritos nesse artigo- eu ainda indico as lan-houses gratuitas e mantidas pelo governo,caso esses possuam noções da navegação na internet,e saibam que podem conseguir resolver seus “dilemas” com essa navegação.

  82. Comentário por McAfee-35 de bom dia — segunda-feira, 30 de maio de 2011 @ 08:07:12

    Uma cena urbana.

    “_Não aguento mais fazer pesquisas escolares para aquela amiga que não tem computador em casa.
    Vou dizer a ela que “internet é para rico e não para pessoas que nem ela.”
    A minha -tem me custado muito.”

    Isso eu ouvi de uma balconista de feira há uns dois anos.

    Tem também aquelas cenas desses profissionais atendendo celulares,no início do expediente deles.
    Acredito que não vai demorar muito, vou ver toda essa gente comum, portando seus tabs.
    Através dos quais verão “sessão da tardee”, futebol, o último capítulo da novela.

    Se internet em pc comum é “para ricos”,algo como o Galaxy Tablet é para pobres.
    Se parece o contrário no momento atual,é porque é um objeto novo, e porque alguns que irão comprar já tinham tido antes,despesas com seus pcs e com seus note e netbooks.
    Mas, suponho que os tablets vão ser os primeiros computadores de muitos principiantes,daqui a pouco.
    Tem em tamanhos variados,e o mais barato,que é a “televisão de bolso” referida por mim,tem um preço acessível às pessoas.
    Idem a conta da internet de um tablet,de um ipad e de um smarthphone,costuma ser mais barata.
    E ao menos o tablet pequeno- conforme já contado,pode ser acessável em qualquer lugar.

    Eu imaginei um dia,a futura existência do mesmo ainda em 1.991, quando eu me visualizei manejando esse equivalente a um walkman de rádio,para a internet- para ver novelas “de época” na televisão- no ônibus, enquanto voltasse do serviço para casa.
    Desde o começo,eu soube que ia ser uma mistura de computador e televisão,direcionada aos mais “simples”.
    Recentemente, - e esse recentemente foi há uns dois anos atrás,eu voltei a imaginar esse equipamento,mas dessa vez, acoplado a uma brainmachine,e quase escrevi para o gd do terra,um conto de ficção científica entitulado “A máquina dos sonhos”- na qual o personagem protagonista teria sido o Contravocê.

    Ia contar a história de um caipira que chega do interior, - e tem uma vida dura aqui na cidade até o fim dos seus dias no mundo- mas cuja rotina acaba suavizada,porque ele acha uma “máquina de sonhos” deixada por um extraterrestre de passagem por São Paulo- em seu itinerário para Vênus,e a máquina foi achada numa praça pública.
    Na verdade,o e.t. humanóide a teria esquecido ali.(uai, e.ts também costumam ter falhas operacionais? (hahaha…)
    O Contravocê a localiza- e em poucas semanas- acaba decifrando sozinho como usá-la.
    E através dela,passa a ver todas as informações do mundo,aprende outro idioma,e quando ele quer assimilar rapidamente conhecimentos sobre quaisquer assuntos,basta acoplá-la na cabeça.
    Em alguns anos, o “nosso caipira” saberá mais do que um estudante universitário,e terá algumas competências que ele não chegará a por em prática,já que não fez estágios,nem conseguiu diplomas.
    Mas, terminará sua vida feliz,dizendo que ele devia tudo o que conseguiu, à sua ‘máquina de ver e de pensar”.
    Faria um testamento,para os filhos e netos, legando a incompreensível “tela pequena”.

    Seus parentes - sem saber como usá-la- porque ele não os havia ensinado a fazer isso,achou que para eles ia ser fácil decifrar seu segredo,a levariam para o Museu da Pessoa.
    De lá,um dia iria para o Museu do Ipiranga.
    E do museu do Ipiranga,algum dia acabaria voltando para um laboratório extraterrestre, que negociaria com o governo de São Paulo,a recuperação de um “objeto ultrapassado deles,mas que precisava figurar na verdade,era no museu do planeta em que moravam’.

    Pois bem.
    O futuro,já foi em parte antecipado.
    Todos estão ou estarão agora na situação do meu caipira que ganhou um brinquedo eletrônico alienígena.
    E com a ajuda do mesmo,é que vão acabar se interessando de verdade pelos estudos,pelas informações diversificadas,e que vão acabar ingressando no mundo digital.

    Isso porque a pobreza- ou seja,os cidadãos pobres que são honestos e éticos,trabalham tanto, que em outras horas livres,não costumam ter muita motivação para muita coisa.
    Então- eles terão a chance de aprender o que precisarem- e de se esclarecerem mais sobre os fatos do mundo, à luz do dia,e em horário expediente.
    Deixarão de depender das emissoras de Tv,que muitas vezes fazem as pessoas de reféns,com seus programas duvidosos,na frente dos quais elas dormem, com aquela informação lhes entrando no subconsciente,já que estão dormindo na frente dos tais programas.
    Às vezes,eles queriam mudar de canal,mas não tem energia para isso.(isso me aconteceu uma vez ou outra,e por isso,fui parando de ligar televisão tarde da noite, que agora eu só uso para ver o Provocações- e esporadicamente,para ver o Doc TV)
    A democratização da inclusão digital irá mudar essa realidade.
    Afinal,é bem melhor saber das coisas na parte da manhã,ou da tarde,na hora do almoço,na fila do banco,no consultório dentário,do que quando se está morrendo de sono numa sala de aula de noite,ou na sala de casa.

    Na verdade,eu até tinha suspeitado que eu ia ver um equipamento semelhante ao que eu pensei ainda antes do ano 2.020,e apesar de eu ter pretendido que ele fôsse um personagem de conto de ficção científica, eu entendi que ele era para nosso tempo mesmo,e não me conformei muito com a demora no aparecimento dele.
    Mas ele apareceu finalmente,e como eu posso ter colaborado “via inconsciente coletivo” com seus inventores- eu vou ser um dos primeiros “populares” que terão esse novo recurso.
    Que ainda deverá melhorar muito,e que eu acredito que algum dia irá mesmo ficar acoplado a uma brainmachine.

    Como se pode ver, minhas digressões tecnológicas estão sendo diferentes das digressões tecnológicas do sr.Hosaka.
    Eu diria que ele é o capitalista da informática,eu sou a comunista,ao menos,por enquanto.

    (kkkkkkk…)

    Um bom dia aos que viram.
    Daqui a pouco,estarei aqui por mais tempo.
    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  83. Comentário por McAfee 36- de estando aqui, — segunda-feira, 30 de maio de 2011 @ 11:41:12

    Entre os equipamentos que eu listei,no texto anterior, os tabletes maiores não fazem parte da fantasia que eu tive,muito antigamente,sobre um “visor televisivo e computacional de bolso” acessível a qualquer aluno de escola,e acessível a qualquer cidadão com apenas o ensino fundamental,que ganha dois mínimos por mês- que não pode ter equipamentos sofisticados em casa,por motivos financeiros,ou por motivos de insalubridade ambiental- e que não tem nenhuma paciência para sujar as mãos com a tinta de um jornal propriamente dito.

    Pessoas que jamais gostaram muito da rotina da leitura,coincidentemente costumam ser as que kais gostam de jornais em formato tradicional,e não entendem a incoveniência de se ficar abrindo os braços,em conduções sempre cheias,para virar a página do jornal a ser lido.
    Isso causa incidentes chatos entre passageiros.
    E muitas pessoas,mal tem tempo para ficarem em casa,- a vida delas praticamente acontece entre as conduções automotivas,e o serviço.
    Imaginem alguém abrindo e fechando jornal no trajeto…(fiuuuu…)
    Os jornais tradicionais deveriam,há muito,já ter o formato de revista,pois a revista é mais fácil de manejar- e não acho que seria impossível produzir revistas em papel jornal.
    Ou seja,o jornal diário não ia ficar tão mais caro assim.
    Mas dizem que quando alguns não mudam,eles são “mudados” pelas circunstâncias externas.
    Agora,esses jornais tem que estar na web mesmo,e assim mesmo, eles “foram salvos pelo gongo”.
    Pois bem.
    No tablet eles poderão ser lidos.
    O sr.Hosaka já vêm fazendo isso,se bem que o tablet dele é o Ipad,que é maior.

    Mas, o equipamento que eu imaginei que ia ser a “televisão de bolso” não é qualquer um dos tablets grandes,nem o Ipad,mas justamente o “irmão mais novo” deles,que é o Galaxy Tab pequeno.
    Cuja tela é umas três polegadas maior do que a tela de um celular.
    Ou seja,é como esperar pela reencarnação de um personagem histórico.
    Primeiro,precisa existir a família em que ele vai nascer,e para que o tal personagem histórico possa ter como suas primeiras características pessoais,as características que marcaram sua ‘bagagem anterior”- seus pais e avós terão que lhes transmitir algumas delas.

    O mesmo se deu com o equipamento com o qual eu sonhei.

    Não,com o Ipad eu não ando sonhando mais.
    Ando lendo os textos do sr.Hosaka,e venho entendendo que por enquanto,ele está cheio de limites, e que não interage com o Ubuntu,por ex.
    O Ipad é um equipamento que por enquanto está caro- e é desajeitado. Dizem até que quando ele estraga,dificilmente algum técnico pode consertar.
    E com isso tudo,ele ainda não é muito eficiente,e não tem contatos com algumas instituições,pelo que o sr.Hosaka contou.
    Não acessa a Receita Federal.
    Capaz que se eu tentar mandar alguns currículos pela internet,para alguma coisa,usando ele,não seria a todos que eu conseguiria mandar.
    Por enquanto,eu não tenho interesse no Ubuntu,pois sinto necessidade de aprender a manejar o Windows,primeiro.
    Mas algum dia eu vou querer usar o Ubuntu.
    E nem o tablet,nem o Ipad o aceitam.
    Que o tablet de bolso tenha todas essas limitações- paciência,porque eu o vejo como um tipo de computador “celular gps leitor de livros e jornais tv de bolso”.
    Não é algo para se usar em casa,nem no serviço.
    Mas,se eu tiver o Ipad,eu vou querer ele para computador doméstico,ou para ser meu computador de serviço- e vou querer que ele seja capaz de “trabalhar’.
    Alguém já pensou num pc que custa em torno de dois mil reais,e que não pode fazer isso direito,ou seja,que não serve para tarefas mais sérias?
    Prefiro não me desfazer mais de nenhum dos pcs que comprei,como eu estava pensando em fazer.
    Um deles ia ser trocado pelo tab,mas não será mais.
    Cheguei à conclusão de que estou encantada demais com o Galaxy Tab pequeno,por ser uma novidade muito prática,e por ele ter materializado uma projeção antiga minha.
    Mas,o Galaxy Tab pequeno é um computador de pobre,é computador para se andar nas ruas,não é algo que se possa usar para se trabalhar,mas é um auxiliar das tarefas com as quais a pessoa jpá começou a se ocupar antes.
    Ele não pode tomar o lugar do pc comum de casa.
    Meu computador maior, que é o Notebook,futuramente,vai ser meu “pc doméstico”, e eu posso comprar uma impressora,para ligar a ele.
    Bem como posso vir a ter uma mesa e uma cadeira ergonométrica,para facilitar seu uso.
    Meu netbook será usado como pc comum- mas não doméstico- e será para as movimentações em que estarei em locais onde poderei não só acessar a internet,mas nos quais também poderei escrever.
    E o Galaxy Tab pequeno,será para ser usado principalmente,como leitor.
    Especialmente para me levar a superar o hábito de comprar tanta revista e jornal, os quais depois serão descartados.
    Não vou dizer que no Galaxy Tab pequeno,eu não vou acabar aprendendo a operar,e a realizar pequenas tarefas,mas ele não terá seu uso principalmente para isso.

    Sobre isso, a história é essa então.

    E isso quer dizer que - daqui a um tempo,vou poder disponibilizar um dos meus pcs para minhas sobrinhas se ocuparem com seus passatempos sim- quando elas estiverem em casa.
    Isso- quando- é claro,houver fila de usuários adultos para o pc da sala.

    Eu sei que esses divertimentos “já deram o que tinham que dar” a elas,mas ainda assim- não será de todo perdida essa oferta.
    Eu poderei ensiná-las a visitar outras atrações didáticas,que a web costuma ter.
    Mesmo,poderei ensinar-lhes a ler mangás pela internet.(se eu achar,vou ter que procurar também)

  84. Comentário por McAfee- 37,de boa tarde — segunda-feira, 30 de maio de 2011 @ 16:23:15

    Boa tarde.

    Sim, eu estou mudando de idéia mais uma vez sobre eletroeletrônicos e “aplicativos”.
    Acho que no fim das contas,eu não errei ao ter dois computadores- um notebook,e um netbook.
    Posso ter me precipitado um pouco,mas não errei.
    Se eu tivesse comprado só um pequeno-meu próximo computador muito importante ia ser o Ipad 2.
    Isso para esse momento,não seria recomendável,pelos motivos mencionados no texto anterior.
    Eu não iria resistir à propaganda do Ipad 2,na verdade.
    Ter dois computadores,me dá agora condições de ficar ifensa a tudo o que se diz sobre esse tabletão.
    Eu só vou ter um mesmo,daqui a uns oito anos- pelas minhas contas.
    Irei me “virar” com meus pcs comuns,e com um “tabletinho”.
    Vai ficar mais barato,e por ora, as assistências técnicas estão mais preparadas para fazer reparos nos pcs que já existem há muito tempo.
    Também- um computador normal,com tela mais horizontal,do que vertical,é um computador com um tela num formato melhor para uma pessoa que está envelhecendo,e que anda com um ou outro problema de vista.
    O Ipad,se eu tiver,talvez eu vou ter aquele que for a quinta versão dele,e com tela na horizontal também.
    Não entendo porque foram fazer a tela do coitado ficar parecida com uma régua.
    Ler aquilo lá no ônibus,simbolicamente,não é tão diferente de ficar abrindo e fechando um jornal, e nos agitando perto das pessoas.
    Não à toa,o jornal “O Estado de São Paulo” foi das primeiras publicações a ir para o tabletão.

    Ele vai ter que começar a ter tela horizontal muito semelhante a dos computadores atuais, para eu aceitar ele mais.
    O tabletinho-ou seja,o Galaxy Tab,já é desse jeito.
    Sua tela é maior na horizontal,do que na vertical.

    E ainda por cima,eu suponho que quando eu tiver a quarta ou quinta versão do Ipad, outra seguinte já estará em vigor,e que eu vou ter um semi-novo,para reduzir a despesa da compra.
    Nem imagino o que eu vou fazer com um dos computadores nessa época.
    Talvez será dado de presente a algum pobre- que sonha com seu primeiro pc.

    E quanto àquele conto de ficçção científica que eu imaginei dois anos atrás- cujo protagonista ia ser o Contravocê- eu não o escrevi,no fim das contas,por pressentir que ia ser uma história fraca.
    Também não vou escrever esse conto,para o blog.
    Afinal,eu sabia que eu ia falar de um recurso tecnológico que estava para aparecer, em qualquer momento,pois eu andava vendo a sofisticação dos celulares,e os desenvolvedores dos tablets, se basearam nos celulares para o desenvolvimento deles,os tablets.
    Uma ficção científica que fale de algo que praticamente já está sendo testado nas fábricas,não é mais tão ficção científica assim.
    Se eu ainda compuser essa historinha divertida,vou mudar a “fisionomia” da máquina de sonhos.
    Ela vai se transformar numa super-braimachine capaz de curar ou de atenuar doenças mentais,de elevar o Q.I, de induzir a projeções astrais, e de dar repertório universitário ao seu usuário.
    Ou seja,vamos supor que o Contravocê,que veio para São Paulo,morar no bairro do Capão Redondo,na casa de sua tia,quisesse ter conhecimentos de gastronomia,para poder deixar de ser funcionário de uma padaria- e ir trabalhar num restaurante melhor.
    Ele acessaria na brainmachine extraterrestre- o curso superior de Gastronomia, ficaria um mês toda noite,por uma hora, assimilando as informações necessárias,e viveria intensamente esse tempo,como se ele estivesse realmente fazendo um monte de estágios na futura profissão.
    Esse tipo de “realidade virtual” então até lhe daria uma experiência motora e cinestésica com o que ele desejaria aprender,sem que ele precisasse realmente se movimentar,e sem que ele ficasse mais do que uma hora ao dia,com a máquina acoplada ao crânio.
    Algo semelhante a uma realidade Matrix,onde as pessoas usavam capacetes de sonhos em suas cabeças,e com isso,fabricavam em contato com outras mentes,um mundo virtual.
    Eu li algo semelhante na revista Amaluz,anos atrás, - quando ela ainda era publicada- sobre uma suposta tecnologia extraterrestre,chamada tecnologia dos “roms”, sendo que um “rom”(acho que a tradução da palavra dita por eles - se aproximava da palavra cd-rom,para ficar melhor entendida pelos ouvintes- e naquele tempo a tecnologia computacional era dois terços a menos do que é atualmente)- sendo que um rom, acoplado ao lóbulo da orelha, funcionava como um livro,ou como uma estante inteira,sendo passada para a mente de uma pessoa.
    Funcionava como um curso rápido de algum tema-mas que ia mais rápido do que oficinas artisticas,ou do que uma capacitação por um mês ou dois.
    Uma capacitação que levaria uns meses para ocorrer,poderia ocorrer em três dias.
    Uma escolarização mais demorada,que para nós humanos,levaria meses,para nós,e para ets, usando alguns roms,duraria uns meses.

    Não sei se isso existe mesmo em “outras paragens” ou se tal artefato foi um produto do imaginário de alguns acostumados a ver “filmes do espaço’ e que também se interessam pelos limites da memória e da instrução,enquanto informação.
    Pode ser que tenha sido então concebida uma idéia de algo que realmente irá existir daqui a uns cem anos,primeiro para um elite,e depois,naturalmente, irá se espalhar para a população comum.
    Terá seus usos aplicados ao limite da saúde e da inteligência de cada um.
    Pessoas com uma saúde mental X poderão usar um tipo, outras com uma saúde mental e nervosa inferior,já farão menos uso deles,pois terão menos neurônios receptivos à informação, pessoas de um quociente de inteligência alto,poderão fazer uso dos “roms de cursos universitários,ou de pós-graduação’.
    Haverá um limite para o uso anual desses artefatos para cada pessoa.
    Quem tiver feito uso de um de ‘não se sabe quantos bytes” num período,terá que esperar arté o ano seguinte para usar outros,para evitar o comprometimento sério do seu sistema nervoso.
    Etc.
    Quem costumava fazer essas especulações sobre o quociente de inteligência aumentado via tecnologia,era a dona Marcela,que falava também em “chips comandando o sistema nervoso”.
    Eu - pelo meu lado,sempre acreditei mais na farmacologia, e na exponenciação da saúde física para o aumento dessa inteligência,e desse potencial de inteligência- mas acho que as duas soluções andarão juntas.
    Por um lado,a saúde coletiva irá melhorar, e o quociente mental de cada cidadão será mais alto,em poucos séculos.
    Por outro lado, chips aplicados no sistema nervoso,ou implantados perto do crânio- poderão conferir conhecimentos com rapidez às pessoas,que os assimilarão- por já terem bom potencial de inteligência.
    Atualmente,esses implantes não dariam certo,para a transmissão de muitos conhecimentos,mas só dariam certo para a transmissão de conhecimentos limitados, e o uso de “chips ou roms com bibliotecas” poderia na verdade,ser prejudicial ao caráter e à mente orgânica das pessoas,que ainda não tem estrutura nervosa para assimilar tantos sinais.
    Aliás,a história de implantes alienígenas que se tornaram prejudiciais,é uma lenda urbana,e não sei se existe alguma verdade contida nisso.
    Mais uma vez,essa história pode ser o reflexo de uma noção coletiva de que os equipamentos pedagógicos de transmissão informativa no futuro,terão que ser usados com cuidado,parcimônia,e com a total e absoluta permissão consciente do usuário.
    Tem que ser ele o principal interessado nisso,e tem que ser ele a procurar por essa vantagem.
    Nas histórias de implantes feitas por alienígenas, em geral,esses tais implantes teriam sido ffeitas durante “sequestros” e à revelia dos que foram parar nas naves espaciais de pessoas de “outras paragens” por coincidência.
    Ao menos,foram essas as histórias que eu li na extina Amaluz.

    Nada disso irá substituir as escolas,e será mesmo bom que crianças não façam uso disso,enquanto estiverem em idade de exponenciar o Q.l,junto com a saúde física,com o caráter e com a formação pessoal.
    Mas uma vez adquirida a maturidade orgânica,cerebral e social- eles poderão fazer uso desses equipamentos de uma forma bem controlada até os vinte e seis anos- e de uma forma um pouco mais livre,a partir dessa idade, com o sistema nervoso já inteiramente estruturado, - o que não eliminaria os efeitos colaterais dos usos desses recursos,cujo uso,a partir de então- já não instilaria também em ninguém a preguiça de aprender.

    Será que estou sonhando?
    E que isso tudo tornaria a vida “fácil demais”?
    Mas, …meu deusinho florido,existe tanto para se aprender,que uma vida é insuficiente para isso.
    Nem todas as bibliotecas do mundo,nem numerosos cursos universitários,seriam o bastante para saciar nossas curiosidades.
    Algumas facilidades a mais na vida,apenas tornariam ainda mais complexa,aventureira e venturosa,nossa trajetória pessoal.
    Nunca estaremos parados,nunca ficaremos estagnados.
    As implicações dessa situação em que penso são tantas,que talvez em torno delas,vou escrever boas histórias de ficção científica ainda,ou bons textos Turbilhão.

    Quando lembramos de …vou ser sincera,embora essa expressão que vou usar não seja grande coisa- mas quando lembramos de todos os atrasos coletivos e individuais - produzidos pela burrice- acho que estava mais do que na hora da invenção de algum antídoto para isso.
    Mesmo pessoas capacitadas e bem intencionadas, costumam errar de forma crassa,por falta de senso de realismo.
    É até espantoso ver o quanto isso acontece.
    Se o sr.William ler esse meu artigo desse momento,vai lembrar que ele sempre escreve sobre isso.

    Drogas, maiores conhecimentos,chips alterando o sistema nervoso,e tudo o mais,serão alguns dos antídotos a reformular nosso presente e futuro- e disso estou certa,pois alguns pacientes portadores de Alzheimer já estão usando esses chips.
    Há os eletrochoques moderados que aliviam os casos de depressão profunda,e tem as brainmachines comuns,que se não aumentam a inteligência,e que se não melhoram a saúde,- ao menos,sem produzir grandes alterações nos seus usuários, tem sobre eles os efeitos de um ano de meditação comum,e diária, depois de alguns usos.
    O paciente melhora a concentração,a memória,o desempenho,desenvolve concentração para os momentos nervosos, - a depender das centenas de programas que essas máquinas possuem- e que podem ser usados,um a cada dia segundo a necessidade.
    Elas proporcionam uma melhoria comum do estado mental,e da conduta,mas uma melhoria que até décadas atrás não estava disponível para os que vivessem fora dos monastérios religiosos.
    Elas ainda vão ser muito melhoradas, e passarão a existir brainmachines de cura de doenças mentais- desde que não sejam psicopatias,pois essas eu acho que só poderão ser curadas com remédios mesmo- passarão existir aquelas de exponenciação da inteligência,do equilibrio pessoal, de desenvolvimento de conexão com o sagrado, de substituição das horas de sono de uma noite não dormida,de indução à sensação de saciedade alimentar para quem quer emagrecer, de atenuação de dores físicas,em caso de doenças ,etc,etc.

    Vou escrever uma historieta em que o Contravocê irá usar por toda a sua vida,esses artefatos, e na qual ele será o pioneiro no uso de roms, e de implantes chipais nos lóbulos das orelhas.
    Aliás, acho que isso daria um romance,pois o Contravocê vai acabar virando um astronauta por causa disso.
    Isso porque ele desenvolverá muito depressa os seus conhecimentos, e sua intuição para matérias das áreas de Exatas,razão pela qual cedo,ele poderá ir trabalhar num nave espacial,e integrar uma equipe de viagens pelo universo.
    Será o único brasileiro com sotaque fortemente amineirado,e com uma estatueta da santinha em sua cabine de trabalho.
    Ele vai ficar muito chateado,quando,indo para o céu,continuar não vendo sua santinha.

    O futuro pequeno e divertido melodrama,a ser escrito no word,por enquanto,se chamará:

    Um mocorongo no espaço- a aventura brilhante…

    (hahahahahahahahaha…)

    (ói Nihil, apressa os estudo prá modi eu entrá logo nessa saga…levando o Dorneles junto.
    -não,Docontra,cachorros não viajam pelo espaço.
    Deixa a Maria Arruela tomando conta dele,ela gosta de você com muita devoção, e vai esperar pacientemente por sua volta para casa.
    Aliás, a Maria Arruela é uma mulher ciborgue…kkkk…vejam no blog da Selma…)

    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  85. Comentário por 37,correções — segunda-feira, 30 de maio de 2011 @ 16:51:11

    Primeira:

    -quando tivermos bastante potencial cognitivo(isso irá levar mais umas décadas- se não estragarmos nossos gens,com maus hábitos)- poderemos nos beneficiar de cursos universitários difíceis que atualmente seriam feitos em anos,e que faremos em meses- que estarão disponíveis em chips cerebrais,implantes,ou brainmachines de estudo.
    Atualmente, um artefato com esses conteúdos,só nos levaria à loucura.
    No texto que eu escrevi,essa parte corresponde àquele trecho em que eu falei “curso universitários de meses sendo assimilados em meses”.
    Se a frase for entendida assim,ninguém verá vantagem nenhuma.
    Mas eu digitei “meses” pela primeira vez,em lugar de “anos” por distração.

    Segunda correção.
    -quando eu falei que depois dos dezesseis anos, e que especialmente depois dos vinte e seis anos,os jovens já com suas estruturas nervosas,orgânicas e cognitivas formadas, usarão os artefatos por mim imaginados, sem maiores efeitos colaterais.

    Eu deixei no texto algo do tipo: “o desenvolvimento não eliminará os efeitos colaterais do uso desses artefatos”.
    A palavra “não” constou ali,por distração também.
    Eu quis dizer o contrário dessa assertiva.

    Ultimamente,ando evitando correções nos meus textos,devido à lentidão da internet (vou precisar trocar de plano de banda larga).
    Excesso de correções, toma o tempo do texto seguinte.
    Sendo já conhecida em meu modo de pensar,ando esperando soar inteligível.

    Eu fiz questão,porém,de fazer esses aprimoramentos dessa postagem,pois essa foi uma das melhores crônicas que escrevi nesses dias,e seria uma pena que ela levasse a mal entendidos.
    Até breve a todos.
    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  86. Comentário por boa noite — segunda-feira, 30 de maio de 2011 @ 22:18:37

    a todos

  87. Comentário por carpideira 351 — segunda-feira, 30 de maio de 2011 @ 22:33:43

    É, vendo que eu não iria para o JD,o Teacher decidiu ficar lá.

    Também, onde mais ele poderia exercitar sua grande falta de preocupação com assuntos possíveis…

    …mas o professor não tem defeitos não.
    E quando eu puder, eu irei para lá ficar um mês, e ele estará então,preparado para conviver comigo.
    Vamos nos dar bem.

  88. Comentário por McAfee- 38 — segunda-feira, 30 de maio de 2011 @ 22:52:43

    Ontem de manhã,a Tim esteve fora do ar,e eu usei o computador com speedy,como há muito eu não fazia.

    Ela - a operadora,anda meio ruim, e o que eu não entendo,é que eu ainda não cheguei na metade do mês previsível de uso dos gigas.
    Não usei tanto,ao ponto de ter ultrapassado a cota.
    Pode ser que muitos estejam aderindo ao plano ao qual eu aderi,portanto- o tráfego pode estar intenso.
    Não sei se é o caso de trocar de operadora,mas receio que a Claro seja pior.
    Se bem que existe uma diferença na quantidade de gigas por mês que a Claro diz que oferece ao usuário.
    Ela oferece no mínimo três,se for pelo preço que pago,e a Tim oferece dois.
    Não sei se esses critérios são corretos,exatos,e iguais para todas as operadoras.
    Também não me adiantaria muito ter uma quantidade a mais de gigas por mês,mas não poder usar a internet,por viver fora do ar, devido ao intenso acesso dos usuários.
    Ao menos,com a Tim,isso não acontece com frequência(embora tenha acontecido ontem)

    Já começo a dar mais valor ao speedy.
    O que é uma pena,é que ele não é um provedor que independa da linha telefônica,o que significa que o computador ligado a ele- tem que ficar no mesmo lugar.
    Não pode nem se movimentar pela casa,quanto mais ser usado fora dela.
    Talvez algum dia,eu poderei assinar Vivo,se eu não vier a achar muito absurdo.
    Assim que eu tiver “ganho” para isso.
    Isso- claro(desculpem o trocadilho) - se houver equivalência entre ele e o Speedy.

    Parece que houve uma união entre a Vivo e mais um ou duas empresas da área das comunicações.
    Não lembro mais quais foram- uma delas teria sido a Net?
    Bom será se a Vivo não acabar ficando que nem o Speedy,que torna os computadores um tanto sedentários.
    O Speedy,por ex,não é um plano ideal nem para “notes” nem para netbooks.

  89. Comentário por correção — segunda-feira, 30 de maio de 2011 @ 22:59:37

    …não será necessariamente uma correção,mas será um acréscimo.

    A outra empresa da fusão,teria sido a Oi.

    Ou seja,se eu poderia migrar para a Oi,por causa do preço baixo,posso desistir.
    Os preços da Vivo - abusivos,poderão se estender para a Oi, ainda mais se houver junto com a venda do plano de internet,algum plano de TV paga em computadores,que poderá não ser opcional,mas parte obrigatória dos planos.(por causa da Net)

    Mas essas são principalmente minhas especulações.
    Não sei realmente o que esse “povo” vai fazer.

  90. Comentário por carpideira 352 — segunda-feira, 30 de maio de 2011 @ 23:09:10

    Talvez será melhor para eu mesmo,parar de ler por uns meses o blog da Selma,pois não estou resistindo ao vício de escrever lá.
    Agora,criei a personagem Maria Arruela - namorada do Contravocê.
    Que é poeta,e que só é poeta o tempo todo.
    Sou brilhosa como literata iniciante,mas esses divertimentos terão que ficar para depois.
    Talvez,seja melhor para o sr.Hosaka imaginar que eu fui viajar,ou que eu estou já procurando outro serviço.
    Mas,será bom me deletar,por um tempo,dali. (ou não conseguirei ir em frente com a série aqui,sobre a literata grega)

  91. Comentário por 352,correção — segunda-feira, 30 de maio de 2011 @ 23:13:04

    será bom para eu me autodeletar daquele blog,e por dois meses.

    Tempo em que vou completar minha colaboração aqui,ou no qual eu espero conseguir isso.(não sei se terei muita chance)

  92. Comentário por McAfee- 39 — terça-feira, 31 de maio de 2011 @ 00:04:56

    Comentando o McAfee 38.

    Mas seria um exagero mudar para uma operadora com mais fama.
    A Claro- tenho certeza- funciona de uma forma piorada,se comparada à Tim.
    Mesmo sendo um pouquinho mais cara,e mesmo fazendo mais promessas.
    Minha preocupação é ter uma internet bem fluida,para eu poder completar a série de textos iniciada em fevereiro.
    Isso será possível conseguir,mesmo com esse acesso atual.
    E eu não vou poder continuar a vida toda,com esses planos famosos.
    Já prometi que no final do ano,vou reduzir meu tempo virtual pela metade,para por em dia as coisas práticas.
    Por ora,estou me dando uns meses para estar quase onipresente na web,para compensar o prejuízo que tive nessa parte,recentemente.

    Então,daqui a um tempo,eu só vou continuar precisando mesmo é de um plano que nem esse de agora.
    Ele já vai estar de bom tamanho,para todas as situações.
    Mesmo porque,não vai demorar muito, nem serei eu que manterei meu tempo na web cortado,a favor dos meus melhores interesses,mas será o próximo serviço a fazer isso.
    E para que eu vou ter um acesso mais “sofisticado”,.então?
    Eu só tenho que vigiar mais a operadora atual.
    Problema,é que toda tentativa de entrar no site deles,leva aquele tempo- e ainda me é pedido um código de consumidora que não recebi…mas talvez o código referido seja a senha do computador,e essa eu já tenho.

    Talvez, será com essa internet mesmo que eu farei o curso de Psicanálise e depois,de filosofia.

    Melhor sossegar o facho.
    Não estou nada infeliz com minhas chances de agora.
    Por tanto tempo- e nos meus melhores dias e horas, não tive metade do que estou tendo agora, como chances de comunicação com o mundo,e como chances de acesso à web.

    Entre várias coisas que eu falei no sábado, ficou faltando falar uma.
    Que esse será o primeiro ano em que sábados,domingos e feriados,não farão diferença na minha rotina de acesso à rede.
    O que eu tiver que fazer na mesma,nesses dias,eu farei - ainda que um pouco mais vagarosamente.
    O povo poderá vir em casa à vontade,e ocupar à vontade o pc da sala,pois isso vai me atrapalhar menos.

    Em 2.008, o “ano que nunca acabou”- eu fiquei uma semana sem internet,no natal, devido aos feriados,e devido a acidentes ocorridos aqui no bairro,que inviabilizaram o speedy.
    Para dar um alozinho a todo mundo,eu ficava meia hora por dia,na lan daqui de perto, pela tarde.
    Era assim que eu aparecia lá no gd,nesses dias.

    E mesmo isso,eu tenho que agradecer àquele pessoal da lan,apesar de tudo.
    Eles me proporcionaram,ao jeito deles,uma conexão com o mundo.

    Não existem soluções perfeitas,e com esses limites todos,tenho mais atualmente,do que tive nos meus melhores dias,nos últimos anos.
    Ficarei bem - desse modo,por mais uns anos, e só tenho que ter persistência agora,se minha preocupação é terminar essa série de textos aqui no blog.
    Ter essa internet “particular” foi a maior coisa que fiz em minha vida,nos últimos três anos.
    Eu nunca me supus tão capaz de superar alguns desafios.

    Essa sensação de maior confiança em mim- inclusive,espero que me acompanhe para sempre.

  93. Comentário por se eu não voltar hoje... — terça-feira, 31 de maio de 2011 @ 00:07:58

    … e pelo avançado da hora,talvez não voltarei.(hohó!) ,então,uma boa noite a todos.

    °°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

  94. Comentário por McAfee- 40, de boa tarde — terça-feira, 31 de maio de 2011 @ 16:44:49

    Ainda sonhando com o Galaxy Tab.

    °°° qualquer funcionário de uma empresa onde o serviço é manual,artesanal ou braçal,seria visto com desconfiança por seus chefes,se na sala do almoço da firma(que pode ser uma padaria,um restaurante, etc), ele ostentasse seu netbook,ou seu tablet.
    Eles poderiam pensar que - nas horas em que ele vai no toalete, ele iria lá brincar em sua internet, em horário de expediente.
    Acho que o mesmo pode acontecer em todos os ramos de serviço.
    Portanto,portar um netbook em público,ou um tablet em público,diariamente,seria recomendável só depois de “um ano de casa” mais ou menos.
    Depois de conquistada a confiança de chefes e colegas- e depois deles terem certeza do quanto somos capazes de trabalhar,e dispostos a isso.

    Algumas pessoas por aí são cismadas ao ponto do enlouquecimento,e a maioria desses suspeitosos,nem tem origens mineiras.
    Conhecer aqueles que andam e que vivem nas cidades,é uma tarefa sutil, e de atenção constante,porque tem comportamentos que não aparecem em estatísticas, que não são descritos em nenhum lugar,e que seus portadores jamais confessam.
    O povo é esquisito - e dizem até que nós brasileiros costumamos mentir em pesquisas,fingindo sermos melhores e mais sorridentes,do que somos realmente.

    Ler sites sobre psicologia é bom,assim como nos inteirarmos das notícias também,mas a parte final da “estrutura humana”- só vendo mesmo,para acreditar.
    Ainda bem que se tem falado sobre tudo,hoje em dia.

    Em todo caso,vale lembrar que “no meu tempo,em outros empregos”, as demissões assim como as admissões se davam pelas razões mais inexplicáveis.
    Só se podia especular,mesmo porque chefes não costumam falar muito a respeito,por temerem que a firma seja processada,por causa das histórias que eles contarem.

    Toda delicadeza para se viver no “mundo dos vivos” é pouca,para não acabarmos tendo só a companhia dos “que não existem”, isso,em todos os sentidos.

    (aliás, temas sobre a complexidade humana- e sobre as múltiplas variações de cada comportamento,serão temas para futuros turbilhões meus.
    Não se pode rotular ninguém,embora os estereótipos médicos e psicológicos,já ajudem a simplificar as compreensões)

    Isso aí. °°°

  95. Comentário por McAfee- 41,de boa noite — terça-feira, 31 de maio de 2011 @ 19:14:03

    °°° e se eu não me desfizer do notebook- para ter o tablet, e se eu ficar com três computadores então, vou precisar “apertar o cinto” e cortar outras despesas nesse ano e no ano próximo.
    Lembrando que foi por eu ter tido a iniciativa de ter uma economia,desde o passado,que atualmente posso ter um luxo ou outro.
    Computadores e internet ‘pessoal” são dois deles.
    O outro luxo que pretendo ter,é continuar a estudar.(filosofia e Psicanálise. Em que vocês pensaram?
    Que eu teria que estudar budismo em “nível universitário”?
    Mas tenho outras paixões e desejos,além de ter inclinação religiosa.) °°°

  96. Comentário por depois eu voltarei — terça-feira, 31 de maio de 2011 @ 19:24:56

    a internet está lenta e de “cara feia” agora.

    Até mais a quem viu.

    Hoje tem o Provocações,que eu vou ver na televisão,porque a web aqui não funciona para ver programas,mesmo quando disponíveis na internet.

  97. Comentário por carpideira 353 — terça-feira, 31 de maio de 2011 @ 23:14:16

    O Contravocê está brigado com a Amélia- e atualmente,está estudando na Itália,enquanto ela continua dando aulas de história e geografia numa escola de Minas.
    O Rodriguinho fica na casa da avó.(hohó!)

    Mas,ele - o brother Docontra arrumou uma namorada chamada Maria Arruela Porca e Parafuso, uma menina que cismou com ele,quando o mesmo ainda morava na casa da tia,em São Paulo.
    Então,não é que ele arrumou a namorada.
    Ela é que enche o e-mail dele de recados.
    Todos com tantos erros de português,que ele nem sabe quem está escrevendo para ele.
    Amélia o acusou de “ter outra”.
    Ele respondeu a ela que ele “nem sabia disso”.Ou seja,que ele tinha alguma outra.
    Tádo do meu brother.
    Ele às vezes é um sortudo,para um sortudo para ficar enrolado.
    Mas ele vai resolver esse dilema.
    (_ah, mia santinha,mas quem é essa tár que eu nem sei quem é?
    e que que ela viu em mim,esse Zé Mané?)
    E num cd,ele escuta a paródia de uma música antiga do Roberto Carlos:
    _estou amando loucamente
    uma garota que só tem dois den…(hahahahahahahahaha…)
    °
    °
    °
    Agora há pouco eu vi uma réplica do sr.Hosaka para a Selma,sobre o livro “Inquisição”.
    Ele disse que nunca daria um livro assim de presente para a princesa dele,mas que daria a ela um gibi da Mônica.
    (fiuuu…)

    Daqui a pouco,eu voltarei.

  98. Comentário por Heitor e Andréa — quarta-feira, 1 de junho de 2011 @ 00:43:16

    Na majestosa nave fria
    a moça do buquê caminha
    com seu vestido tão alvo
    levada por parente alto.
    Lhe aguardam os padrinhos
    sentados os convivas
    e as crianças
    levam as alianças,

    toca a orquestra no anfiteatro
    aparece João
    lhe dispara o coração
    o clérigo esbanja boa educação

    eles dizem sim,

    as madames e as madrinhas
    choram de alegria
    -vai haver uma festa
    as crianças querem o bolo
    vai haver uma festa
    o salão está florido

    …mas os jovens de nada sabem
    estão perdidos em felicidade
    mas os jovens de nada sabem
    só conhecem a sua realidade

    Tudo começou lá no serviço
    quando eles viram
    eram mais que amigos
    tudo dividiam
    desde o dossel até os livros
    e foram vivendo assim
    estavam doentes,diziam
    ninguém naquela idade
    a ninguém pertencia
    mas eles juntos- faziam dos momentos
    sua eternidade
    unidos ficaram o tempo
    de uma longa viagem

    se estava dando certo
    então era para uma vida
    os sonhos a céu aberto
    eram vistos e pensados de dia
    se houvesse o futuro
    se houvesse além do horizonte
    lá estariam eles
    sempre andando juntos
    se houvesse algo a fazer
    isso era para eles
    somente
    -era olhar no espelho- e chamar-se de você,

    e a festa corria barulhenta
    as conversas se ouviam arrulhentas
    os jovens não estavam nem aí
    estavam em seu mundo
    brilhavam tão intensamente
    estavam a sorrir
    cumprimentavam os parentes
    mas não estavam nem aqui.

    alguém cortaria
    do bolo a primeira fatia
    quão era doce o amor
    eles, perdidos em pensamentos um no outro
    estavam perdidos de amor,

    Nos olhos mútuos moravam
    brilhavam nos dedos as alianças
    eles habitavam jardins celestiais de lindas esperanças
    de muitos sorrisos e bonanças
    na maionese viajavam
    miravam-se sem parar
    pousavam no coração um do outro
    eram tão tolos
    perdidos de amor…

    …e o buquê foi para outra menina chamada Maria
    que amava as novelas
    que não sabia o que era o amor

    e eles ignoravam paz e guerra
    e habitavam as vielas
    dos sentimentos um do outro
    eram tão bobos tão tolos
    perdidos de amor…

  99. Comentário por O casamento de Heitor e Andréa (corrigi o poema) — quarta-feira, 1 de junho de 2011 @ 00:51:46

    Na majestosa nave fria
    a moça do buquê caminha
    com seu vestido tão alvo
    levada por parente alto.
    Lhe aguardam os padrinhos
    sentados os convivas
    e as crianças
    levam as alianças,

    toca a orquestra no anfiteatro
    aparece Heitor
    lhe dispara o coração
    o clérigo esbanja boa educação

    eles dizem sim,

    as madames e as madrinhas
    choram de alegria
    -vai haver uma festa
    as crianças querem o bolo
    vai haver uma festa
    o salão está florido

    …mas os jovens de nada sabem
    estão perdidos em felicidade
    mas os jovens de nada sabem
    só conhecem a sua realidade

    Tudo começou lá no serviço
    quando eles viram
    eram mais que amigos
    tudo dividiam
    desde a cama com dossel
    até aos livros
    e foram vivendo assim
    em lúdico carrossel
    estavam doentes,diziam
    ninguém naquela idade
    a ninguém pertencia
    mas eles juntos- faziam dos momentos
    sua eternidade
    unidos ficaram o tempo
    de uma longa viagem

    se estava dando certo
    então era para uma vida
    os sonhos a céu aberto
    eram vistos e pensados de dia
    se houvesse o futuro
    se houvesse além do horizonte
    lá estariam eles
    sempre andando juntos
    se houvesse algo a fazer
    isso era para eles
    somente
    -um se via no espelho,mas chamava sua imagem
    de você (o nome do seu amor)

    e a festa corria barulhenta
    as conversas se ouviam arrulhentas
    os jovens não estavam nem aí
    estavam em seu mundo
    brilhavam tão intensamente
    estavam a sorrir
    cumprimentavam os parentes
    mas não estavam nem aqui.

    alguém cortaria
    do bolo a primeira fatia
    (enfim)
    quão era doce o amor
    eles, perdidos em pensamentos um no outro
    estavam perdidos de amor,

    Nos olhos mútuos moravam
    brilhavam nos dedos as alianças
    eles habitavam jardins celestiais de lindas esperanças
    de muitos sorrisos e bonanças
    na maionese viajavam
    miravam-se sem parar
    pousavam no coração um do outro
    eram tão tolos
    perdidos de amor…

    …e o buquê foi para uma menina chamada Maria
    que amava as novelas
    que não sabia o que era o amor

    e eles ignoravam paz e guerra
    e habitavam as vielas
    dos sentimentos um do outro
    eram tão bobos tão tolos
    perdidos de amor…

  100. Comentário por comentário — quarta-feira, 1 de junho de 2011 @ 01:15:05

    Fazia uns dias que esses versos estavam “nascendo no recôndito” dos meus pensamentos.
    Eu imaginei o casamento de dois amigos- ao qual eu fui, no começo da “juventude adulta”.
    O nomes dos protagonistas foram trocados.

    Desde que se viram- a sincronia de ambos foi imediata e duradoura.
    Foi uma história que ficou na minha mente como um exemplo para sempre de como deve ser um contato entre os pares,para justificar a ida ao altar.
    Tem que se basear em belo sentimentalismo,e numa convicção íntima forte do que se deseja para o futuro.
    Sem margem para dúvidas,ou para titubeações.
    Amor e idealismo precisam estar combinados na hora de uma “festa assim”.

    Sem o idealismo,o amor não tem como durar muito,ou não tem como ser muito útil.
    Sem amor,o idealismo que leva aos casamentos,vira só uma conveniência fria.

    Esses versos “vieram de dentro”,mas lembrei no final, quando terminei de escrever, que Safo escreveu uma poesia equivalente para o casamento de Hektor e Andromaka.
    Com mais palavras do que eu usei nessa- que eu quis que fôsse tão simples,quanto a letra de uma canção ’soul” norte americana.
    Simples e espontânea como é o verdadeiro amor- que nasce como uma fonte d’água bonitinha, e que pode durar,enquanto houver vida para a mina de água.

    Então,em homenagem à minha amigona de Mitilene, o texto foi batizado de “O casamento de Heitor e Andréa”.

    Vocês querem mesmo saber?
    Andréa é mesmo o nome dela.
    O nome dele,eu não lembro,pois o conhecíamos pelo sobrenome,somente.
    Mas não duvido que seja mesmo Heitor.
    E que eu vi essa união deles, “pela segunda vez”,então.

    Foi um dos casórios que mais eu admirei,pois esses meus amigos eram (e são) pessoas muito íntegras e autênticas em suas palavras,condutas e sentimentos pessoais.
    Uns anos atrás,eu os vi pela cidade,com seus filhos.
    Já mais maduros.

    Que Deus aproxime os amores reais.
    E que guarde todos os vínculos que merecemos ter,dos quais precisamos para viver,e para sermos felizes.

    Que linda é a idéia de formar família, que beleza é pensar em ter mais que uma casa, que é pensar em ter um lar.

    ———-

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